domingo, 27 de setembro de 2009

As Mascaras sempre caem

Navegando pela Net um pouco entediado fui até o orkut (não que eu não tenha o que fazer, pelo contrario), acabei por ver uma comunidade em comum entre algumas amigas e conhecidas “As mascaras sempre caem”. Isso parece algo extremo de alguém que foi magoado em alguma relação afetiva que levou o famoso ''pé na bunda'' , ao longo dos meus 34 anos de vida ora bem vivida ora mal vivida aprendi que nós erramos e erramos por que somos nós que em grande maioria colocamos estas “máscaras” nas pessoas. Erramos quando esperamos demais dos outros, esperamos mais do que a pessoa pode nos dar, e exigimos isso, como já dizia Shakespeare “por mais que a pessoa goste de nós ela um dia irá nos magoar e você tem que aprender a lidar com isso e a perdoar isso também. Não é por que alguém não o ama do jeito que você quer ame não significa que esse alguém não o ama com tudo que pode”. Nossaaaa essa foi profunda hein pessoal?

Na verdade esperamos por pessoas perfeitas, por padrões de atitudes ou de príncipes e princesas encantadas, que adivinhem nossos anseios e possam confortar nossos corações quando mais precisamos e nos decepcionamos quando isto não acontece. Exigimos mais, exigimos mais amor, mais atenção e quando não acontece da forma que esperaríamos lá vem a decepção ea mágoa bate na porta, e com certeza ... doi de mais...

Procuramos mudar as pessoas segundo nossos jeitos e comportamentos, e não nos demos conta que ninguém muda ninguém e que temos que aceitar as diferenças mesmo que elas nos causem uma baita dor de cabeça, a pessoa infelizmente pode odiar desenho animado e pode ficar rindo ao vê-lo assistir.

Bom... voltando ao inicio do texto, quando esperamos, imaginamos, de uma certa forma não colocamos mascaras nas pessoas ? O resultado sai contrario e ai parceiro lá vem a frustração lhe mandando informações de quão “errado” o comportamento alheio, e, de repente o príncipe encantado vira um sapo mascarado uhauhauhauhuhaahu.

Não sei, aprendi que esperar demais dos outros é bobagem, criar expectativas em exagero é burrice de mais, ter mágoas é tomar veneno diariamente, tentar mudar os outros é pior coisa que vc pode fazer , de tudo eu procuro tirar uma lição e levar a melhor parte, embora nem sempre possamos perdoar instantaneamente, ainda é a melhor filosofia. Já é dito que o tempo é o Senhor da razão, então por que não levar o melhor das relações? Quando se leva as partes alegres e boas das circunstancias se ri, se vive melhor, se esquece dos problemas e quem ri cria menos rugas, dorme melhor e tem uma vida mais saudável e sem duvidas mais feliz, e tenham certeza que você apenas leva alguma coisa das relações ,não é deixado nada para trás nada fica guardado, apenas lembranças na sua cabeça...

Quando eu era criança e me machucava abrindo uma ferida, minha mãe dizia, '' calma meu filho com o tempo isso sara, ''... por incrível que pareça até hoje essa frase me conforta. Bom... qual é a máscara que você usa hoje eu não sei... sinceramente? Nem quero mais saber, mais tenha certeza que um dia todos nós deixaremos de dançar a ''opera das máscara'' para se transforma no fantasma da opera e em cada baile aprender a tirar lição dessa vida... BÚÚÚÚ ahuauhahuhau BIP...

A todos bons download's e cuidado para máscara não cair hein, to de olho huahuahuauh...


Ahhh como não posso deixar passar essa oportunidade , um videozinho para aqueles que querem dançar um baile com suas máscaras ...




Fonte: Raton Downloads

Vamos nos Preparar Galera

A prova do Enem que será ministrada em dois dias terá inicio no proximo fim de semana dia 3 de outubro de 2009, e nada melhor que utilizar mos a prova de anos anteriores pra uma ultima etapa de nossos estudos , sendo utilizado pra um ultimo estudo antes de aplicar a prova

Acessem
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Fonte: Inep

E-book - Comunicação de dados via rede eletrica

Pessoal realmente vale a pena conhcer essa nova tecnologia , internet via rede eletrica com certeza no futuro todos nós usaremos ela para navegar ...
Este trabalho trata da comunicação pela rede elétrica visando a sua utilização na área de automação residencial e predial. O trabalho inclui uma breve descrição dos principais conceitos e tecnologias usadas para comunicação de dados pela rede elétrica e apresenta aplicações desenvolvidas no Brasil e no exterior. Foi realizada uma comparação entre modems para comunicação via rede elétrica e posteriormente foram feitos experimentos usando-se um modem comercial. A análise experimental buscava testar o comportamento de um modem em redes elétricas brasileiras e avaliar a influência do ruído e da distância na comunicação. Foram utilizados três ambientes de teste: um apartamento, o laboratório de automação da UFRGS e salas de aula da Escola de Engenharia da UFRGS. Os resultados mostraram que a tecnologia é viável, mas por apresentar muita variabilidade nas taxas de transmissão, torna-se extremamente difícil a sua utilização em aplicações que demandem tempos de resposta determinísticos.


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Versão Trial Eset Nod 32


Aproveitem essa versao do mais aprimorado e completo antivirus
Aproveitem a versao Trial valida por 30 dias e Utilizem ao maximo seus recursos
Chega de virus e spans
Utilize o Eset Nod 32







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sábado, 12 de setembro de 2009

Fudencio e Seus Amigos


Fudêncio e Seus Amigos é um desenho animado de comédia da MTV Brasil. O desenho estreou em 23 de Agosto de 2005, e já teve 5 temporadas. O desenho criado por Thiago Martins, Pavão e Flávia Boggio e produzido por Thiago Martins e Pavão é o segundo projeto de sucesso com a MTV Brasil. A anterior, a Mega Liga de VJs Paladinos, rendeu cadernos e conteúdos de celular, ou seja, obteve grande êxito.
A essência do desenho é a crítica social e o politicamente incorreto, o que faz com que o desenho seja recomendado apenas a maiores de 14 anos.

Episodio 1 -> Quiproco na Lama
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Episodio 2 -> Pitoco de Guache
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Episodio 3 -> Malhando o Cucuruto
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Download 4 -> Prenda Prendida Prendada
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Bom Divertimento!!!!

sábado, 22 de agosto de 2009

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Brasil 1x0 Estonia



Ganhamos, mas foi pouco visto a fragilidade da equipe adversária!

Brasil x Estonia

A seleção brasileira foi convidada pela Federação Estoniana para uma partida de comemoração pelos 100 anos de pratica do futebol. Mas quem é aEstonia e Qual a sua Origem.
Um pouco de Historia faz bem, então conheçam a estoria da Estonia, um pais pouco maior que o Estado do Espirito Santo.

A noção da Estônia como país é recente, data do meio do século XIX. Até o século XIII, a Estônia não passava nada mais do que apenas tribos semi-organizadas, que sofreram com a cristianização no início desse mesmo século. Após isso, passou no domínio de dinamarqueses, ordens católicas, suecos, alemães e russos. Até que, enfim, apenas no século XX, obter sua independência, que ainda assim foi subjugada pelos soviéticos e apenas retomada em 1992. A história estoniana nada mais é do que um povo que teve seu território dominado por séculos, mas que aos poucos foi criando um sentimento nacionalista e obteve, após muita luta a sua independência.










A ocupação humana na Estônia remete-se há 11000 anos atrás, data da primeira colônia, a colônia de Pulli. Ainda existem muitas dúvidas sobre de qual etnia era esse povo. Sabe-se no entanto que na Estônia se estabeleceram os primeiros povos sedentários da Europa, atravessaram o golfo da Finlândia, quando este estava a degelar-se e, portanto, os estonianos fazem parte do grupo dos povos fínicos.

Foram achados equipamentos de pesca e caça, pertencentes a uma comunidade sedentária, datada de 6500a.C. Na Idade do Bronze e do Ferro, observou-se a consolidação do sedentarismo, com um grande crescimento cultural e econômico, com a transição para o cultivo de alimentos, típico de povos sedentários.

Com o crescimento da população em anos seguintes, surgiram os problemas de território com outros povos, como as tribos Bálticas do sul e as guerras contra a Escandinávia. Com isso, as tribos estonianas desenvolveram técnicas de navegação nada inferiores às suecas ou norueguesas, e até chegaram a conquistar, com seus piratas, a vila sueca de Sigtuna, em 1187.[1]

Cruzadas do Norte


Cavaleiros da Ordem dos Livônios, que dominaram o território da Estônia durante 200 anos.

A Estônia foi um dos últimos lugares da Europa Medieval a ser cristianizado. Em 1193, o Papa Celestino III organizou uma cruzada contra os pagãos do extremo norte das terras alemãs, partindo de Riga. Com a ajuda dos recém-cristãos livonianos e letões, a cruzada marchou rumo às terras da atual Estônia em 1208.

As tribos estonianas resistiram bravamente, e até saquearam, algumas vezes, os acampamentos dos guerreiros de Riga, até que em 1217, a ordem cristã dos Livônios e seus recentes aliados venceram uma grande batalha, que matou o líder dos estonianos, Lembitu. A resistência durou até 1227, quando os livônios estabeleceram a Confederação da Livônia, que compreendia as atuais Letônia e Estônia.

Tal período de 1208-1227 é conhecido como as Cruzadas Estonianas.

Em 1219, liderados pelo Rei Valdemar II, os dinamarqueses conquistaram o norte da Estônia, ganhando a batalha de Lyndanisse(Tallin), ao mando do Papa.

Em 1227, quando a ordem cristã dos Livonianos finalmente derrotou a útlima tribo estoniana, o território foi divido entre o Bispado de Ösel-Wiek, o Bispado de Dorpat e a Ordem Livoniana, salvaguardando o Arcebispado de Riga.

Em 1248, Tallinn adotou um governo baseado na lei de Lübeck e no final do século XIII aderiu a Liga Hanseática, começando assim a perda do domínio dinamarquês na região. Depois, diversos tratados foram feitos com os russos e os lituanos, e a força militar na região da Lyndanisse cresceu aumentando o poder dos vassalos da região, na sua maioria germânicos da região da Vestfália. Mas o poder dos estonianos da região também aumentou de forma que o Rei da Dinamarca aceitou tê-los como seus vassalos.

Quando a província estava dividida entre os vassalos pró-Dinamarca e vassalos pró-Livonianos, os estonianos armaram uma grande rebelião em 1343, chamada de Revolta da Noite de São Jorge. Eles renunciaram o cristianismo imposto á eles, e mataram todos os habitantes com descendência germânica (em torno de 1800) e dominaram os territórios. Depois de 2 anos de rebeliões e guerra entre a Ordem Teutônica, dinamarqueses e os estonianos, a insurgência foi controlada com a morte do último "rei" em Ösel em 1346. Logo após, os territórios do norte foram vendidos à Ordem Teutônica por 10000 marcos. [2]

Guerra da Livônia

O enfraquecimento da Ordem Teutônica, devido principalmente à batalha de Grunwald contra os poloneses e os lituanos em 1410, prejudicou o domínio que a Igreja Católica tinha na região. Após uma tentativa frustrada de invasão moscovita em 1481, numa época de conquistas do principado de Moscou, os estonianos aderiram ao protestantismo durante a época da Reforma e se alinharam ao então Reino da Suécia, que também tinha aderido ao luteranismo em 1523.

Tal período foi marcado por um fortalecimento de Moscou, com a conquista das repúblicas de Novgorod e Pskov, e a subjugação dos Tártaro-Mongóis, que dominavam a região desde o século XIII.[3] Os russos foram dominados por uma sede de imperialismo com o reinado de Ivan III e depois ainda mais com o reinado de Ivan, o Terrível, que buscou aumentar ainda mais os domínios do império e a região da Livônia era estratégica nas visões russas, por separar o terrítório russo e o Leste Europeu.

Em contrapartida, os Poloneses e os Lituanos fizeram uma aliança militar centrada na Polônia e dominava livremente esse território. Ao norte, a Finlândia já vivia sobre leis suecas desde o século XIV, enquanto a mesma vivia em leve tensão com a Dinamarca, devido à secessão da União Escandinava. Sendo assim, os russos queriam tomar a Livônia para si, mas tinham os dinamarqueses, os suecos e a união polonesa-lituana para desmantelar.

Estonia na Antiguidade

Como "terra de seus ancestrais"[4], Moscou requereu o sudeste da Estônia como sendo seu por direito, mas a Livônia buscou ajuda do Império Sacro-Romano, que estava ocupado com uma guerra no ocidente, considerado mais importante pelo Rei Carlos V. Então, em 1558, os russos invadiram o bispado de Dorpat e avançaram, pilhando cidades e oprimindo qualquer intenção de resistência dos líderes locais[5]. O avanço militar russo não foi bem visto pelos dinamarqueses, suecos e pelos poloneses.

Então, em 1559, os dinamarqueses mandaram tropas em favor da Livônia, comprando as terras do oeste do Bispado de Ösel-Wiek e avançando. Com esse avanço, os suecos, que tentavam manter uma relação amigável com os russos, mandaram tropas à Tallinn, que por interesses comerciais aceitou a ajuda e permitiu o domínio sueco na região, em 1561. No mesmo ano, os poloneses, ainda católicos, incorporaram o Arcebispado de Riga e a Ordem Livoniana à seus territórios. Era o fim da Livônia e o início da Guerra Nórdica dos Sete Anos (1563-1570). Nela, os dinamarqueses perderam as terras do oeste para a Suécia e forçaram os russos à abdicarem das terras conquistadas na Livônia e, então se contentaram com as fronteiras que tinham antes da Guerra.

O Domínio Sueco

Após a Guerra Nórdica dos Sete Anos, a Estônia estava dividida em três reinos: Os Suecos ao norte e nordeste, os Dinamarqueses nas Ilhas de Ösel e a União Polonesa-Lituana no Sul, incluindo a Letônia. Mas os reinos da Suécia e da Polônia tinham complicadas relações, devido à monarquia protestante na Suécia e os católicos na Polônia. No começo do século XVII, eles entraram em guerra aberta e os suecos dominaram a região de Tartu em 1625 e, após o Tratado de Åltmark em 1629, obtiveram domínio legal na região. Após a guerra com a Dinamarca (1643-1645), os dinamarqueses cederam a região de Ösel aos suecos, fazendo com que eles tivessem domínio de uma região parecida com a atual Estônia.

A região do norte se incorporou voluntariamente ao Reino Sueco, diferentemente da parte da Livônia, que foi ocupada e os nobres livonianos, subjugados em seus poderes. O Rei Gustavus II Adolphus, deu alguns direitos aos nobres, até estabelecer um governo central, baseado nas leis suecas.

Durante esse período a Estônia passou por um período de prosperidade, com Tallinn e Narva sendo importantes entrepostos comerciais, negociando com países como Rússia, Finlândia, Holanda, Inglaterra e Espanha. Também, na area do comércio, as relações entre Narva e as cidades russas de Novgorod, Moscou e Pskov, se estreitaram e a cidade ganhou importância, até ser transformada em capital pelos suecos na metade do século XVII.

Preocupados em passar os ensinamentos religiosos ao povo, o clero sueco resolveu abrir escolas nas vilas estonianas, que seriam ministradas pelos padres das vilas. Em algumas cidades, até alguns mestres foram empregados, mais ainda quando uma mudança nas leis, sob o reinado de Carlos XI, instituiu o pagamento dos mestres nas escolas. Durante um curto período de 4 anos, um seminário em Tallinn, treinou cerca de 160 professores para as escolas estonianas, tornando grande parte do povo capaz de ler alguns textos religiosos, fato memorável para a época.

Uma universidade foi aberta, ainda na época do Rei Gustavus II Adolphus, em Tartu, que posteriormente após as invasões russas foi transferida a Tallinn e depois em Pärnu em 1699. A Academia Gustaviana, como ficou conhecida, tinha estrutura parecida com a de academias européias, principalmente as germânicas. Inicialmente, os estudantes eram na maioria de Finlandeses e Suecos, porque a maioria dos nobres bálticos iam estudar nos impérios germânicos, mas em virtude da Guerra dos 30 anos, eles tiveram que abdicar de ir lá e começaram a frequentar a Academia na Estônia. A visita de mestres germânicos na academia em Tallinn, na década de 1630, teve forte influência na elite estoniana e nas primeiras publicações, como o primeiro jornal nacional em 1670.[6]

Parte do Império Russo









Depois de uma exaustiva guerra contra o Príncipe de Brandemburgo, durante o reinado de Carlos XI, a Suécia decidiu fazer uma reforma, a Grande Redução, na qual a maioria das terras sob posse privada teriam de passar a posse da coroa sueca. Isso provocou a insatisfação dos nobres livonianos, de forma a protestarem, mas sem muitos efeitos. Cerca de 5/6 das terras dos nobres foram passados para a cora sueca, que arrendou para outros proprietários previamente definidos, os quais não tinham habilidade com fazendas e exploravam os camponeses. Ao final de seu reinado, Carlos XI, auto-proclamado "Rei dos Camponeses", declarou sua intenção de extinguir a servidão, mas só cumpriu para as pequenas possessões.

Descontentes com o Reino sueco, uma aliança formada pela Dinamarca, Rússia, Polônia e pelos Saxões se formou para conquistar o território dito "roubado dos nosso vizinhos", a Livônia e a Estônia. A Grande Guerra do Norte, assim chamada, eclodiu em Fevereiro de 1700, com a invasão dinamarquesa no norte alemão, a tomada de Riga pelos Saxões e a invasão russa em Narva. Pouco tempo após, a Rússia foi derrotada em Narva pela tropa pessoal do rei Carlos XII, que rumou ao sul para derrotar os saxões e os poloneses e, assim, permitiu a volta dos russos no norte com as conquistas de Narva e Tartu, em 1708. Mas em 1709, os russos perderam todos os seus aliados, e acuados, ofereceram paz, que não foi aceita por Carlos XII, que resolveu atacar os territórios russos. Mas a derrota em Poltava, foi decisiva para o rumo da Guerra, que foi vencida um ano depois com a conquista final de Tallinn, em setembro.

Em 1721, foi assinado o Tratado de Paz de Uusikaupunki(Nystad), que declarava a Estonia e a Livônia como posses do Império Russo.

O período do domínio russo na Estônia foi pouco movimentado, sem grandes momentos históricos. Foi mais uma época de estabilização e organização da sociedade, com a firmação das classes estonianas. Elas eram baseadas no estilo de governo alemão, com Dietas e posterior a criação do Conselho legislativo, que comandava as leis locais, e formada por nobres livonianos, suecos, germânicos e russos. Os estonianos continuavam como parte da classe inferior.

Devido a distância de Moscou, a Estônia sofria influência muito forte dos reinos germânicos do sul e sendo assim, passou por situações como a Revolta de Camponeses no começo do século XIX, o Iluminismo e os reinados iluministas e a Revolução Francesa, esta última altamente defendida pelos intelectuais da Universidade de Tartu, na sua maioria de alemães e pelos nobres, que iam estudar em universidades alemãs.

Cada vez mais, uma grande parte dos estonianos iam criando cultura suficiente para se sentir como um povo unido. Juntando os ideais da república francesa e a liderança dos intelectuais das academias estonianas, que nesse ponto já lecionavam as aulas não mais em alemão, mas sim em estoniano, o ideal nacionalista crescia mais e mais. Grupos eram formados, manifestações jornalísticas e publicações, rumaram para a criação da república estoniana.

A INDEPENDENCIA DA ESTONIA

Cada vez mais, os estonianos se aproximavam dos alemães, o que descontentava o Império Russo, que no comando do Alexandre II, ordenou várias reformas, que forçaram os bálticos a abandonarem o sistema político alemão. Após a unificação Alemã, em 1871, o poderio militar alemão começou a preocupar os russos, principalmente devido a uma inssurgência contra a russificação da Estônia e da Letônia. A russificação na Estônia nada mais era do que tirar o poder dos alemães sobre os países bálticos, e até subjugar o luteranismo, muito presente na região.

O estopim final foram as eleições municipais de 1904, em Tallinn, na qual o bloco russo-estoniano ganhou e tirou o poder dos alemães. Insatisfações surgiram por toda a Estônia, polarizada pelas manifestações moderadas no jornal Postimees de Tartu e os radicais no Tallinna Teataja, comandados por Konstantin Päts e o advogado Jaan Teemant. Os moderados queriam transformar a Estônia num parlamentarismo sob o imperador russo, enquanto os radicais queriam o desvencilhamento dos russos e começar uma revolução.

Assim, durante a Revolução de 1905 que ocorreu em várias partes do império russo, a favor da modernização e contra a então atual estagnação que acontecia. Várias revoltas aconteceram durante todo a primavera e verão, mas principalmente no dia 1º de maio. Mas foi no outono, no dia 16 de outubro, que aconteceu a maior revolta. Cerca de 3/4 de todos os operários e ferroviários pararam as máquinas e foram às ruas protestar contra as autoridades russas, quando os soldados abriram fogo em Tallinn e provocaram um massacre com a morte de 94 e algumas centenas feridas. A partir dali, todos os estados bálticos se rebelaram e o império declarou estado de guerra, convocando mais de 19000 soldados para suprimir a revolta. Com fortes repressões e a morte de quase 1000 pessoas, os líderes recuaram, mas mostraram a insatisfação dos estados bálticos com o império.

Depois da renúncia do czar Nicolau II, em 15 de março de 1917, o governo provisório russo deu um novo curso para o estabelecimento dos governos democráticos independentes. Na Estônia, os políticos locais montaram os seus partidos e indicaram um comissário para as negociações com o governo russo. Até que em 12 de abril de 1917, após pressões, o governo deu força a um governo provisório que unia a Estônia (norte da atual Estônia) e o Norte da Livônia(sul da Estônia atual). Os conselhos de operários e de soldados formavam um poder revolucionário paralelo, apenas atento ao que acontecia à Estônia naquele momento.

Alguns líderes falavam em independência completa da Rússia, mas a maioria, no momento, falava apenas em um estado autônomo. Quando a Revolução Bolchevique estorou, em 17 de outubro, e aplicaram as idéias comunistas, como a estatização de bancos e empresas na Rússia. Quando eles se preparavam para fazer o mesmo nos estados bálticos, os mesmos declararam o governo provisório como a autoridade máxima no país, em 28 de novembro de 1917, através de uma constituinte.

Eleições aconteceram, e 2/3 dos votos foram para os partidos nacionais. Os soviéticos declararam as eleições nulas, mas políticos estonianos como Konstantin Päts, Jüri Vilms e Konstantin Konik iniciaram negociações com o governo russo, após o lançamento do Manifesto para todas as pessoas da Estônia em 24 de fevereiro de 1918.

Mas na Europa, no mesmo instante, acontecia a I Guerra Mundial, e convocada pelos nobres estonianos de origem alemã, o exército alemão tomou a Letônia e a Estônia, e formaram um estado báltico germânico. Mas a tentativa falhou, em maio de 1918, França, Reino Unido e Itália retomaram o território e deram a independência de fato aos estonianos. Em 27 de Agosto, um tratado foi feito entre Alemanha, Estônia e a Rússia, reconhecendo a independência da Estônia.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DIA dos PAIS


O dia dos pais é uma das grandes datas a serem comemoradas por milhoes de pessoas.Somente no Brasil, ete dia movimenta mais de 30 milhões de reais e nao se pode levantar o valor referente ao mercado informal.
Mesmo com esses aspectos não podemos nos esquecer data tão importante como é o patriarca.
Aquele que é responsável por manter a familia unida e instruida em ambientes tradicionais, responsavel pelo sim em ambientes amigaveis e o responsavel pelo autoridade maior em frente aos filhos.
Mas o pais tambem sao sinonimo de amizade e de vida, principalmentecom conselhos pois tenha certeza que nunca ira lhe desejar algum mal

Assistam essa breve animação em homenagem ao dia dos Pais

Cliquem aqui

sábado, 1 de agosto de 2009

Matadores

Se o nosso Brasileirão tivesse atacantes bons que nem esses, o Vasco nunca cairia ....