Mostrando postagens com marcador Novidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Novidades. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Análise Pplware ao smartphone LG G2


Como afirma o slogan de lançamento do LG G2: “Não é só smart. Foi centrado em si”. E realmente é. Não obstante do lançamento dos novos modelos do iPhone e do Galaxy Note 3, este modelo não pode ser ignorado pela conjugação quase perfeita da sua capacidade de desempenho com o seu design irrepreensível e uma bateria que resiste a uma utilização mais intensiva. É sem dúvida um produto certeiro no campo dos smartphones.
Vamos conhecer o LG G2 noutra perspectiva!
A análise que se segue é fruto da experiência de algumas semanas, duas em concreto, nas mãos de uma utilizadora comum que acaba por exprimir a opinião de quem usa um smartphone no dia a dia, como 99% dos comuns mortais. Podia o resultado ser mais positivo depois de vistas por aqui as primeiras impressões :
É o que o artigo nos vai explicar de seguida.
Esteticamente, o LG G2 é sem dúvida inovador. Logo de inicio é ousado. Pelo ecrã expansivo, pelas cores vibrantes e pelo arrojo de colocar os botões de controlo na parte traseira do telemóvel. Pode parecer pouco natural ou até mesmo confuso os botões estarem na parte traseira, mas trata-se apenas de uma questão de tempo para habituação, pois com apenas algumas semanas de utilização realmente parece fazer todo o sentido para se poder usufruir ao máximo de um telemóvel com estas características. De certeza que a LG deu o primeiro o passo que os rivais irão seguir.
O posicionamento dos botões na parte traseira não adiciona qualquer volume nem desconforto para quem o utilizar e a sua forma ligeiramente curva torna-o mais ergonómico ajustando-se bem à mão do utilizador.
Um design que impressiona ao primeiro contacto
O ecrã do LG G2 é deslumbrante logo de inicio. As suas 5,2 polegadas de ecrã Full HD IPS é realmente um “wow factor“. A moldura circundante está reduzida ao mínimo ( uns 2,65mm) o que permite potenciar ao máximo a sua utilização e usufruir das aplicações oferecidas. A oferta gráfica é de qualidade superior e a experiência de visualização de cores é surpreendente. Estas apresentam-se vibrantes e mais naturais que nunca, a nitidez é realmente impressionante o que permite estar a atento a todos os detalhes em alta resolução. Mesmo para quem não têm hábitos de multimédia no telemóvel o mais natural é render-se ao desempenho deste modelo, de verdade!
Aliada à questão do ecrã, o LG G2 traz consigo uma poderosa câmara de 13 megapixels que beneficia de um sistema de OIS (optical image stabilization) que estabiliza o ponto de foco da imagem aumentando assim a nitidez e a precisão. Permite ainda gravar videos com 1080p Full HD, mas aqui há que tratar bem da questão da luz mais apropriada para a captura de video senão a qualidade pode deixar a desejar.
As cores... sim as cores projectadas por este ecrã capturam a atenção
As cores… sim as cores projectadas por este ecrã capturam a atenção
É possível escolher vários modos de fotos que permitem adaptar a foto a tirar à maioria dos ambientes: dinâmico, noite, desporto, panorâmico. Inclui também algumas ferramentas que permitem dar um toque diferente às fotos, como por exemplo fotos sequenciais, fazer cortes de algumas partes integrantes da foto, auto-focus etc. Cada modo vem com um pequeno tutorial o que ajuda sempre. Na parte frontal a câmara é de 2.1 megapixels que não desaponta.
Ainda no campo das fotos, acrescentaria um pequeno detalhe: as fotos nocturnas mostraram alguma falta de qualidade, especialmente no que toca à estabilização da imagem. Desapontou aqui um pouco devido ao que  se espera de um modelo deste calibre.
O som é mesmo muito bom – sem dúvida um nível acima dos demais smartphones – e o volume é facilmente manuseado nos botões da parte traseira. Logo que os earphones são inseridos aparece-nos um menu de atalho para as aplicações de música,video, YouTube e para o próprio telefone. Um extra simples mas prático e que poupa tempo. As chamadas decorrem com um som bastante limpo, sem qualquer atraso ou perda de qualidade mesmo com aplicações a correrem não existe qualquer latência.
O conjunto que a LG fornece é de boa qualidade, incluindo a case
O conjunto que a LG fornece é de boa qualidade, incluindo a case
Para que todos estes pontos inovadores funcionassem, temos de constatar o óbvio: a bateria teria de corresponder. E neste caso, é realmente uma surpresa. Vem equipado com uma bateria lithium/polymer de 3000 mAh, e com um uso intensivo pode chegar até 2 dias, incluindo abertura de aplicações (Facebook, YouTube, jogos vários, etc), chamadas e SMS – tudo depende da actividade mais ou menos massiva de cada utilizador. Na minha experiência, em que o LG foi usado mais como telemóvel e máquina de fotográfica e com a curiosidade de uma ou outra aplicação, a bateria tem resistiu cerca de 1 semana completa sem necessidade de carga.
O smartphone está sustentado no sistema operativo Android 4.2.2 Jelly Bean, em que a interface LG reúne, penso, todas as funções e características de se querer num telemóvel de última geração. Na óptica do utilizador, marca pela simplicidade e fiabilidade – são os adjectivos a descrever na minha utilização. Tem alguns extras que são novidade como o Knock-On (explicarei mais abaixo) e em termos de aplicações está realmente lançado para uma faixa etária mais jovem que acaba por privilegiar o uso da Internet, ao explorar aplicações que integram as redes sociais, email, jogos, música e video. Para as questões do dia a dia, as aplicações cumprem com as necessidades e, na minha óptica, podiam ter ido um pouco mais além oferecendo mais algumas ferramentas de trabalho, mas é apenas uma opinião…
Rápido… bastante rápido a abrir aplicações e na transição entre elas
É de certeza um dos telemóveis mais rápidos do mercado actualmente e isso deve-se ao processador Snapdragon 800 2.26 Ghz Quad Core. As aplicações são lançadas de forma muito rápida – basta verem a comparação LG G2 vs. Samsung Galaxy 4, e a gestão multitarefas é muito fácil sem que se registe qualquer lentidão ou perda de dados.
A navegação, quer entre o menu das aplicações quer a utilização (em simultâneo com o Q-Slide) das mesmas surge de forma muito natural e intuitiva. Tem uma funcionalidade muito prática que consta em bloquear/desbloquear o ecrã com um duplo click no ecrã – Knock-On – bastante funcional.
Em relação aos jogos os gráficos estão no ponto certo e a combinação dos mesmos com o ecrã Full HD IPS consegue fazer esquecer a questão dos lapsos de tempo e de imagem.
Em resumo, o LG G2 apresenta pontos muito fortes que acabam por distância-lo dos demais: o ecrã e o processador. E não há como fugir do quanto é entusiasmante esta combinação. O G2 é um pacote muito forte que realmente tem de ser considerado na escolha de um smartphone.
Do ponto de vista de uma mulher, pelo seu tamanho requer uma mão maior do que o comum e perde pelo facto de não permitir acrescentar cartões de memória, contudo, para o utilizador comum os 16 GB base são capaz de ser suficientes. Quem precisa de mais pode procurar o modelo de 32 GB.
Veredicto: seu eu compraria este smartphone? Com o devido orçamento nem olhava para trás, pois nas gamas Android é do melhor que poderia ter passado por aqui…ainda bem que estamos perto do Natal, não é Mário Sousa? Tanto o design como a performance foram aliados e muito bem conseguidos pela LG. 

Características:
• Sistema operativo: Android 4.2.2 Jelly Bean
• Processador: 2,26 GHz / Quad Core / Qualcomm Snapdragon 800
• Bateria: Li-Po 3000 mAh
• Dimensões: 138,5 x 70,9 x 8,9 mm
• Peso: 143 g
• Ecrã: 5,2\” / Full HD IPS / Resolução: 1920×1080 pixéis / 423 ppi / Corning Gorilla Glass 2
• Som: Audio Jack 3.5mm
• Memória: Interna: 32 GB /16 GB / RAM: 2 GB
• Micro-USB
• Micro-SIM
• Conectividades: Bluetooth: 4.0 / Wifi: IEEE 802.11 a/ac/b/g/n / NFC
• Câmara: 13 Megapixéis / Estabilização óptica de Imagem (OIS), Auto-Focus, Zoom Super Resolução / Flash: LED / Vídeo: 1080p full HD / Frontal: 2,1 Megapixéis
• Redes: 4G: LTE / 3G: 850/900/1900/2100 MHz / GSM: 850/900/1800/1900 MHz
• GPS: aGPS.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Google ficará com quase 6% da Lenovo quando vender a Motorola


O Google ficará com uma participação de 5,94% na Lenovo, a maior fabricante mundial de computadores pessoais, quando estiver concluída a venda da Motorola.
O negócio entre as duas empresas foi anunciado na semana passada. Comprar a fabricante de telemóveis custará à Lenovo 2910 milhões de dólares (aproximadamente 2100 milhões de euros), muito menos do que os 12.500 milhões que o Google tinha pago.
A multinacional chinesa pagará 660 milhões de dólares em dinheiro, 750 milhões em ações e mais 1500 milhões em dinheiro, ao longo de três anos. Os 750 milhões em ações corresponderão a 5,94% do capital, especifica agora um documento da Lenovo, entregue ao regulador da Bolsa de Hong Kong (nesta sexta-feira, a comunicação da Lenovo ao regulador gerou confusão e levou a que muitos media noticiassem que o Google iria comprar uma participação na companhia chinesa).
O principal acionista da Lenovo é a Legend Holdings, uma empresa com investimentos nos sectores financeiro, imobiliário e de tecnologias de informação, que tem perto de 33% do capital. O presidente executivo, Yang Yuanqing, tem uma participação de 7,5%.
A Lenovo, que se tornou líder no mercado dos PC depois de ter comprado este negócio à IBM, é o quarto maior fabricante de smartphones, de acordo com a analista IDC. Tem uma uma quota de mercado de 4,5% e vendas sobretudo na China. A compra da Motorola permitirá uma entrada em mercados onde não tem presença, como a América do Norte e a América Latina. As duas companhias têm uma quota de mercado combinada de 5,4%.
Também no mês passado, a Lenovo anunciou a compra do negócio de servidores empresariais da IBM, por 2300 milhões de dólares. A empresa americana receberá cerca de 300 milhões em ações.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Timão apresenta Bruno Henrique e sai em busca de atacante

O volante Bruno Henrique será apresentado pelo Corinthians na tarde desta quinta-feira, no CT Joaquim Grava. Contratado do Londrina, o jogador acertou com o clube do Parque São Jorge há mais de um mês, mas pendências em relação ao pagamento dos direitos econômicos do atleta vinham dificultando o anúncio. 
O compromisso com o Timão deverá ser de quatro anos. Ao contrário do planejado inicialmente, ele não fechará o ciclo de contratações. O técnico Mano Menezes quer um centroavante para substituir Alexandre Pato, negociado com o São Paulo. 
O diretor de futebol alvinegro, Ronaldo Ximenes, já havia esclarecido a divisão do valor dos direitos de Bruno Henrique. A chegada do jogador ao Corinthians conta com ajuda do Banco BMG. O Timão e o investidor adquiriram 25% do valor (R$ 750 mil), cada, enquanto os outros 50% continuam com a SM Sports, gestora do Londrina. Além dele, chegaram ao clube o lateral-direito Fagner – emprestado pelo Wolfsburg, da Alemanha, até o fim do ano – e o lateral-esquerdo Uendel, ex-Ponte Preta.

Se até semanas atrás a diretoria do Corinthians assegurava que o elenco estava fechado para novas chegadas, a forte movimentação no mercado de transferências nesta semana mudou os planos dos responsáveis pelo futebol do clube. Como Pato irá para o São Paulo, enquanto o ex-tricolor Jadson chegará ao Timão, Mano Menezes já pensa em um substituto para o posto de centroavante. A necessidade é vista como imediata.
– Um dos problemas que tivemos era que o Pato não se sentia substituto do Guerrero. Quando o colocamos na função, ele ficou fora da área, distante. Isso dificultava para a equipe. Certamente temos de encontrar algum jogador no mercado, que possa, com característica diferente, de mais velocidade e profundidade, fazer essa referência – explicou o comandante.
A fase vivida por Guerrero não é das melhores. Artilheiro do Corinthians em 2013, com 18 gols marcados, o peruano iniciou o ano abaixo da expectativa. Os outros componentes do ataque, Romarinho e Emerson Sheik, vem sendo alvos de críticas constantes da torcida. 


sábado, 14 de dezembro de 2013

Alemanha construirá seu próprio CT para a Copa no Brasil




De olho no título da Copa do Mundo, a seleção da Alemanha vai se instalar em um centro de treinamento e hotel no Brasil construído à medida para ela e financiado por investidores alemães no sul da Bahia.
O "Camp Bahia" será erguido para receber o time de Joaquim Löw e terá treze casas para a delegação. Em menos de um quilômetro, um campo de treinamento será construído e tudo será cercado por uma forte segurança para garantir a tranquilidade do time alemão.


A assessoria de imprensa da Federação Alemã de Futebol confirmou à reportagem que sua sede no Brasil será inteiramente nova. Mas garante que não será a entidade quem irá construir o centro. A iniciativa será financiada por empresas alemãs.
O local escolhido é um terreno cerca de 30 quilômetros de Porto Seguro e permitirá que o time possa viajar com certa tranquilidade a partir do aeroporto local para Salvador, Fortaleza e Recife.


Os três jogos da primeira fase no Nordeste causaram preocupação entre os organizadores da seleção alemã, principalmente por conta do calor. Em Salvador, no dia 16 de junho, a Alemanha enfrenta Portugal. Em Fortaleza, o jogo é contra Gana. A primeira fase termina no dia 26 em Recife contra os Estados Unidos do técnico alemão Jürgen Klinsmann.

Löw exigiu tranquilidade máxima aos jogadores e condições ideais. O problema era encontrar um hotel que fosse ao mesmo tempo luxuoso o suficiente para acolher o time e que também tivesse a infraestrutura necessária para o treinamento da equipe. Isso tudo na região do Nordeste.
A opção foi por lançar uma nova iniciativa imobiliária que, depois da Copa, se transformará em um resort. Ainda nesta sexta-feira, a Alemanha anunciará todos os detalhes da operação.

domingo, 3 de novembro de 2013

Novo Zelda para 3DS tem muita repetição, mas boas novidades


Eu já fiz muitas coisas nos games da franquia Zelda: velejei, viajei no tempo, salvei Hyrule… A maior parte do que acontece na série pode ser considerado repetitivo, segundo a opinião de algumas pessoas. E este é o medo que sempre aparece quando surge algum novo Zelda. Será que vai ser assim?
Nesta semana, eu tive a oportunidade de jogar o novo Zelda para 3DS, A Link Between Worlds. Muito coisa, é claro, é bem parecida com o que já conhecemos: masmorras, muitos puzzles, esse tipo de coisa. Mas também há várias novidades.
Vamos começar pelo começo. A Link Between Worlds se passa algumas centenas de anos após A Link To The Past. Os cidadãos podem não ser os mesmos, mas tudo ainda se passa em Hyrule. Mas, neste Zelda, a maior parte de sua preocupação não será sobre Hyrule, que está passando por um momento de paz. No jogo, Link terá que salvar os descendentes dos Sete Sábios que estão localizados em Lorule, um lugar que Link pode visitar ao atravessar algumas rachaduras encontradas em Hyrule. E você pode fazer isso literalmente entrando nas paredes e se movimentando como se fosse uma pintura.
E como Link faz isso? Como ele tem esse poder? Eu não faço ideia, mas a mecânica do jogo faz sentido. E é importante alertar que você não é o único que tem essa habilidade. O grande vilão do jogo sequestrou os Sete Sábios e os transformou em pinturas na parede. Talvez a gente descubra mais sobre essa habilidade conforme a história avança. De qualquer forma, todas as rachaduras em Hyrula correspondem a um lugar específico no mapa de Lorule, que tem sete masmorras. Apesar dessas masmorras serem bem parecidas com as que encontramos em A Link To The Past, elas apresentam vários puzzles diferentes.
As sete masmorras estão disponíveis para serem exploradas na ordem que você quiser, uma novidade para a franquia Zelda. A questão é: você tem as ferramentas certas para explorar cada local? Cada masmorra pode requisitar algo diferente de você, e você pode ou não ter a ferramenta ou arma necessária para cumprir a tarefa. E é aí que aparece a lojinha. Em outra novidade da série, você vai poder comprar ou alugar todas as armas clássicas de Zelda que nós conhecemos e amamos, de bumerangues aos arcos.
Minha demo se passa em algum momento no meio do jogo. Eu tinha 1.400 rupees no bolso e é claro que eu visitei a loja para saber o que poderia fazer com esse dinheiro. Eu percebi que comprar um bumerangue custaria 400 rupees, e alugá-lo sairia bem mais barato. Isso acontece com a maioria dos outros itens, mas até o fim do jogo você deve ter dinheiro para comprar todos os produtos na loja.


Mas alugar um produto na loja pode ser um problema. Se você morrer no meio de uma masmorra, já era. Os itens alugados somem e você terá de alugá-los novamente e, nesses casos, o barato sai caro. A boa notícia é que todo o progresso que você já fez na masmorra – puzzles resolvidos e portas abertas – continuará intacto. E após a morte você tem a opção de continuar o jogo da masmorra ou da casa do Link.
Por um lado, esse sistema de poder alugar coisas correndo o risco de perder tudo após a morte me parece bem interessante. Os riscos ficam bem mais altos. Mas, por outro lado, muita gente imagina que isso é um jeito criado pela Nintendo para introduzir as famigeradas microtransações no universo de Zelda. E aqui vai a boa notícia: quando questionado, um representante da Nintendo afirmou ao Kotaku que os micropagamentos não serão usados em Zelda. Além disso, que tipo de conversão dinheiro/rupee seria feita se nós podemos encontrar rupees em qualquer lugar do jogo?
Vamos falar um pouco das masmorras agora. A Link Between Worlds tem como objetivo se aproveitar da tecnologia 3D do 3DS, e boa parte do jogo é feita de maneira vertical. A visão é do topo para baixo e a maior parte do tempo é gasta subindo ou descendo na masmorra.
Juntando isso à habilidade de entrar nas paredes, fui forçada a pensar no espaço de uma maneira diferente, não só em relação aos outros jogos da franquia Zelda, mas aos jogos em geral. Uma pequena área explorada pode ter muito mais complexidade. Você pode explorar essa área normalmente ou pode “entrar” na parede e, além disso, pode gastar muito tempo indo mais para cima ou para baixo em um lugar específico do mapa.
O conceito de fusão com paredes transforma completamente a sua maneira de pensar sobre as coisas e os novos puzzles vão exigir um bom domínio dessa nova habilidade. Mas qual é o nível de dificuldade deste novo jogo? Você vai gostar de saber que as masmorras deste Zelda não tem uma escala progressiva de dificuldade, mas cada masmorra oferece um tipo de desafio diferente.
E nem tudo é puzzle, claro. A habilidade de fusão com a parede também vai exigir um pouco de habilidade do jogador nos controles, especialmente no “timing” das ações. E, algumas vezes, você pode encontrar algumas pinturas na parede que podem ir para o “mundo físico” se você se fundir à parede para pegar essa pintura. Eu não consegui avançar muito no deom, mas está claro que A Link Between Worlds vai usar esta nova mecânica em várias situações interessantes.



Também é importante notar que há alguma margem de manobra na história de “ter a ferramenta certa para cada masmorra”. Eu encontrei alguns puzzles que exigiam o uso de bombas, que podem ser compradas. Mas nesta masmorra específica, eu encontrei um inimigo que poderia ser usado como bomba, então eu pude avançar sem precisar estar equipado com tudo o que era exigido. É possível que outras masmorras permitam o mesmo com itens diferentes.
Uma coisa curiosa é que a possibilidade de compra ou aluguel de qualquer item a qualquer momento me deixou um pouco menos animada com as masmorras. Eu sabia que, independente de quanto eu explorasse o local, eu não iria encontrar um item novo super exclusivo para meu arsenal. Fica um pouco sem graça encontrar um Gancho (Hookshot) quando você pode ter este item desde o começo, sabe?
Isso talvez tenha me desanimado um pouco, mas não o bastante para não curtir o jogo. Os puzzles constantes e a nova mecânica de se fundir com paredes são características positivas que me deixaram bastante animada, apesar de eu ser uma dessas pessoas que sente que alguns jogos da série Zelda podem ser bem repetitivos.
Legend of Zelda: A Link Between Worlds será lançado dia 22 de novembro na América do Norte.

Fonte: MsnJogos


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Nono dígito já está em vigor no interior paulista



A partir do dia 25 de agosto , todas as linhas de telefones celulares do interior de São Paulo (DDDs 12,13,14,15,16,17,18 e 19) devem utilizar o nono dígito. Desde julho do ano passado a região metropolitana da capital paulista (DDD 11) já recebeu a atualização. Com a alteração, todos os números de telefonia móvel do Estado de São Paulo passarão a contar com o algarismo “9” antes dos outros números. A região do DDD 11 já tem o nono dígito implantado desde o ano passado.
A iniciativa da inclusão do nono dígito serve para aumentar as possibilidades de combinações numéricas, que agora cada código de área passa a ter 90 milhões de possibilidades de números.
Conforme a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), diferentemente  da região metropolitana de São Paulo, as demais regiões do país não estão com a numeração saturada e não necessitam ainda da mudança. Porém, para padronizar a situação no Estado, o órgão decidiu implantar o nono dígito em todo o Estado de São Paulo. Até 2016, todo o Brasil deverá contar também com tal algarismo.
Até 9 de setembro, todas as chamadas realizadas sem o acréscimo do nono dígito serão completadas, entretanto, depois deste prazo até o dia 2 de dezembro, o usuário que não utilizar o dígito, será notificado pelas operadoras.
Outros estados também irão receber o nono dígito ainda neste ano, como é o caso do Rio de Janeiro e São Paulo. Até o final de 2014, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Maranhão receberão um algarismo a mais.
Em 2015 Estados como Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí terão seus números modificados. Por fim, até o final de 2016, o nono dígito será disponibilizado para os Estados de Rondônia, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.



Fonte:  Oficina da Net

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A partir de hoje está extinto o prazo de validade nos cartões pré-pagos de celulares

Sexta-Feira, 16 de agosto de 2013; o Tribunal Regional Federal da 1ª Região concedeu a partir desta data a proibição por parte de todas as operadoras de telefonia móvel, o estabelecimento de prazo de validade para créditos nos cartões pré-pagos, ou seja, nenhuma operadora poderá a partir de hoje estabelecer prazo para o uso do crédito contratado nos cartões, sob pena de multa diária no valor de R$ 50 mil; vale salientar que ainda cabe recurso por parte das operadoras.
Para o desembargador federal e relator do processo, Souza Prudente, o estabelecimento de prazo nos cartões pré-pagos de celulares configura-se como um confisco antecipado dos valores pagos pelo serviço público de telefonia.
Onde nos autos do processo o relator declarou o seguinte: “Afigura-se manifesta a abusividade da limitação temporal em destaque, posto que, além de afrontar os princípios da isonomia e da não discriminação entre os usuários do serviço público de telefonia, inserido no Artigo 3º, Inciso III, da Lei nº. 9.472/97, na medida em que impõe ao usuário de menor poder aquisitivo discriminação injustificada e tratamento não isonômico em relação aos demais usuários desses serviços públicos de telefonia”.





Sendo assim o desembargador federal, Souza Prudente, declarou que são nulas as cláusulas contratuais e as normas da Anatel que estipulem a perca dos créditos adquiridos após o prazo de validade ou que condicionem a continuidade do serviço à aquisição de novos créditos.
Ainda de acordo com a medida imposta por Souza Prudente, as operadoras, Amazônia Celular, Oi, TIM e Vivo estão proibidas de subtraírem créditos ou imporem prazos de validade para utilização do serviço prestado por elas a seus clientes que utilizam o pré-pago e terão elas que reativar, no prazo máximo de 30 dias, os créditos dos usuários interrompidos, exatamente na quantia em saldo existente à época da suspensão.
Em tal recurso, o MPF declarou que a expiração dos créditos é uma afronta ao direito de propriedade e o mesmo caracteriza em enriquecimento ilícito por parte das operadoras, considerando que as cláusulas impostas são abusivas, onde essas desequilibram a relação entre o consumidor e as prestadoras de serviço.



domingo, 25 de agosto de 2013

Empresas de telefonia móvel do Brasil poderão ficar de fora do próximo leilão da rede 4G





A partir do próximo leilão da rede 4G referente à faixa de 700MHz, poderá ter novas exigências para as empresas participantes; uma delas, é a inclusão de registro de pendências na Justiça, informou o presidente da Anatel, João Rezende. Sendo assim, empresas como a Claro, Oi, Vivo e TIM, estariam impedidas de participar deste processo.
A pendência das companhias telefônicas se deve ao leilão da faixa de 2,5GHz, que ocorreu no ano passado. A Claro e a Vivo teriam que pagar um valor atrasado de RS 104,7 milhões, já a Oi e TIM um atrasado de R$ 52,3 milhões, mas ambas empresas entraram na Justiça contra o valor cobrado, sendo que elas alegam que a Anatel não havia estabelecido um prazo para efetuar tal pagamento.
Contudo, o caso está rolando na Justiça e as empresas conseguiram uma liminar para até o momento poderem participar do leilão, que ainda não possui uma data definida


Fonte:  Oficina da Net:

domingo, 12 de agosto de 2012

Curso Ar Condicionado de Automóveis – Vídeocarro


A vídeo aula (Vídecarro) traz de forma didática, o curso  de ar-condicionado automotivo e suas reações quanto à mudança do gás R12 para o 134-A. Explica o funcionamento de cada componente do sistema, em relação aos aspectos mecânicos e elétricos.
Informa a composição química dos gases
Funcionamento do sistema de ar condicionado
Funcionamento de cada componente
Localização de cada componente
Como descobrir vazamento de gás e muito mais.


Download Parte I

Download Parte II



segunda-feira, 9 de julho de 2012

São Paulo irá adotar táxis elétricos




A partir da semana que quem, as ruas de São Paulo contarão com uma novidade, a circulação de táxis elétricos. A Prefeitura da cidade apresentou os dois modelos na última terça-feira, dia 5.
Inicialmente a frota será composta por apenas dez carros assim, os ganhos ambientais do projeto ainda são pequenos, porém, notórios, já que, esse tipo de veículo não emite gases poluentes.
A Prefeitura de SP já adiantou que não há nenhuma expectativa para que todos os taxis que já circulam pela cidade, cerca de 30 mil carros, possam ser trocados por modelos elétricos.
O valor de cada taxi ainda é muito caro, cada um custa R$ 200 mil, para tanto, eles serão usados em regime de comodato com a Nissan, que é a empresa fabricante do veículo, e também com duas empresas de frota de táxi de SP

domingo, 27 de setembro de 2009

E-book - Comunicação de dados via rede eletrica

Pessoal realmente vale a pena conhcer essa nova tecnologia , internet via rede eletrica com certeza no futuro todos nós usaremos ela para navegar ...
Este trabalho trata da comunicação pela rede elétrica visando a sua utilização na área de automação residencial e predial. O trabalho inclui uma breve descrição dos principais conceitos e tecnologias usadas para comunicação de dados pela rede elétrica e apresenta aplicações desenvolvidas no Brasil e no exterior. Foi realizada uma comparação entre modems para comunicação via rede elétrica e posteriormente foram feitos experimentos usando-se um modem comercial. A análise experimental buscava testar o comportamento de um modem em redes elétricas brasileiras e avaliar a influência do ruído e da distância na comunicação. Foram utilizados três ambientes de teste: um apartamento, o laboratório de automação da UFRGS e salas de aula da Escola de Engenharia da UFRGS. Os resultados mostraram que a tecnologia é viável, mas por apresentar muita variabilidade nas taxas de transmissão, torna-se extremamente difícil a sua utilização em aplicações que demandem tempos de resposta determinísticos.


Download