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sexta-feira, 20 de junho de 2014

O Verdadeiro Exemplo a ser seguido


O EXEMPLO DA TORCIDA JAPONESA QUE DEVERIA SER SEGUIDO PELOS BRASILEIROS MAS ....

Educação vem de berço, vem dos lares, das familias !




Fonte:  Youtube



domingo, 8 de junho de 2014

Aconteceu em Sala de Aula ...



Lembrando fato ocorrido em sala de aula.
Na década de 1980, quando eu lecionava na Universidade Mackenzie,
uma aluna da primeira fila, vestida modernosamente de hippie, com
tatuagens de dragão e cruz egípcia, sentada na posição de yoga,
interrompeu-me para dizer:
"_Ahhh, professor... Essa aula tá muito chata!"
Eu respondi:
"_Chato vai ser quando o assunto cair na prova!"
Não deu outra e o assunto foi um dos temas da prova. Então, disse ela:
"_O senhor não deu essa matéria".
Eu abri o diário e citei a data e horário em que o tema foi abordado.
A classe em peso caiu em gozação com a garota, que se retirou dizendo que faria reclamação na reitoria.

sábado, 7 de junho de 2014

Juiz nega dano moral a aluno que teve celular tomado em sala de aula


"O professor é o indivíduo vocacionado a tirar outro indivíduo das trevas da ignorância, da escuridão, para as luzes do conhecimento, dignificando-o como pessoa que pensa e existe".
As palavras acima são do juiz de Direito Eliezer Siqueira de Sousa Junior, da 1ª vara Cível e Criminal de Tobias Barreto/SE, ao julgar improcedente a ação de aluno em face de professor que tomou seu celular em sala de aula.
De acordo com os autos, o docente retirou o aparelho do aluno, que ouvia música com fones de ouvido durante sua aula. O menor, representado por sua mãe, ajuizou ação para pleitear dano moral, para reparar seu "sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico e emocional".
Ao analisar o caso, o juiz Eliezer solidarizou-se com a situação dos professores.
 "Ensinar era um sacerdócio e uma recompensa. Hoje, parece um carma".
Afirmou, então, que o aluno descumpriu norma do Conselho Municipal de Educação, que veda a utilização de celular durante o horário de aula, além de desobedecer, reiteradamente, o comando do professor.
Para o magistrado, não houve abalo moral, uma vez que o aluno não utiliza o aparelho para trabalhar, estudar ou qualquer outra atividade.
 
"Julgar procedente esta demanda é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os realitys shows, a ostentação, o bullying intelectivo, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira".
Por fim, o juiz prestou uma homenagens aos docentes.
 "No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro herói nacional, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu múnus com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor."

quarta-feira, 14 de maio de 2014

A PÉSSIMA COLOCAÇÃO DO BRASIL NO RANKING MUNDIAL DA QUALIDADE DE EDUCAÇÃO QUE DILMA TENTA ESCONDER ....

A imaginária pistola de partida é acionada, autorizando a largada. Diante de uma plateia de autênticos campeões – os 500 jovens medalhistas da nona edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – Dilma Rousseff se põe na pista com um sprint fenomenal:
“Eu gostaria inicialmente de comprimentá a cada um dos medalhistas de ouro e a cada uma das medalhistas de ouro”.
Sua próxima meta é revisar o pétreo artigo 5 da Constituição, que passará a ser escrito: “Todos e todas são iguais perante a lei”.
Mas já nas primeiras passadas, ela deixa claro que serão, como sempre, 100 metros de ideias rasas:
“Dizer para vocês que este é um momento especial pra vocês, para a família de vocês e pro Brasil. E isso significa que nós temos um grande orgulho e por isso eu estou aqui. Por isso, como presidenta da República, eu represento este país que quer, que tem ânsia, que deseja que a educação seja o principal caminho dos jovens, das crianças, dos homens e das mulheres deste país”.
Ânsia tem a ver com a vertigem produzida pelo tropel de palavras tontas que correm para um lado, enquanto o país real vai para outro: a Economist Intelligence Unit acaba de divulgar um ranking da qualidade da educação em 40 nações pesquisadas. Vergonha Nacional.
O Brasil, há 11 anos e meio governado pelo lulopetismo, é o 38º colocado, só à frente de México e Indonésia – e vem se esforçando, nesse período, para ser o lanterninha.
Mas a matemática pode ser nossa redenção.
“Porque a matemática, ela tem um poder muito interessante. Ela é a base de todas as ciências, ou seja, a matemática pode ser usada em todas as áreas da ciência. Pode também… é um elemento fundamental para que nós tenhamos capacidade e melhor condição de usar isso que nos distingue, que é o conhecimento e que é a aplicação da lógica e de todos os recursos que a matemática pode trazer para o país”.
Explicar a matemática em dilmês é um problema insolúvel. Mas ok. Só que, no caso da refinaria de Pasadena, a matemática foi ingrata e nos roubou recursos. Mas a presidente continua uma entusiasta do raciocínio lógico, filho da aritmética.
“Por isso, esse ano, não na formatura de vocês, mas a próxima edição, será a 10ª edição, essa foi a 9ª, a próxima, de 2014, que vamos nós vamos fazer em 2015, será a 10ª. É algo que nós devemos considerar como sucesso”.
Sim: um sucesso o 10 vir depois do 9, num país onde o PAC 2 vem antes da conclusão do PAC 1.
Mas é aos 31min47s da prova que – na linguagem dos maratonistas – Dilma bate no muro.
“Nós somos um país excepcional. Nós somos 201 milhões de brasileiros. É pouco, pouco pro tamanho do território. Cês olham só a Índia e a China, uma tem 1 bilhão e 300 mil pessoas, pessoas, a outra tem 1… Um trilhão, aliás, não é? Não, é um bilhão, 1 bilhão e 850 mil, que é a Índia. Cinquenta milhões (sopro), obrigada, tão ótimos hoje”.
Na linha de chegada, não foi difícil constatar que qualquer um dos 500 adolescentes ali presentes sabe mais matemática, geografia, português e lógica do que a presidente da República – que não domina sua própria língua e que, num lampejo, criou um país habitado por mais de um trilhão de habitantes. Ninguém no mundo havia pensado nisso antes, nem como ato falho.
Pensando bem: uma tremenda injustiça a má colocação da Educação brasileira no ranking da Economist.
​País rico é país sem analfabetos.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Comercial Genial e Chocante: Dirigir em alta velocidade

Outras pessoas podem cometer erros – Dirija devagar”. (Other People Make Mistakes – Slow Down)

NewZealand Government

Pare e pense

Quantas pessoas já morreram por erros como esse?! Não prestaram a devida atenção ao entrar em uma estrada ou rua e (de repente) bummmmm!
- Acabou!
Nenhum acidente ocorre devido a apenas um único motivo! Sempre existe uma somatória de erros que, no fim, termina com pessoas mortas ou feridas.
Excesso de velocidade, embriaguez, desrespeito às leis de trânsito, falta de atenção, falta de manutenção de carros e estradas, falta de sinalização, falta de fiscalização das autoridades, pressa, preguiça, corrupção, jeitinho, enfim, uma hora o “acidente” aparece.

 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Isitec é credenciado pelo MEC como instituição de ensino superior


O processo para assegurar a oferta do curso de graduação em Engenharia da Inovação pelo Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) foi concluído na sexta-feira (1º/11).  O credenciamento junto ao MEC consta da Portaria nº 1.068, assinada pelo ministro Aloizio Mercadante e publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (4/11). Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente do SEESP, entidade mantenedora da nova escola, comemora: “Vamos agora poder dar nossa contribuição efetiva para formar mão de obra qualificada. A ideia é oferecer aos estudantes um ensino de excelência, focado na inovação.” Ele destaca ainda que “somos o primeiro sindicato a criar uma instituição de ensino superior. Isso aconteceu devido à crescente necessidade de profissionais especializados nessa carreira, hoje tão promissora”.
A proposta surgiu como reflexo do que foi apontado ainda em 2006 pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) em seu projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, o qual conta com a adesão do SEESP e demais sindicatos estaduais filiados à entidade nacional. O documento, que vem sendo atualizado constantemente, indica que é preciso ampliar a demanda por engenheiros para desenvolver o País e assegurar qualidade em sua formação. Atrelada a essa necessidade, a visão de que esses profissionais devem ter perfil voltado à inovação norteou a criação do Isitec e constitui seu diferencial.
A faculdade
Com instalações habilitadas a entrar em operação, segundo avalizado há um ano por comissão do MEC, a escola, localizada no bairro da Bela Vista, em São Paulo,  conta com infraestrutura, como laboratórios, biblioteca e salas de aula, aptas a assegurar ao mercado profissionais altamente capacitados. A proposta pedagógica também já havia obtido aprovação, em dezembro de 2012, com a concessão pelo Ministério de nota elevada ao curso de graduação. “Reconheceram como um projeto avançado, inovador, tanto na forma quanto no conteúdo, entendendo ser o que o País precisa do ponto de vista de formação e qualificação de engenheiros, respondendo ao que a sociedade, mercado, indústria colocam como necessidades ao desenvolvimento sustentável”, corrobora o diretor-geral do Isitec, Antonio Octaviano.

No processo para credenciamento legal do Isitec junto ao MEC, foram avalizados os documentos relativos tanto à proposta pedagógica quanto à infraestrutura adequada. O Conselho Nacional de Educação nomeou um relator que homologou a proposta do instituto. Encaminhada ao Ministro da Educação, tal foi sancionada pelas autoridades governamentais.
O curso
Além de agora estar apto a iniciar o processo seletivo à graduação, o Isitec poderá oferecer pós-graduação lato sensu – os cursos de curta duração já estão sendo disponibilizados. Segundo Octaviano, a graduação será em período integral, com carga horária de 4.600h, superior ao mínimo exigido de 3.600h pelo MEC. A primeira turma deverá contar com 60 alunos. “Na grade curricular, está previsto um elenco grande de disciplinas, matérias optativas e atividades complementares.”

A ideia, conforme José Marques Póvoa, consultor acadêmico do Isitec, é formar engenheiros “multiespecialistas, que sejam capazes de se especializar em diversas áreas” ao longo de sua carreira. A proposta audaciosa leva em conta o fato de hoje o mercado ser absolutamente dinâmico, requerendo atualização constante. Caso contrário, diante dos avanços tecnológicos, os conhecimentos adquiridos na faculdade já poderão estar obsoletos na colação de grau. O novo curso, de cinco anos, pretende fornecer uma base sólida em engenharia, recuperando o conceito original do profissional enquanto “resolvedor de problemas”. “Tendo esse domínio, e estando preparado para continuar a aprender ao longo da vida, esse conseguirá transitar nas diversas áreas.” Com aulas práticas em todos os semestres, Póvoa destaca o caráter integrador do curso. “Não haverá laboratórios separados por disciplina, permitindo ao aluno realizar projetos em várias áreas.”
Diferenciais
Além disso, o consultor acadêmico aponta outros diferenciais na grade curricular. Entre eles, a inclusão do segundo ao oitavo ano da disciplina “Design e equipe de inovação”, com a proposta de que o estudante aprenda a trabalhar em equipe desde sua entrada na faculdade, já desenvolvendo projetos. Característica que o distingue, ainda, é a preocupação em apresentar exemplos de aplicação de engenharia nas disciplinas básicas dos três primeiros semestres, numa busca por impedir a evasão. Além de nivelamento no começo do curso para avaliar possíveis dificuldades em exatas, o Isitec propiciará acompanhamento fora do horário normal de aula durante os cinco anos de graduação. Também haverá “laboratório de linguagens”, provavelmente incluindo inglês, português e plataforma Windows. O projeto foca também no relacionamento universidade-empresa, propugnado pela FNE e SEESP no projeto “Cresce Brasil”, que deve ser impulsionado via convênios com companhias.


Fonte: Seesp

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

5 sites que ajudam a administrar melhor seus arquivos


rotina de um estudante é muito corrida. Além das muitas horas de aula por dia, ele também deve se preocupar com provas, redações, trabalhos e pesquisas solicitados semanalmente por professores de diferentes matérias. Todas essas atividades acabam por gerar uma enorme quantia de arquivos digitais. Sem a devida organização, esses materiais atrapalham o rendimento do aluno e podem prejudicar suas notas.
A seguir, confira cinco sites que vão ajudá-lo a administrar melhor seus arquivos e a compartilhá-los com os colegas e professores de acordo com suas necessidades:
1. Evernote
Evernote oferece aplicativos para Android e iOS que compartilham arquivos, fazem anotações, arquivos em imagem e áudio, entre muitas outras aplicações. Você pode conectá-lo ao computador e aproveitar todas as vantagens em diferentes plataformas.
2. Google Drive
Google Drive permite que você conecte sua conta de e-mail do Gmail e outras plataformas em único local. Ele oferece um espaço de armazenamento de 5GB, suficiente para arquivos em PDF, Word, apresentações e mais.
3. Dropbox
Mais utilizado para fins corporativos e profissionais, o Dropbox possui duas alternativas. A opção gratuita do Dropbox oferece um espaço de 2GB para armazenamento, enquanto a paga oferece o limite de 100GB.
4Shared
A disponibilidade de armazenamento do 4Shared é mais generosa, de 10GB. Ele também oferece umaplicativo para celular.
5. Mega
Do mesmo fundador do famoso e já extinto Megaupload, o Mega oferece gratuitamente um espaço de 50GB de armazenamento de arquivos de todos os tipos.

quinta-feira, 28 de março de 2013

O que é depressão?


Todo mundo já se sentiu triste ou para baixo pelo menos uma vez na vida – é uma parte normal de ser humano. Podemos experimentar emoções negativas devido a muitas coisas, como um dia ruim no trabalho, o término de um relacionamento, um filme triste, etc. Às vezes, dizemos até que estamos nos sentindo um pouco “deprimidos”.
Mas o que isso significa e quando podemos dizer se é mais do que apenas um sentimento passageiro?
Depressão é mais do que sentir tristeza ou estresse. É uma doença altamente prevalente e pode ser significativamente incapacitante. Também é comumente associada com outros transtornos mentais comuns, incluindo transtornos de ansiedade ou de uso de substâncias.
De acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo. No decorrer de um ano, 5% da população mundial sofrem com a doença.
No Brasil, estima-se que pelo menos dez milhões de pessoas ou 18% da população tenham depressão, mas esse número pode ser bem maior, já que muitos nem sabem que possuem a doença (e consequentemente não a tratam).
A OMS aponta que apenas 35% das pessoas com sintomas de problemas de saúde mental procuram ajuda. Isso pode ser por causa de dificuldades em identificar a depressão na comunidade devido a uma falta de conhecimento ou acesso a cuidados médicos, ou pelo estigma que a doença carrega.
Segundo os médicos, isso precisa mudar: depressão é coisa séria e leva a inúmeros suicídios (cerca de um milhão) todos os anos. Para enfatizar tal grave potencial, vale pensar em um exemplo prático que fez a manchete dos jornais recentemente: a morte do cantor Chorão, que muitos especulam ter sido causada por ele mesmo, devido a uma depressão que sua família afirmou que ele estava passando.

Episódio depressivo: diagnóstico e fatores de risco

Um episódio depressivo é definido como um período de duas semanas ou mais no qual o indivíduo experimenta sentimentos persistentes de tristeza ou perda de prazer, juntamente com uma série de outros sintomas físicos e psicológicos, incluindo fadiga, alterações no sono ou apetite, sentimentos de culpa ou inutilidade, dificuldade de concentração ou pensamentos de morte.
Para ser diagnosticado com transtorno depressivo maior, o indivíduo deve ter pelo menos um episódio depressivo que atrapalhe o seu trabalho, vida social ou vida domiciliar.
Geralmente, não há uma única razão pela que um indivíduo torna-se deprimido. Existem vários fatores de risco, incluindo influências fisiológicas, genéticas, psicológicas, sociais e demográficas.
  • Fatores de risco biológicos incluem ter um histórico familiar de depressão, sofrer de uma doença ou lesão de longo prazo de natureza física, experimentar dor crônica, usar drogas ilícitas ou tomar certos medicamentos, ter problemas de sono crônicos ou ter um bebê. Ter experimentado depressão no passado é um fator de risco para um episódio depressivo ainda maior;
  • Fatores de risco psicológicos para a depressão incluem ter baixa autoestima ou ter uma tendência a ser autocrítico;
  • Influências demográficas e sociais incluem ser do sexo feminino (as mulheres são quase duas vezes mais propensas a sofrer de depressão do que os homens), passar por eventos estressantes (como conflitos de relacionamento ou cuidar de alguém com uma doença grave), ter experimentado uma infância difícil ou abusiva ou estar desempregado.
As pessoas são muito diferentes na quantidade ou tipo de fatores de risco aos quais estão expostas ou experimentam. E ter vários fatores de risco por si só não é suficiente para desencadear a depressão.
Uma combinação de fatores de risco e a experiência de eventos estressantes ou adversos é que pode levar ao aparecimento da doença. Quanto maior o número de fatores de risco que uma pessoa experimenta, mais vulnerável está a desenvolver a condição quando se depara com eventos de vida estressantes.
Em contraste, aqueles expostos a menos fatores de risco estão um pouco mais protegidos, e só podem desencadear depressão quando expostos a níveis extremos de estresse.

Tratamento e prevenção

Hoje, há uma série de tratamentos eficazes para a depressão. O mais eficaz e amplamente utilizado é a terapia cognitivo-comportamental aliada a medicamentos antidepressivos.
Terapia cognitivo-comportamental é uma terapia baseada no diálogo que tem como principal objetivo reduzir os padrões de pensamentos negativos, enquanto os medicamentos antidepressivos agem sobre substâncias químicas cerebrais que podem desempenhar um papel na doença.
Há também evidências de que a terapia cognitivo-comportamental combinada com a educação sobre a depressão pode impedir que um indivíduo desenvolva a condição. Para ampliar o alcance de tais programas de prevenção, terapias online foram desenvolvidas e se mostraram eficazes.
Pesquisadores australianos estão na vanguarda do desenvolvimento de plataformas na internet para reduzir a prevalência de depressão e outros transtornos mentais. Por exemplo, eles testaram um programa online que necessitou de apenas 111 minutos de contato entre o paciente e o médico durante um período de oito semanas para eliminar o diagnóstico de depressão nos participantes, um tempo significativamente menor do que o necessário para outras terapias similares.
Outro estudo do mesmo grupo, da Universidade de New South Wales (Austrália), mostrou que a terapia cognitiva comportamental via internet tem o poder de reduzir dramaticamente tanto a depressão quanto os pensamentos suicidas em pelo menos 50% dos pacientes.
Por fim, há evidências de que alterações de estilo de vida também podem ajudar a prevenir a depressão em algumas pessoas. Engajar-se em comportamentos saudáveis – tais como ter um sono adequado, evitar o uso de substâncias, tomar vitaminas ou suplementos de óleo de peixe, praticar atividade física e ter uma alimentação saudável – tem sido associado com sintomas de depressão reduzidos. No entanto, os cientistas não sabem dizer se simplesmente alterar o estilo de vida pode levar diretamente a prevenção da doença.
A pesquisa atual sobre as bases biológicas e genéticas da depressão está resultando em um contínuo refinamento de tratamentos físicos e farmacológicos.
A análise e melhor compreensão das opções de tratamento para determinar quais são mais eficazes para cada tipo de pessoa também é uma grande promessa para permitir uma abordagem individualizada de tratamento e prevenção da depressão no futuro


sábado, 8 de dezembro de 2012

Professores rejeitam nomeação de Cláudia Costin para o MEC

  

Aloizio Mercadante chamou Cláudia para dirigir a Secretaria de Educação Básica do MEC. Fotos: Agência Brasil

Apesar de muito criticada por sua visão neoliberal e privatizante, a atual secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro, Cláudia Costin, foi convidada pelo ministro Aloizio Mercadante para assumir a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC).

Importantes setores da Pedagogia no País estão profundamente preocupados com a nomeação de Costin, que foi ministra da Administração no governo Fernando Henrique Cardoso, esteve ligada ao desmonte do Estado brasileiro, além de ter sido diretora da Fundação Victor Civita, do Grupo Abril/Veja.

Por isso, pesquisadores, professores, estudantes e suas entidades representativas lançaram o abaixo-assinado Cláudia Costim, não! Ele é destinado ao ministro Mercadante, aos Sindicatos da Educação, Escolas Municipais, Estaduais e Federais, Universidades Públicas, Entidades Acadêmicas. Segue o texto do manifesto, que já tem mais de 3 mil assinaturas.

CLÁUDIA COSTIN, NÃO!

A privatização do ensino público, a fragmentação do trabalho docente, a perda da autonomia dos professores, a submissão estrita aos cânones neoliberais têm sido implementados por Cláudia Costin à frente da Secretaria Municipal da Educação na cidade do Rio de Janeiro.

Seu autoritarismo didático e de conteúdos, prescritos em cadernos e apostilas, emanado das orientações dos organismos internacionais ampliam o abandono da educação básica da grande maioria da população, historicamente relegada à carência de escolas e, mais recentemente, à desqualificação da educação nas escolas existentes. Além disso, no Rio de Janeiro, professores, gestores e funcionários têm sido alvo de aliciação pecuniária, os bônus financeiros, através de remuneração extraordinária pelo desempenho dos alunos, traduzido em um percentual de aprovação de alunos nas turmas e no conjunto da unidade escolar, como compensação aos baixos salários.

Não por caso, quando Ministra da Administração Federal e Reforma do Estado no governo FHC, foi uma das responsáveis pela idealização e implementação do desmonte do Estado, incluindo-se aí as privatizações ou a venda do país e a quebra da estabilidade dos servidores públicos.

Se confirmada Cláudia Costin à frente da Secretaria de Educação Básica, é esperada a descaracterização da educação fundamental e média com o apagamento do professor e do aluno como sujeitos históricos. Costin faz parte de um grupo de intelectuais que seguem a férrea doutrina do mercado, onde tudo vira capital, inclusive as pessoas. Não mais educação básica, direito social e subjetivo, mas escola fábrica de capital humano. Uma versão bastarda do ideário republicano de escola, como a define Luiz Gonzaga Belluzzo, em brilhante texto na Carta Capital de 29.08.2012. Esta visão bastarda de educação objetiva apagar qualquer senso crítico dos alunos. Trata-se de transformar, para Belluzzo, recorrendo a Marshall Berman, a ação humana em repetições rançosas de papéis pré-fabricados, reduzindo os homens a indivíduos médios, reproduções de tipos ideais que incorporam todos os traços e qualidades de que se nutrem as comunidades ilusórias.

Delegar à administradora esse setor vital da educação brasileira é declinar de todos os embates e propostas da educação, em contraponto às políticas neoliberais dos anos 1990.

Professores, pesquisadores, estudantes e suas entidades representativas vêm publicamente, protestar contra o arbítrio economicista, degradante e mutilador para a educação das gerações de jovens da educação básica que sua presença na SEB traria à educação básica, não apenas na cidade do Rio de Janeiro, mas em todo Brasil. Cláudia Costin, NÂO!



domingo, 7 de outubro de 2012

Blackbook – Clínica Médica


O livro  de Clínica Médica é o segundo da série Blackbook, onde os manuais são divididos em duas partes: a primeira é uma compilação terapêutica em que as informações dos medicamentos estão organizados em grupos. A segunda parte do livro é composta de rotinas médicas que abordam os principais temas da Clínica Médica.


terça-feira, 24 de julho de 2012

Dicionário Oxford 2012 + Serial


Com mais de 35 milhões de cópias vendidas, Advanced Learner’s Dictionary Oxford é o dicionário best-seller campeão de vendas e o dicionário predileto de professores e alunos.
Última edição de um dos mais famosos dicionário para estudantes e profissionais da língua inglesa, produzido pela Oxford University.
Principais características:
- NEW 1.000 novas palavras e significados, cobrindo a tecnologia, estilo de vida, gírias, a economia (comércio de carbono, jornalismo cidadão, malware, bookmarking social, empilhá-la, staycation, o fator X).
- NEW Oxford 3000 ™ Plus mostra aos alunos a expressão mais importante a saber em Inglês e os significados mais importantes dessas palavras.
- NEW iWriter Oxford em CD-ROM interactivo, um tutor para ajudar a planejar os alunos, escrever e revisar o trabalho escrito.


domingo, 8 de julho de 2012

Física 1 – Ensino Médio – Vídeo Aula


Vídeo aula  no formato ISO, que  aborda a Física do ensino médio de forma inovadora, prática e atual.
Possui um ambiente estimulante (telas + áudio), com uma navegação fácil e intuitiva, o que facilita a compreensão do assunto.
Além disso possui muitos testes ao final de cada assunto, para você treinar o que já foi apresentado! E ainda acompanhe os seus resultados, verificando os erros e acertos.

Confira a lista completa do conteúdo abordado no curso:
01. Principais conceitos de Matemática aplicados à Fìsica.
02. Introdução à Mecânica.
03. Velocidade e Aceleração.
04. MRU – Movimento Retilíneo Uniforme.
05. MRUV – Movimento Retilíneo Uniformamente Variado.
06. Lançamento Vertical.
07. Composição de Movimentos.
08. MCU – Movimento Circular.
09. Dinâmica.
10. Forças Importantes.



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Fonte: Bons Amigos


terça-feira, 12 de junho de 2012

Genética Médica – 6ª Edição – Thompson & Thompson


Usando a mesma abordagem acessível sempre apreciada pelos leitores, esta 6ª edição integra os princípios clássicos da genética humana com a moderna genética molecular, demonstrando as aplicações clínicas desse conhecimento no diagnóstico e tratamento de uma ampla gama de distúrbios genéticos.
O leitor encontrará novas informações sobre:
- defeitos do desenvolvimento;
- genética das doenças complexas;
- genética do câncer;
- as bases moleculares e bioquímicas da genética;
- o Projeto do Genoma Humano;
- e muitas outras descobertas revolucionárias e progressos.

Esta 6ª edição incorpora casos clínicos, identificando 29 dos distúrbios genéticos mais comumente vistos, para ajudá-lo a relacionar a genética básica com a genética clínica.
Ilustrações coloridas, juntamente com sumários concisos de características principais, causas e conduta, tornam os casos clínicos de simples compreensão.


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Fonte: Bons Amigos