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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Câmara de SP aprova projeto de lei que proíbe Uber

A Câmara Municipal de vereadores de São Paulo aprovou nesta noite de terça-feira, 30 de julho, o projeto de lei, número 349/2014, que proíbe o uso de aplicativos de carona remunerados na cidade. A votação foi unânime sendo 48 votos a favor da proibição contra 1 voto. Para começar a valer, a nova regra ainda precisará ser aprovada em segunda votação e posteriormente sancionada pelo prefeito Fernando Haddad (PT).
De acordo com o projeto do vereador Adilson Amadeu (PTB), a associação entre empresas administradoras desses aplicativos e estabelecimentos comerciais também será proibida. Se a medida entrar em vigor, quem descumprir a regra pagará multa de R$ 1,7 mil, terá o veículo apreendido e poderá sofrer outras sanções.


Cerca de 500 taxistas vestidos de camisetas escritas “Fora Clandestinos” bloquearam um viaduto no Centro de São Paulo, para pressionar os vereadores. “Se o projeto não for aprovado, pode acontecer uma desgraça. Já ouvi gente falando que se a lei não fiscalizar os clandestinos, vai tomar uma atitude”, disse Natalício Bezerra, presidente do Sindicato dos Taxistas Autônomos de São Paulo. Neste tom de agressividade que os taxistas estavam esperando a votação. 
A polêmica deve continuar pelos próximos meses e São Paulo não é a única cidade do mundo, onde o Uber atua, que exibe essa relação de amor e ódio em torno do aplicativo. Na semana passada, taxistas franceses pararam a França em um dia de greve contra o aplicativo e promoveram quebradeira.
O Uber já é problema em vários locais no mundo, na França os taxistas estão até linxando pessoas que usufruem do aplicativo para ganhar dinheiro. 

Fonte:  Oficina da NET

sábado, 7 de fevereiro de 2015

COELHINHO, O URSO E O LEÃO

Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais quando olha para o lado vê um enorme urso fazendo o mesmo.
O urso se vira para ele e diz:
- Hei, coelhinho, você solta pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa...

Então o urso pegou o coelhinho e limpou a bunda com ele.
 
MORAL DA HISTÓRIA: 
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSE BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!

No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado...!
Te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo e já contei pra todo mundo!!! 


MORAL DA MORAL: 
VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRE-SE QUE SEMPRE EXISTE ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA QUE VOCÊ!

 
CONCLUSÃO:
O problema do Brasil é que, quem elege os governantes não é o pessoal que lê jornal, mas quem limpa a bunda com ele !!!!

O Brasil está em estado terminal, tornando-se um tipo de Venezuela. E você, cego, permitirá?




Fonte:  Youtube

sábado, 22 de novembro de 2014

"LA PROSTITUCION (( INFANTIL )) EN CUBA" Documental



El documental muestra a un grupo de periodistas españoles que contratan a un grupo de niñas cubanas (14-16 años) para prostituirse con unos supuestos extranjeros que visitarán próximamente la isla. Con la ayuda de chulos, profesores y policias, los periodistas logran su objetivo con facilidad.

Documentario em Espanhol

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Dilma admite referendo como consulta popular para reforma política

(Reuters) - A presidente Dilma Rousseff admitiu nesta terça-feira que a consulta popular para a reforma política possa se dar por meio de um referendo e não de um plebiscito, como vinha defendendo.
Em entrevistas ao Jornal do SBT e ao Jornal da Band nesta noite, a presidente disse que "todos defendem a consulta popular" e "não interessa muito se é referendo ou plebiscito".
"Porque é que eu acho que não interessa muito se será plebiscito ou referendo? Por conta do seguinte: é importante saber o que vai constar da reforma. Se a gente tiver um acordo amplo sobre o que vai constar na reforma, pode ser uma coisa ou outra", disse Dilma no Jornal do SBT.

Anteriormente, a presidente defendia que o ponto de partida para a reforma política fosse um plebiscito, mecanismo pelo qual a população determinaria quais pontos seriam modificados. No referendo, o Congresso fará a reforma e a submeterá à aprovação do eleitorado, que votará contra ou a favor da reforma aprovada.
Dilma voltou a defender o diálogo em um segundo mandato e disse que poderá chamar os candidatos derrotados Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) para conversar sobre a reforma política.
"Sem a menor sombra de dúvida, eu estou aberta ao diálogo", respondeu Dilma quando questionada no Jornal do SBT se chamaria Aécio e Marina para discutir a reforma política.
"Eu acho que a palavra correta no início de um governo é se abrir ao diálogo com todos os setores, o Aécio, a Marina", disse a presidente. "Sim, eu posso chamá-los sim."
A presidente prometeu mais uma vez que não deixará "pedra sobre pedra" nas investigação sobre escândalos de corrupção na Petrobras e disse que o governo não será obstáculo para a instalação de mais uma comissão parlamentar de inquérito sobre a estatal no Congresso.
"Eu vejo com tranquilidade quantas CPIs quiserem instalar", assegurou.

Câmara derruba conselhos de participação popular e impõe derrota a Dilma


(Reuters) - A Câmara dos Deputados derrubou na noite de terça-feira um decreto do Executivo estabelecendo que órgãos da administração pública teriam de levar em conta instâncias e mecanismos de participação social, como conselhos populares, impondo a primeira derrota à presidente Dilma Rousseff no Congresso após a reeleição.
A oposição contou com o apoio de partidos da base aliada do governo, como PMDB e PP, para derrubar o decreto editado por Dilma que instituía a Política Nacional de Participação Social, informou a Agência Câmara Notícias.
Parlamentares que votaram a favor do projeto do líder do DEM, Mendonça Filho (PE), contra os conselhos populares alegaram que a norma invade as prerrogativas do Congresso. A oposição chegou a ameaçar obstruir qualquer outra votação na Câmara até que a proposta que suspende os efeitos do decreto fosse votada.

A base do governo, segundo o qual o decreto amplia a participação popular e em nada fere a Constituição, tentou obstruir a votação na noite passada por meio de manobras regimentais, com apresentação de requerimentos, mas não conseguiu evitar que a votação fosse realizada.
Um dos pontos de desagrado aos parlamentares que se opuseram ao decreto é o poder dado ao secretário-geral da Presidência de indicar os integrantes das instâncias e definir a forma de participação.
A derrubada do decreto representa uma derrota para Dilma na primeira votação importante no Congresso após a eleição de domingo, em que derrotou o candidato do PSDB, Aécio Neves, com o placar mais apertado de uma eleição presidencial desde a redemocratização.
(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro; Reportagem adicional de Maria Carolina Marcello, em Brasília)

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

As promessas de Dilma na campanha eleitoral


Dilma Rousseff (PT) foi reeleita, neste domingo (26), para a Presidência da República. Em uma acirrada disputa com Aécio Neves (PSDB), a petista venceu com mais de 51% dos votos. Durante a campanha, diversas propostas foram levantadas e, pelos próximos quatros anos, cabe à população cobrar por suas realizações.
Obras públicas
Ponto frágil na candidatura de Dilma Rousseff, intensamente lembrado por Aécio Neves durante a campanha, as promessas de 2010 não entregues até hoje marcaram a disputa. Para os próximos quatro anos, a petista propõe o financiamento de obras com recursos públicos, auxiliando cidades e estados no investimento da malha ferroviária, rodoviária e fluvial.
Reforma Política
Dilma Rousseff propõe uma reforma política com a participação popular na decisão do tema. A presidente defende pebliscitos abordando o tema. Um dos pontos principais é o do financiamento privado empresarial das campanhas eleitorais. Para ela, o financiamento privado deve ser em doações nominais e não nas costumeiras quantias milhonárias empresariais.
Política Externa
Diferente de seu adversário no pleito, Aécio, que defendia a retomada de negociações com os estruturados blocos europeu e norte-americano, Dilma promete priorizar as conversas com países latino americanos e africanos, além de dar grande importância para o grupo dos BRICS, o qual o Brasil faz parte ao lado de Rússia, Índia, China e África do Sul.
Economia
O tema da inflação foi bastante explorado nestas eleições. Em crescimento, a taxa extrapolará os 6,5% estipulados como limite pelo governo. A presidente reeleita promete reduzir gradualmente a inflação, mantendo-a dentro dos 6,5% e continuando a valorizar o salário mínimo.
Programas Sociais
Carro-chefe dos governos do PT, os programas sociais permanecerão em pauta. Dilma diz que irá ampliar o "Minha Casa Minha Vida", com mais três milhões de residências sorteadas, juntamente do "Bolsa Família", que terá uma política de microcrédito para os beneficiários.
Mais Médicos
A medida paliativa criada em seu primeiro governo irá continuar. A presidente propõe o aumento do "Mais Médicos", além da criação de um complemento, o "Mais Especialidades", levando a um maior número de brasileiros a possibilidade de fazer exames labolatoriais.

Presidentes latino-americanos saúdam Dilma pela reeleição

Os presidentes venezuelano, equatoriano, argentino e salvadorenho saudaram, neste domingo, a vitória da colega, Dilma Rousseff, do PT, sobre o adversário Aécio Neves, do PSDB, no segundo turno das eleições à Presidência, que lhe garantiu um novo mandato de quatro anos.
"Vitória de Dilma no Brasil. Vitória do Povo. Vitória de Lula e seu legado. Vitória dos povos da América Latina e do Caribe", escreveu o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em sua conta oficial no Twitter pouco depois de divulgados os primeiros resultados que deram a vitória a Dilma.
A Venezuela, desde 1999 governada por um modelo socialista, tem no Brasil um de seus principais aliados políticos e comerciais.
"Parabéns, Dilma, pela sua coragem e valentia diante de tanta maldade, o povo do Brasil não falhou à História, mil abraços fraternos (...). Dilma venceu a guerra suja e a mentira. Pôde mais a verdade de 12 anos de um povo que olha para o futuro com esperança... Parabéns", acrescentou Maduro.


A presidente argentina, Cristina Kirchner, também recorreu às redes sociais para saudar a colega brasileira.
Em carta dirigida à sua "querida companheira e amiga Dilma" e publicada em sua conta no Facebook, Kirchner comemorou o resultado das eleições no Brasil que, no seu entender, "mostra a sociedade brasileira reafirmando seu compromisso inabalável com um projeto político que garanta crescimento econômico com inclusão social".
"Esta nova vitória representa um passo a mais rumo à consolidação da nossa Grande Pátria sul-americana, à qual tanto empenho temos dedicado desde nossas funções no governo e da militância de uma vida inteira", afirmou Kirchner.
Para a presidente argentina, a reeleição de Dilma "ajudará a continuar no caminho que Argentina e Brasil empreenderam em 2003, quando assumiram seus respectivos mandatos os ex-presidentes Néstor Kirchner e (Luiz Inácio) Lula da Silva, e que agora, sob nossa responsabilidade, continua servindo de inspiração ao mundo como alternativa de desenvolvimento com ênfase nas necessidades e aspirações dos nossos povos".
"Diante do início deste segundo mandato, quero te enviar o apoio incondicional e a amizade desta presidenta e da Nação Argentina para que sigamos avançando juntos para um futuro melhor para os nossos povos", concluiu a carta.
No Equador, o presidente Rafael Correa, comemorou, em sua conta no Twitter a "maravilhosa vitória de Dilma no Brasil".
"Nosso gigante continua com o Partido dos Trabalhadores", continuou Correa. "Parabéns, Dilma, Lula, Brasil". "Saudamos a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, por sua vitória eleitoral de hoje", comentou o chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, também usando o microblog.
O ministro destacou, ainda, que a "esquerda continua consolidando-se na nossa América".
Saudações também vindas de El Salvador, onde o presidente e ex-comandante da guerrilha, Salvador Sánchez Cerén, parabenizou Dilma pela vitória.
"Parabéns à presidente Dilma Rousseff e ao povo brasileiro pela vitória eleitoral neste dia", escreveu o presidente em sua conta no Twitter.
"Dia de festa no Brasil e na América Latina: nossos povos decidiram continuar construindo seu bem-estar e felicidade", acrescentou Sánchez Cerén, que na passada guerra civil de 12 anos (1980-1992) fez parte do comando geral da esquerdista Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN).
Por volta das 20H27 de Brasília, com 98% das urnas apuradas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) brasileiro informou que Dilma tinha 51,45% dos votos contra 48,55% do adversário, sendo declarada vencedora da disputa, já que naquele ponto, o resultado era "matematicamente irreversível".


MG e Rio ajudam a reeleger Dilma e embolam discurso (ressentido) sobre Sul x Norte


Nem bem havia terminado a contagem dos votos quando as primeiras manifestações começaram a pipocar. Uma eleitora vociferava em caixa alta no Twitter: “GENTE O NORDESTE É REFEM DE UM GOVERNO MENTIROSO, TRUCULENTO, VAGABUNDO”; “NORDESTE A VACA TEVE 11 MILHOES DE VOTOS PQP”; “O PT CONSEGUIU SEPARAR O NORDESTE DO RESTO DO PAÍS. O RESTO DO PAÍS QUER QUE A QUADRLHA SEJA PRESA, O NORDESTE É REFÉM DELA”.
Parecia posicionamento político, mas era só preconceito. A “vaca” era a presidenta Dilma Rousseff e os reféns, os eleitores de uma região onde ela acabava de obter mais de 65% dos votos. Não era a manifestação única: no prédio onde mora, em Valinhos (SP), um amigo nordestino ouviu e reagiu contra uma vizinha que gritara na janela algo como “esses filhos da putas nordestinos votaram em peso. Tem que morrer de fome”. Pouco depois, uma cidadã postava um vídeo bastante elucidativo do estado das coisas (este prefiro não relatar, mas clique AQUI e confira)
O desempenho na região, a segunda mais populosa do País, ajudava a garantir à candidata petista mais quatro anos de mandato na eleição mais acirrada da história. Dilma perdeu na maioria dos estados do Sul e do Sudeste, mas obteve duas vitórias simbólicas na região: uma, em Minas Gerais, estado governado por Aécio Neves (PSDB) durante oito anos. A outra exceção foi o Rio de Janeiro. No geral, Dilma venceu com margem apertada: 51,4% contra 48,6%, cerca de 3 milhões de votos. Parte deles não vieram, por exemplo, do Acre, Rondônia e Roraima, onde o PT foi derrotado. 
O mapa eleitoral confundia a cabeça de quem, como a eleitora esclarecida do primeiro parágrafo, esperava ver nas urnas um país rachado, 100% azul no Sul e 100% vermelho no Norte. Nas redes sociais, no entanto, o racha era claro em parte de um eleitorado ressentido, preso na própria bolha e refém da intolerância. 
A beligerância dos eleitores, acentuada pela postura dos próprios candidatos, que chegaram a trocar ofensas pessoais na propaganda e nos debates, foi a marca de uma eleição que mais confundiu do que esclareceu; mais instigou do que apaziguou; mais agrediu do que dialogou; mais rachou do que uniu. A reação dos eleitores é, em parte, reflexo disso, mas também de campanhas de ódio promovidas por quem confunde ativismo político com bingo de quermesse. É a nossa sétima eleição desde 1989, e ainda temos muito a avançar.
Passada a eleição, desarmar essa tensão será a primeira grande missão da presidenta a partir desta segunda-feira. O próprio Aécio Neves, em seu pronunciamento após o resultado das urnas, fez um aceno para a “união”. Dilma vai precisar. Uma CPI no Congresso se desenha. As projeções da economia não são as melhores. Há muito o que se fazer. Para isso é preciso acenos, rearranjos e armistícios, a começar pelo presidente Lula, que durante a campanha não poupou ataques para alavancar o “nós contra eles”. Caso contrário o País não será apenas dividido: será ingovernável.

Fonte:  Yahoo Noticias