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domingo, 12 de outubro de 2014

Amor (Charles Haddon Spurgeon)


“Venha, Alma, dou agora por você exercitar suas asas um pouco e veja se isso não faz você amar a Deus! Ele pensou em você antes que você viesse à existência! Quando ainda o sol e a lua não eram – quando o sol, a lua e as estrelas dormiam na mente de Deus, como florestas não nascidas em um copo de bolotas, quando o velho mar ainda não nascera, muito antes deste mundo infantil estava em seus cueiros de neblina – Deus tinha inscrito o seu nome no coração e nas mãos de Cristo, de forma indelével, para permanecer para sempre! E isso não faz você amar a Deus? Não é este o doce exercício para o seu amor?”
C. H. Spurgeon


O poder de um olhar (Márcio Valadão)


“E ao contrário do que muitos pensam, o Senhor não fica nos olhando para ver as coisas erradas que fazemos para nos castigar. Não é isso. Não existe um momento sequer que os olhos do Senhor não estejam fixos em nós, visando o nosso bem.”


domingo, 5 de outubro de 2014

Pregando a Cristo crucificado (Charles H. Spurgeon)


“Agora, há algumas pessoas, nestes dias, que se alegrariam se nós pregássemos qualquer coisa, exceto a Cristo e
este crucificado. Por acaso, os mais perigosos deles são os que pedem a gritos uma pregação intelectual, com o que
querem dizer, uma pregação que nem os ouvintes, nem os pregadores mesmos podem entender, o tipo de pregação
que tem pouco ou nada a ver com as Escrituras, e que requer, para sua explicação, mais de um dicionário que de
uma Bíblia. Estas são as pessoas que continuamente vão de um lado a outro perguntando: ‘vocês escutaram a nosso ministro? Deu-nos um assombroso discurso no domingo passado pela manhã; mencionou citações em hebraico, e em grego, e em latim, e recitou partes encantadoras de poesia; com efeito, foi por completo um festejo intelectual.’ Sim, e eu tenho comprovado que, usualmente, esses festejos intelectuais conduzem à ruína das almas; esse não é o tipo de pregação que Deus geralmente abençoa para a salvação das almas, e, então, ainda que outros preguem a filosofia de Platão, ou adotem os argumentos de Aristóteles, ‘nós pregamos a Cristo crucificado’, ao Cristo que morreu pelos pecadores, o Cristo do povo, e ‘nós pregamos a Cristo crucificado’ em uma linguagem simples e uma mensagem clara que as pessoas comuns possam entender.”
C. H. Spurgeon


terça-feira, 9 de setembro de 2014

Célula: cuidando um dos outros (Márcio Valadão)


A visão que Deus tem nos dado é de que a igreja pode ter um número infinito de membros, mas cada membro tem valor. Valor no sentido de que na Igreja de Jesus não existe o que chamamos de clérigos e leigos, todos são sacerdotes, podem orar, pregar, anunciar a Palavra do Senhor. Ou seja, todos devem ser pastoreados e devem também pastorear. Muitas vezes há uma compreensão equivocada sobre isso. Todos nós somos ovelhas. Quem gera ovelhas? Muitas pessoas acreditam que só o pastor gera ovelhas, mas ele cuida das ovelhas para que elas gerem outras ovelhas. Porém, sabemos que o pastor também é uma ovelha e assim ele também deve gerar ovelhas. A realidade é que ovelha gera ovelhas. Nas células, um grupo gera outros grupos.”
Márcio Valadão

CARACTERÍSTICAS

Título: Célula: cuidando um dos outros
Autor: Márcio Valadão
Publicação: Igreja Batista da Lagoinha
Transcrição: Fabiana Faria
Páginas: 40
Ano: 2014



domingo, 31 de agosto de 2014

Confiai no Senhor (Robert Murray M’Cheyne)


“Quando uma alma despertada é trazida a Deus, para crer em Jesus, ela frui pela primeira vez daquele estado calmo e abençoado de espírito que a Bíblia chama de paz em crença [Romanos 15:13]. Os sofrimentos da morte estavam alcançando-o, e as dores do inferno esperavam sobrepuja-lo; mas agora ele pode dizer: “Volta, minha alma, para o teu repouso” [Salmos 116:7]. Não é de se admirar que, quando este céu na Terra é efetivado inicialmente no seio uma vez ansioso, o jovem crente pode frequentemente imaginar que o céu já esteja ganho, e que ele deve se despedir do pecado e tristeza para todo o sempre. Mas, ai! Ele pode precisar apenas da passagem de um pequeno dia para convencê-lo de que o céu ainda não está adquirido, que, embora o Mar Vermelho tenha sido atravessado, ainda há um grande vociferante deserto a passar, e muitos inimigos a serem superados, antes que a alma entre na terra sobre a qual se diz que “todas as pessoas são justas”.”
Robert Murray M’Cheyne

CARACTERÍSTICAS

Título: Confiai no Senhor
Autor: Robert Murray M’Cheyne
Publicação: O Estandarte de Cristo
Tradução: Camila Almeida
Páginas: 18




A doutrina da eleição (A. W. Pink)


Nas Sagradas Escrituras, a questão da nossa salvação é traçada antes (no propósito de Deus) e não ao momento em que cremos – isto é, quando ela se torna nossa experimentalmente, mas a um ponto anterior ao começo do tempo. Antes da fundação do mundo, Deus nos escolheu em Cristo (Efésios 1:4). ‘Com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí’ (Jeremias 31:3). Isso levanta a questão de nossa salvação do tempo para a eternidade.”

A. W. Pink

CARACTERÍSTICAS

Título: A doutrina da eleição

Autor: A. W. Pink
Publicação: O Estandarte de Cristo
Tradução: William Teixeira
Páginas: 26



Fonte:  Livro Gospel

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Caminho da redenção (Charles Haddon Spurgeon)


O leitor notará que na maior parte desses sermões, Spurgeon usasse de um fato relativo a cena descrita, como o Jardim, o Véu, a Escuridão, o Ladrão penitente, Barrabás, os Ossos e sangue de Cristo, a Pedra e o Sepulcro, e desses temas ele infere lições preciosas sobre a obra de Cristo na redenção: sua morte substitutiva, seu cumprimento da Lei, seu sofrimento em nosso lugar da ira de Deus, sua obra concluida no Calvário certificada pela ressureição. Nosso desejo é que o Espirito Santo use esses sermões para conversão de muitos pecadores, para edificação de Sua igreja e despertamento de todos os crentes e daqueles que estão
desanimados na fé, que recobrem forças, que desfrutem da ‘páscoa de Cristo que já foi sacrificada por nós’.”
Armando Marcos, editor

CARACTERÍSTICAS

Título: Caminho da redenção
Autor: Charles Haddon Spurgeon
Publicação: Projeto Spurgeon
Páginas: 206
Ano: 2012



quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Feridas da Alma - Pe. Reginaldo Manzotti


‘Tenho recebido, com muita frequência, partilhas dolorosas de pessoas que estão convivendo com a triste realidade das doenças conhecidas como transtornos do humor. Procurando conhecer mais, pesquisei sobre o assunto e descobri que essas doenças, especialmente a depressão, não são ‘novas’, ou seja, surgidas na atualidade. Elas vêm desde muito antes de Jesus Cristo, apenas não eram conhecidas com os nomes atuais. Diante dessa realidade, somos chamados a olhar para nós mesmos e perguntar – O que nos mantém encurvados? O que tem sido um peso em nossos ombros e nos impede de termos uma posição de esperança e confiança? Qual é o impedimento para vivermos melhor?’ – Padre Reginaldo Manzotti.



O Dom das Lágrimas - Márcio Mendes‏


O Dom das Lágrimas, que integra a coleção Dons do Espírito, fala sobre o carisma das lágrimas e todas as benções que ela nos oferece, como o poder da cura, perdão, amenização da dor etc.
Márcio Mendes mostra-nos que o dom das lágrimas é uma maneira de se expressar diante de Deus; “é um dom simples e humilde do Espírito Santo que traz em si uma força salvadora”.
Não tem nada a ver com desânimo, moleza, vontade fraca, negativismo, depressão ou mesmo tristeza. É uma oração eficaz que Deus atende prontamente. Deus tem o poder de transformar em vitória a humilhação que vivemos no momento presente.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

AMANHECER DE UMA NOVA ERA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA - DIVALDO‏


Transição Planetária pela qual passa o nosso planeta, não só no ponto de vista geológico, mas especialmente no que diz respeito aos aspectos moral e espiritual.


domingo, 20 de julho de 2014

O Poder da Mulher que Ora - Stormie Omartian‏


Há muitas razões para você suplicar a Deus. Em O poder da mulher que ora, Stormie Omartian detalhou por que orar. Agora, neste livro de orações, ela convida você a orar sugerindo 30 temas não só relevantes, mas que, de um modo ou de outro, acabam se fazendo presentes no dia a dia da mulher. Cada oração é uma entrega a Deus. Um compromisso. Um pequeno passo. Um por vez. Uma ajuda preciosa para lidar com a fé nas questões que mais a angustiam. Um instrumento frutífero para sedimentar a conexão entre Deus e sua filha querida: você!


ORAÇÃO PARA BÊNÇÃO DO LAR


Deus, Pai de misericórdia criador de todas as coisas; invocamos o teu Espírito Santo sobre este lar e seus moradores.
Assim como visitaste e abençoaste a casa de Abraão, de Isaac e de Jacó, visita-os e guarda-os na tua luz.
Guarda estas paredes de todos os perigos: do incêndio, da inundação, do raio, dos assaltos, de todo e qualquer mal.
Venham teus anjos portadores de paz!
Suplicamos também a proteção e a saúde para todos os que aqui habitam.
Afasta-os da divisão e da falta de fé.
Abençoa e guarde este lar e todos os que o visitam.
Por Cristo Jesus.

Que Assim Seja.

sábado, 19 de julho de 2014

Candidata à primeira beata mártir do Ceará: Preferiu morrer a pecar contra a castidade

Benigna Cardoso da Silva, nascida em Santana do Cariri-CE, no dia 15 de outubro de 1928, filha de José Cardoso da Silva e Thereza Maria da Silva, ficou órfã de pai e mãe muito cedo, sendo adotada juntamente com seus irmãos mais velhos pela família “Sisnando Leite”, proprietária do Oiti dos Cirineus, no Distrito de Inhumas.
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Benigna Cardoso da Silva
Sua infância foi cercada pela alegria das inocentes brincadeiras com cantigas de roda, bonecas, casinha, piqueniques, passeios etc., ao lado de suas irmãs de criação Tetê e Irani, as quais ainda vivem..
Benigna gostava muito de uma cantiga de roda que dizia mais ou menos assim:“Carneirinho, carneirão, neirão, neirão, olhai pro céu, olhai pro céu, pro céu, pro céu, para ver Nosso Senhor, Senhor, Senhor, e todos se ajoelharem…”
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Era uma jovem muito simples e cheia de humildade. De estatura média, Benigna era magra, de cabelos e olhos castanhos meio ondulados, morena clara, rosto arredondado e queixo afinado.Tinha um leve estrabismo em um dos olhos..
Modesta por natureza, tímida e reservada, não usava vestidos sem mangas, curtos nem com decotes. Sua generosidade, carisma e simpatia a fazia querida e cativada por todos.. 
Em casa, desenvolvia bem todas as tarefas domésticas, com intuito de ajudar sua família adotiva. Era boa filha, sempre obediente e prestativa.
Extremamente religiosa e temente a Deus, nutria um grande desejo de fazer a Primeira Eucaristia, e depois desse sonho realizado, seguia à risca os seus mandamentos..Não perdia as missas e fazia penitência nas primeiras sextas-feiras em devoção ao Sagrado Coração de Jesus; sempre na companhia de sua “madrinha Ozinha” e da “Tia Bezinha.”Era assídua na participação eucarística.. 
Aos 12 anos de idade, já lendo e escrevendo, Benigna começou a ser assediada por um rapaz chamado Raul Alves com propostas de namoro, rejeitadas de forma categórica por ela, que nada queria com ele a esse respeito..
Procurou imediatamente o Pe. Cristiano Coêlho, vigário da época, para pedir conselhos sobre o assunto da perseguição de Raul, e este lhe aconselhou a vir estudar em Santana e a  presenteou com uma bíblia, que tornou-se seu livro de cabeceira, o qual guardava com esmero e carinho. Se encantava com as gravuras e as histórias do antigo e do novo testamento. Ela encontrou apoio na palavra de Deus para resistir às tentações de Raul.
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A caminho da escola, se mostrava sempre uma defensora da natureza, não deixando que seus colegas maltratassem as plantinhas nem tirassem suas flores ou galhos. Na sala de aula, era uma aluna exemplar; por demais estudiosa, cuidadosa, pontual e colaboradora..
Sempre gostava de ajudar seus colegas para não vê-los punidos com a palmatória ou de joelhos nos caroços de milho, fato que a deixava demasiadamente triste, e às vezes até chorava com os castigos aplicados aos outros.
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Depois de várias tentativas sem sucesso, numa tarde fatídica de sexta-feira, dia 24 de outubro de 1941, sabendo que Benigna ia pegar água numa cacimba próxima à sua casa, ficou Raul à espreita atrás do mato, observando-a com o pote na cabeça, com seus recém completados 13 anos..
Ao aproximar-se, abordou-a sexualmente. Ela recusou, ele insistiu tentando violentá-la. Ela disse “não” com veemência e lutou heroicamente para se defender do ato pecaminoso, que no seu entender cristão ofenderia seu corpo.
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Raul, ao perceber que Benigna nada aceitaria com o mesmo, foi tomado por um ódio feroz; sacou de um facão atroz e a golpeou cortando-lhe os dedos da mão. Ela relutou de forma sobrehumana contra seu algoz, preferindo morrer a pecar contra a castidade. Depois disso, foi atingida na testa, nas costas e por fim no pescoço, cujo golpe deixou-lhe a cabeça quase decepada.. 
Ao vê-la morta, com o corpo estendido sobre as pedras e o sangue inocente se esvaindo pelo chão, Raul foge, sendo o corpo da vítima encontrado logo em seguida já sem vida.. 
Seu corpo foi sepultado na manhã do sábado, no Cemitério Público São Miguel, em Santana do Cariri-CE, acompanhado de comoção geral. Os requintes de crueldade do bárbaro crime abalou todo o Município. Desde essa data, começaram as visitas ao túmulo e ao local do martírio até o tempo presente..
As rogativas feitas à “Santa de Inhumas”, assim como as promessas são geradoras de  graças alcançadas por intercessão dessa memorável Jovem , que é tida por todos como “santa” e “Heroína da Castidade”.
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O assassino foi preso, pagou pelo seu crime e, arrependido, voltou ao local 50 anos depois para chorar, elevar preces e pedir perdão a Benigna. Neste retorno, relatou sua mudança de vida, sua conversão ao cristianismo.
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Fez penitências para salvar sua alma, e pedindo a intercessão de Benigna, alcançou graças sempre recorrendo à sua inocente vítima, a quem sempre rogava nas horas de aflição. Segundo ele, seu ato foi de loucura e “ela se mostrou virtuosa, quando resistiu para não pecar e não apenas para ver se escaparia.”
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Sobre Benigna o Padre Cristiano deixou escrito ao lado do seu batistério: “Morreu martirizada, às 4 horas da tarde, no dia 24 de outubro de 1941, no sitio Oiti. Heroína da Castidade, que sua santa alma converta a freguesia e sirva de proteção às crianças e às famílias da Paróquia. São os votos que faço à nossa santinha”.. 
O processo diocesano foi terminado no dia 21 de setembro de 2013 e entregado na Congregação para as Causas dos Santos  no dia 7 de outubro do mesmo ano.  Agora precisa só  esperar e rezar para que a Igreja reconheça o martírio de Benigna  e possa beatificá-la.  Seria a primeira beata mártir do Ceará.

Salmos de David

terça-feira, 15 de julho de 2014

AH SE EU SOUBESSE



Quando chegamos ao plano espiritual, a maioria dos espíritos pensa algo muito parecido:

- Ah se eu soubesse…

Se eu soubesse que a vida real não era na matéria… se eu soubesse que a realidade não é de sofrimento, mas de paz e liberdade… se eu soubesse que nada que existia na matéria é permanente, que lá é tudo passageiro, eu não teria brigado no trânsito, batido nos meus filhos, me apegado a tantas coisas efêmeras…

Ah se eu soubesse…. teria ajudado muito mais gente, teria me enriquecido com amor e luz, teria deixado de lado esses problemas pequenininhos, teria feito caridade aos necessitados, teria deixado o amor fluir, teria me atirado no bem sem nenhuma preocupação, teria sido mais humilde, teria vivido em paz…

Ah se eu soubesse… teria passado mais tempo com aqueles que amo, teria me preocupado menos, teria tido mais paciência, teria me soltado mais, me desprendido mais, teria vivido mais livre, de forma mais espontânea, mais natural, teria visto o lado bom de tudo, teria valorizado as coisas simples da vida.

Ah se eu soubesse… se soubesse que a vida na Terra vai e vem, que tudo se esvai, que nada é permanente, que não existe algo fixo, imutável. Se eu soubesse que tudo começa e termina, que os relacionamentos começam e terminam, que a dor lateja e depois vem o alívio.

Ah se eu soubesse… se soubesse que os arrogantes sobem, ficam no topo e caem por si mesmos; caem pelo seu próprio castelo de cartas da ilusão que criaram. Se eu soubesse que os ricos podem se tornar pobres de espírito, e que os pobres podem ser muito ricos de espírito. Se soubesse que as diferenças sociais se extinguem, que na morte todos somos filhos do universo, que a fome é saciada, que a sede é aliviada, que a violência só traz mais violência, que os injustiçados são compensados, que os perdidos sempre se encontram, e quem está demasiadamente seguro de si acaba se perdendo.

Ah se eu soubesse… que a vida espiritual é a vida real, que as mágoas corroem o espirito, que a cobiça gera insatisfação, que a lisonja só cria humilhação, que a preguiça gera estagnação. Se eu soubesse que o medo é sempre maior do que a mente engendrou eu teria me arriscado mais, teria ousado, teria tido a coragem de ser o que eu sou, teria retirado essa máscara que encobria minha verdade, teria desatado o compromisso com o logro, com a burla, teria assumido minha integridade sem divisões, sem fragmentos.

Ah se eu soubesse… não teria cortejado o sucesso, não teria me atirado ao poço fundo, vazio e solitário da avidez, não teria me enganado de que, ao atingir o topo, a descida é o único caminho. Se eu soubesse que o mundo é uma doce miragem eu rejeitaria a pueril busca pela sensualidade. Largaria com afinco os prazeres e vícios da juventude. Se soubesse que tudo muda e nada se encerra, teria posto de lado as moléstias da nostalgia.

Ah se eu soubesse, teria menos pressa, olharia mais para a vida, veria mais o nascer do dia, comeria com calma o pão de cada manhã, teria plantado uma árvore, corrido no jardim, deitado no chão e rolado na grama. Teria mergulhado e me perdido no tempo, solto em reflexões sobre os mistérios da vida. Teria me desimpedido de autocobranças, teria me aceitado como sou e aceitado o milagre da vida como ele é.

Ah se eu soubesse… que o mar espiritual é infinito de bençãos, não teria digladiado por um copo de água ao lado do grandioso oceano da plenitude. Teria deixado todas as quimeras de lado, e vivido mais a vida, a existência, o cosmos, a liberdade, o eterno presente e a eterna aurora.

Ah se eu soubesse… teria renunciado aos hábitos arraigados, as discussões estéreis, a especulação teórica. Se eu soubesse, teria permanecido mais na natureza, observando os pássaros, molhando as mãos no rio, sentindo o vento, me aquecendo ao sol da manhã, sujado as mãos na lama e sentido o frescor da chuva. Se eu soubesse que sou um ser em desenvolvimento na essência inesgotável e eterna da vida, teria sido infinitamente mais livre e feliz.

Autor: Hugo Lapa 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Noé: Um homem que andava com Deus (Márcio Valadão)



Deus não se revela aos religiosos, mas sim àqueles que andam com Ele. Ele se revelou a Noé e deu-lhe direção para a construção de uma arca, que seria refúgio para este e sua família, e para os animais em meio ao terrível dilúvio que aconteceria. Veremos um pouco sobre a vida desse homem que andava com Deus, que foi fiel ao Senhor e por isso, recebeu a salvação. Veremos que o pecado tem consequências catastróficas, mas Deus, em Sua misericórdia e graça providenciou um meio de salvação para a raça humana e também para os animais. Por causa dessa graça recebemos o que não merecemos e por causa dessa misericórdia não recebemos o que merecemos. E o Deus que foi misericordioso e gracioso no tempo de Noé não mudou, Ele continua o mesmo, providenciou a salvação eterna
àqueles que escolhem andar com Ele. Ele nos deu Jesus, que morreu na cruz por nossos pecados. A graça de Deus é muito maior do que poderíamos imaginar. O amor de Deus por cada pessoa é imensurável e incondicional. E Jesus Cristo confirmou isso com a própria vida. ‘Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas a tenha a vida eterna’ (João 3.16).”
Márcio Valadão

CARACTERÍSTICAS

Título: Noé: Um homem que andava com Deus
Autor: Márcio Valadão
Publicação: Igreja Batista da Lagoinha
Páginas: 40
Ano: 2014



Fonte:  Livros Gospel 

A alegria da salvação (Márcio Valadão)


Se perdemos a alegria, ir aos cultos passa ser enfadonho, entregar os dízimos se torna algo terrível, mas quando o nosso coração passa a viver o contentamento da salvação, a alegria extravasa não somente em palavras, mas por meio dos atos. Em toda a nossa vida haverá um brilho no olhar, e só de ouvirmos o nome “Jesus”, a adoração será intensa e a leitura da Bíblia um prazer.”
Márcio Valadão

CARACTERÍSTICAS

Título: A alegria da salvação
Autor: Márcio Valadão
Publicação: Igreja Batista da Lagoinha
Páginas: 36
Ano: 2014



Fonte:  Livros Gospel