Vários matizes estão presentes na trama de “Colares de Xangô e sapatos bicolores”: o amor, a revolução, a luta da população negra pelos seus direitos civis, a memória, o heroísmo e a literatura. Dividido em três épocas, o romance é repleto de referências ao jazz, mas a música não é mero pano de fundo para a trama, ela se incorpora aos personagens e suas histórias.”Colares de Xangô e sapatos bicolores” é o mais novo livro de Willian Kennedy e o primeiro título do autor publicado pela Biblioteca Azul. O escritor recebeu o prêmio Pulitzer em 1984, foi convidado da Festa Literária internacional de Paraty em 2010, e é considerado um dos principais nomes da literatura americana do século XX.Como outros títulos da obra de Kennedy, o romance se passa em Albany, Nova York. A primeira parte, que serve como um prólogo para o livro, apresenta o menino Dany Quinn, que desperta ao som de “Shine”, música que ecoa por sua casa e vai ressoar por grande parte da sua vida. O leitor reencontrará o personagem crescido na segunda parte do livro, na conturbada Havana de 1957, cenário habitado por figuras históricas como Fidel Castro e Ernest Hemingway. Daniel Quinn tornou-se um jornalista que deseja ser escritor, e se vê em meio à revolução cubana.A terceira parte leva o leitor de volta a Albany. O ano é 1968 e a cidade está povoada por uma improvável galeria de personagens um alcoólatra sem-teto, um padre, um pai senil e uma lenda do jazz todos às voltas com os distúrbios causados pela luta por direitos civis da cidade.Nada é gratuito na escrita de Kennedy. As questões políticas abordadas no romance vão além da atmosfera e fazem parte da construção dos personagens, que agem ora heroicamente, ora por interesse, movidos por conflitos ou em busca de redenção.Sem uma estrutura esquemática e sem formulas prontas, Kennedy demonstra uma profunda compreensão das características humanas e dos pequenos acontecimentos que compõem a história. O escritor demonstra sua maturidade na construção das cenas e diálogos. “Colares de Xangô e sapatos bicolores” está entre os melhores e mais potentes romances de um mestre do gênero.
Blog com o intuito de amplificar o conhecimento em todos os âmbitos. Todos os posts são redimensionados da internet, portanto não nos responsabilizamos pelo seu conteúdo. Boa diversão.
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quarta-feira, 29 de abril de 2015
Colares de Xangô e sapatos bicolores - William Kennedy
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
O Cangaceiro (1953)
O bando de cangaceiros do capitão Gaudino semeia o terror pela caatinga nordestina. A professora Maria Clódia, raptada durante um assalto do grupo, se apaixona pelo pacífico Teodoro. O forte amor entre os dois gera grande conflito a turma. O Cangaceiro ganhou o prêmio de melhor filme de aventura e de melhor trilha sonora com a música "Olê muié rendeira", interpretada pela também atriz Vanja Orico no Festival Internacional de Cannes. O sucesso em Cannes levou o filme para mais de 80 países e ele foi vendido para a Columbia Pictures. Só na França, ficou cinco anos em cartaz. O filme foi filmado em Vargem Grande do Sul, interior do estado de São Paulo. Segundo o diretor, a paisagem da cidade se parecia muito com a nordestina. O cangaceiro, filme realizado em 1953, foi um dos maiores sucessos do cinema brasileiro de todos os tempos. Escrito e dirigido por Lima Barreto, com diálogos criados por Rachel de Queiroz, O cangaceiro foi o primeiro filme brasileiro a conquistar as telas do mundo. Considerado até hoje o melhor filme produzido pela Companhia Cinematográfica Vera Cruz, sua história se inspirava na lendária figura de Lampião.
terça-feira, 22 de julho de 2014
O Visconde Partido ao Meio
'O visconde partido ao meio', publicado originalmente em 1952, veio a compor com O cavaleiro inexistente e O barão nas árvores uma trilogia a que Italo Calvino (1923-85) chamou de Os nossos antepassados, uma espécie de árvore genealógica do homem contemporâneo, alienado, dividido, incompleto. É a história de Medardo di Terralba, o voluntarioso visconde que, na defesa da cristandade contra os turcos, leva um tiro de canhão no peito, mas sobrevive, ficando absurdamente partido ao meio. A metade direita atormentada pela maldade, e a esquerda, pela bondade. 'Ainda bem que a bala de canhão dividiu-o apenas em dois', comentam aliviadas suas vítimas.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Poesia: Os Implicantes
Existe uma família que ninguém quer conhecer.
Na Rua Reclamante é onde sempre vão viver.
Na pequena cidade de NãoSatisfeito,
Perto do parquinho, do lado direito.
Reclamam disso, reclamam daquilo,
Com eles, nada jamais está tranqüilo.
O seu humor pode mudar em um instante
Pois nada está bom para a Família Implicante.
O dia está sempre muito quente ou muito frio
Reclamam da chuva e de que o céu abriu.
A satisfação, é claro, está sempre distante
Daqueles que moram na Rua Reclamante.
Reclamam do almoço, reclamam do jantar.
A suas reclamações parecem não terminar.
E se por acaso nada os incomodar
Reclamam por não ter do que reclamar.
O maior problema eu já vou dizer
É que se alguém entre eles permanecer
Sem notar também começam a reclamar
E uma vez começado é difícil parar.
Então o melhor é tentar evitar
De na Rua Reclamante um dia entrar
. Ou a Família Implicante pode sem querer acha
r Que você é um deles e querer te adotar.
( Raquel Amaral
sábado, 19 de julho de 2014
O Farao Negro - Christian Jacq
Um duelo que marcará para sempre a história do antigo Egito. Cinco séculos depois de Ramsés e seu reinado esplendoroso, o Egito mergulha em declínio, minado pela injustiça, anarquia e corrupção. Um combate sangrento e impiedoso está prestes a ter início. Esse é o pano de fundo do novo romance de Christian Jacq: O Faraó Negro. Os templos do Norte do Egito estão desertos e os deuses foram esquecidos. Todos têm um único objetivo: a obtenção máxima de lucro. O império, longe da magnificência do passado, parece caminhar rapidamente para a ruína irreparável. E o único que pode evitar essa fatalidade é o núbio Piankhy, o Faraó Negro. Piankhy, que governa seu reino com sabedoria e bondade, tem somente um desejo: devolver aos deuses um Egito unido. Mas o preço a pagar por esse objetivo será pesado para esse homem da paz, e significará confrontar o líbio Tefnakt, um príncipe ambicioso do norte, determinado a conquistar todo o país por meio da guerra. Enquanto de um lado há o Faraó que só age de acordo com os deuses e acredita que eles ajeitarão tudo no fim dos dias, no outro está o militar líbio ávido pelo poder e completamente descrente de qualquer crença sobrenatural. Mesmo com o apoio de parte da população e de sua esposa com poderes mágicos, será o faraó capaz de reverter o jogo? Ao narrar um período marcante da história egípcia, Christian Jacq traz uma trama que mistura ficção e fatos reais. O Faraó Negro é uma aula para os leitores, que aprendem mais sobre a cultura da época e da região, além de conhecerem as divindades, os rituais, os costumes, dentre outros tópicos.
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sexta-feira, 18 de julho de 2014
Fique Onde Está e Então Corra - John Boyne
quarta-feira, 16 de julho de 2014
A Menina do Mar - Sophia de Mello Breyner Andresen
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Capitães da Areia - Jorge Amado
O romance, que retrata o cotidiano de um grupo de meninos de rua, procura mostrar não apenas os assaltos e as atitudes violentas de sua vida bestializada, mas também as aspirações e os pensamentos ingênuos, comuns a qualquer criança.
Título Original: Capitães da Areia
Autor: Jorge Amado
Lançamento: 1937
Gênero: Romance
Páginas: 190
Tamanho: 1,1 MB
Formato: PDF
Idioma: Português
Autor: Jorge Amado
Lançamento: 1937
Gênero: Romance
Páginas: 190
Tamanho: 1,1 MB
Formato: PDF
Idioma: Português
Lillias Fraser - Helia Correia
Num artigo publicado a 28 de Janeiro, no Diário de Notícias, Rui Pedro Antunes divulga vários títulos de obras de escritores e também realizadores que constam numa «lista negra» do Opus Dei, classificadas entre os níveis 1 a 6, o mais elevado.
Na listagem de «livros proibidos», nos três níveis mais elevados, figuram 79 obras de autores portugueses, entre os quais O Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa, eLillias Fraser, de Hélia Correia.
Ulisses, de James Joyce, integra a lista de obras com o nível de proibição máximo, assim como obras de Vladimir Nabokov, Truman Capote, Samuel Beckett. Noutros níveis surgem obras de Fiódor Dostoievski, Franz Kafka ou F. Scott Fitzgerald. Ou seja, a Relógio D’Água está bem representada no «Índex» do Opus Dei.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Padre Cicero - Poder fe e Guerra no sertão - Lira Neto
O padre cearense Cícero Romão Batista (1844-1934) foi acusado de proclamar falsos milagres e acabou excomungado pelo Vaticano. Banido pela Igreja, fez da política um novo sacerdócio. Elegeu-se prefeito, vice-governador e deputado federal. À frente de um exército de jagunços e cangaceiros, apoiou uma revolução armada que derrubou um governo constitucionalmente eleito. Depois, concedeu a patente de capitão a Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, para que o cangaceiro enfrentasse a Coluna Prestes em sua passagem pelo Nordeste. Diante de tamanha massa de devotos – e do avanço das igrejas evangélicas no Brasil -, o Vaticano estuda agora a reabilitação canônica post-mortem do sacerdote, anistiando-lhe de todas as penas que lhe foram impostas em vida pela Inquisição.
Manuelzão e Miguilim - João Guimarães Rosa
Manuelzão e Miguilim, de Guimarães Rosa, é um volume composto por duas novelas: "Campo Geral" e "Uma Estória de Amor".
"Campo Geral" é o relato lírico da infância do menino Miguilim, narrado em terceira pessoa, sob a perspectiva de Miguilim, menino inteligente e sensível que mora com a família na mata do Mutum (MG). O leitor vai desvendando a cada passo o mundo afetivo de Miguilim, transbordado de alegrias e de tristezas, misturando-se nele as reflexões e os deslumbramentos. Guimarães Rosa capta o universo infantil, culminando com o deslumbramento dessa criança ao ver o mundo, quando um doutor lhe descobre a miopia.
"Uma Estória de Amor", narrativa que revela o outro lado da vida, a velhice, retratada pela vertente de um vaqueiro que nunca havia se fixado, nem alcançara a estabilidade doméstica, senão no final da vida, já velho. Aos sessenta anos recompõe a família, construindo uma casa e, como promessa à mãe, uma pequena capela na fazenda da qual era administrador. A novela registra os preparativos, a chegada dos sertanejos das mais diferentes regiões, a chegada do padre e a própria festa.
As duas novelas completam-se, mostram a infância e a velhice, cujos protagonistas fazem da descoberta e da recordação os pontos altos da matéria literária.
sábado, 3 de maio de 2014
(AUDIOBOOK) CASA VELHA [MACHADO DE ASSIS]
Machado de Assis nunca chegou a ver Casa Velha publicado em formato de livro, sua publicação somente ocorreu em 1944. Lançado em 25 episódios entre 1885 e 1886 na revista carioca A Estação, este texto sempre foi um enigma para estudiosos e leitores. Classificado ora como romance, ora como conto, Casa Velha narra a polêmica história de um amor incestuoso a partir das lembranças de um padre, que faz um balanço das perdas e ganhos dessa paixão. Por meio dessa obra, Machado de Assis sugere que há um grande paralelo entre as esferas públicas e privadas da vida e mostra como um drama familiar pode ser um retrato acurado do Brasil do século XIX.
O AudioBook esta em MP3
Fonte: TOP Livros
domingo, 27 de abril de 2014
O Fogo – Bruxos e Bruxas #03 – James Patterson, Jill Dembowski
Você pensou que seria um conto de fadas?
Whit e Wisty Allgood sacrificaram tudo para liderar a Resistência contra o regime sanguinário que governa o mundo. O líder supremo, O Único Que É O Único, baniu tudo o que havia de bom: livros, música, arte e imaginação. Mas o poder dos dois irmãos parece estar longe de conseguir deter O Único, e agora ele executou a única família que eles tinham.
Você não vai encontrar O Único aqui.
Wisty sabe que o momento se aproxima. Em breve ela estará cara a cara com O Único. A sua bravura e o seu dom canalizam ainda mais poder para esse ser, que já é invencível. De que maneira ela e Whit poderão se preparar para o confronto iminente com o implacável vilão que devastou o seu mundo – antes de ele se tornar verdadeiramente onipotente?
Nem sempre seremos felizes depois que acabar.
No impressionante terceiro livro da série Bruxos e Bruxas, a tensão está maior do que nunca – e as consequências mudarão tudo.
Whit e Wisty Allgood sacrificaram tudo para liderar a Resistência contra o regime sanguinário que governa o mundo. O líder supremo, O Único Que É O Único, baniu tudo o que havia de bom: livros, música, arte e imaginação. Mas o poder dos dois irmãos parece estar longe de conseguir deter O Único, e agora ele executou a única família que eles tinham.
Você não vai encontrar O Único aqui.
Wisty sabe que o momento se aproxima. Em breve ela estará cara a cara com O Único. A sua bravura e o seu dom canalizam ainda mais poder para esse ser, que já é invencível. De que maneira ela e Whit poderão se preparar para o confronto iminente com o implacável vilão que devastou o seu mundo – antes de ele se tornar verdadeiramente onipotente?
Nem sempre seremos felizes depois que acabar.
No impressionante terceiro livro da série Bruxos e Bruxas, a tensão está maior do que nunca – e as consequências mudarão tudo.
Frei Luís de Sousa – Almeida Garrett
Drama em três actos, ao estilo da tragédia clássica, conta-nos uma história sobre o peso do destino que se abate sobre Manuel de Sousa Coutinho, D. Madalena de Vilhena e a filha de ambos, uma família nobre do final do século XVI, num trágico desenrolar de eventos em que a fatalidade e os fantasmas do passado são elementos fatais para a felicidade conjugal e para a própria vida dos elementos da família.
Peça baseada livremente na vida de Frei Luís de Sousa – nome adotado pelo frade Manuel de Sousa Coutinho – que continua a ser considerada um clássico da literatura de língua portuguesa e uma das criações máximas de Almeida Garrett, nunca tendo deixado de ser exibida em palcos desde a sua estreia pública em 1847, no Teatro do Salitre, numa versão censurada. É considerado como um drama romântico embora possua algumas características de um clássico: o nacionalismo, o patriotismo, a crença em superstições, o amor pela liberdade (elementos românticos); indícios de uma catástrofe, o sofrimento crescente, o reduzido número de personagens, peripécias, o coro (elementos clássicos). Um dos temas mais importantes da obra é, sem dúvida, o da liberdade de amar, mesmo contra as convenções sociais da época. A recepção da obra da altura não deixou de ser vista como um paralelo com a vida do autor, que se separara da primeira mulher para viver com D. Adelaide Pastor, da qual tivera uma filha ilegítima.
O Mistério da Estrada de Sintra – Eça de Queirós
Um médico que está a passar de carruagem numa estrada de Sintra é surpreendido e sequestrado por quatro figuras mascaradas que o levam para uma misteriosa casa no meio de Sintra. Lá dentro encontrava-se o cadáver de um homem. Daqui se levantam várias perguntas: Quem era aquele homem; como morreu e quem o matou. A procura de respostas a este caso leva a uma empolgante história de intriga, suspeitas, ameaças, duelos e sexo, numa viagem que vai de Portugal à ilha de Malta.
Considerada a primeira obra portuguesa de cariz policial o “O Mistério da Estrada de Sintra” guarda ainda o interesse histórico de fazer parte de uma estratégia usada pelos seus autores – Eça de Queirós e Ramalho Ortigão – para enganar os leitores levando-os a pensar que se tratava de um caso real, tal como faria 68 anos depois Orson Welles no seu relato por rádio da “Guerra dos Mundos”.
Em pleno verão de 1870 os então jovens escritores e amigos, Eça de Queirós e Ramalho Ortigão decidiram fazer algo inédito: escrever uma obra de ficção mas fazendo-a crer como sendo real, com a intenção de assustar Lisboa, na qual se narrava a história de um assassinato ocorrido na estrada de Sintra. Tendo como única inspiração a força da imaginação, começaram a escrever. Combinavam os dois, na véspera, o desenrolar da história e enviavam o original, em forma de carta anónima, para o director do jornal Diário de Notícias, que a publicava diariamente, como uma reportagem verídica.
A Bruxa do Monte Córdova – Camilo Castelo Branco
A Bruxa do Monte Córdova conta-nos a história de Angélica, uma rapariga que, sendo “a mais formosa da sua aldeia”, a quem todos cortejam, envolve-se numa relação proibida. Com a morte do amante acaba por enfrentar sozinha o estigma da exclusão social e da intriga.
Publicada em 1867, esta novela Camiliana tem como pano de fundo a guerra civil que ocorreu entre 1831 e 1834, e opôs os defensores de D. Pedro I e da sua filha D. Maria II, liberais e constitucionalistas, aos defensores de D. Miguel I, os absolutistas e tradicionalistas. Mas a acção principal em si relata-nos uma história de amor trágico que define bem a época conturbada em que se vivia, falando principalmente da falta de carácter dos representantes da igreja, enquanto instituição, que incentivavam o fanatismo e o histerismo religiosos e davam azo a intrigas e convulsões sociais.
É uma obra que utiliza o mesmo arco estrutural e os mesmo elementos narrativos que Camilo utilizou na sua novela “A Doida do Candal”, apesar desta obra estar mais bem estruturada e de ter uma temática mais interessante. Contudo “A Bruxa do Monte Córdova” não foi o grande sucesso comercial que o autor espera que fosse, atribuindo ele depois a culpa ao facto de ter “excesso de filosofia” e de usar uma escrita mais rebuscada.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
O Idiota – Fiódor Dostoiévski
Dostoiévski é considerado o maior escritor russo de seu tempo. É autor de várias obras-primas. O Idiota começou a ser redigido em 14 de setembro 1867 em Genebra, Suiça, e foi concluído a 25 de janeiro de 1868, em Florença, Itália. A obra teve uma elaboração difícil e torturada. Em meio às piores dificuldades, foi escrita e reescrita muitas vezes até a redação definitiva. A obra foi inspirada na figura de Dom Quixote, de Cervantes. O Idiota é, talvez, o romance mais típico de Dostoiévski, provocou perplexidade nos meios intelectuais da época. a obra foi elogiada por Tolstoi, que a achou de grande força dramática e beleza literária.
sábado, 5 de abril de 2014
O Escaravelho do Diabo - Lucia Machado de Almeida
sábado, 15 de março de 2014
Esaú e Jacó – Machado de Assis – Audiobook e Livro – Narração Humana
“Esaú e Jacó”, de Machado de Assis, é o penúltimo livro do autor, lançado quatro anos antes da sua morte. Pela narrativa de Conselheiro Aires, personagem e narrador, conhecemos a história de Paulo e Pedro, irmãos gêmeos e filhos de Natividade, absolutamente rivais em tudo. Discordam em todos os aspectos da vida, principalmente quando ambos resolvem entrar para a política. Chegam até a se interessar pela mesma mulher, o que aguça ainda mais a raiva recíproca. Destaque para personalidades que são muito próximas da vida real.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Filme: O Cortiço de Aluísio Azevedo
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