sábado, 3 de maio de 2014

Cavaleiros Templarios: A Regra Primitiva

Cavaleiros Templários: A Regra Primitiva
AS REGRAS
O Presente texto foi traduzido do idioma Francês para o Inglês pela Sra. Judith Upton Hard. O texto original encontra-se (em Inglês) no site da Enciclopédia em Rede ORB: http://orb.rhodes.edu/
A preocupação em manter o texto o mais original possível, acarretou em uma redação muitas vezes fora das Regras de redação atuais da língua portuguesa (Brasil). Em alguns parágrafos foram mantidas entre parênteses as palavras do texto original, por não possuirmos uma tradução ideal.
Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
A REGRA  PRIMITIVA DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS
Tradução do Inglês para o Português, por Márcio M. de Oliveira em 26/06/99.
The Poor Fellow-Soldiers of Christ and the Temple of Solomon 
Esta tradução da original, ou primitiva Regra dos Templários, está baseada na edição de 1.886, de “A Regra do Templo” , de Henri de Cruzon, texto de um Manual Militar, ou de “Como se Desincumbir dos Encargos da Cavalaria”. Ele representa a Regra dada aos (Fledgling) Cavaleiros do Templo pelo Concílio de Troyes, em 1.129, embora “não se deva esquecer que a Ordem existia já a vários anos e elaborou suas próprias tradições e costumes antes da aparição de Hugues de Payens no Concílio de Troyes. Em larga medida, portanto, a Regra Primitiva se baseia em práticas já existentes” (Upton-Ward, p. 11).
Esta tradução foi extraída de “A Regra dos Templários” de Judith Upton-Ward, Woodbridge: The Baydell Press, 1.992, e é reimpressa aqui com permissão. A Regra dos Templários inclui uma introdução de Upton-Ward; também contem a Regra Primitiva dos Templários e os Estatutos Hierárquicos: Regras relativas a penitências, vida nos Conventos, a manutenção dos Capítulos e a recepção na Ordem; e um apêndice de Matthew Bennett, “A Regra do Templo como Manual Militar, ou como se desincumbir das Obrigações na Cavalaria”. O livro é altamente recomendado àqueles interessados nos Cavaleiros Templários ou qualquer outra Ordem Militar. Esta disponível agora em brochura.
As notas na regra Primitiva, elaboradas pela Sra. Upton-Ward na Regra dos Templários não foram incluídas abaixo. São de considerável interesse e deveriam ser consultadas (no original) pelos que desejam estudar a Regra com mais detalhes.
Nota do Tradutor: O livro mencionado acima não está disponível na NET e não há indicação de como adquiri-lo.
The Grand Masters of the Order of the Temple in Jerusalem (Os grandes Mestres da Ordem do Templo em Jerusalém)
Grand MasterDates Ruled
Hugh de Payens1118/9 – 1136/7
Robert de Craon (the Burgundian)1136/7 – 13 January 1149
Everard de Barres1149 – 1152 (?)
Bernard de Tremelai1152 (?) – 16 August 1153
Andre de Montbard1153 – 17 January 1156
Bertrand de Blanquefort1156 – 2 January 1169
Philippe de Milly of Nablus1169 – 1171
Odo de Saint-Amand1171 – 8 October 1179
Arnold de Torroges1180 – 30 September 1184
Gerard de Ridefort1185 – 4 October 1189
Robert de Sable1191 – 28 September 1193
Gilbert Erail1194 – 21 December 1200
Philippe de Plessiez1201-12 February 1209
William de Chartres1210 – 25 August 1219
Pedro de Montaigu1219 – 28 January 1232
Armand de Peragors1232(?) – 17 October 1244
Richard de Bures1244/5 – 9 May 1247
William de Sonnac1247 – 11 February 1250
Renaud de Vichiers1250 – 20 January 1256
Thomas Berard1256 – 25 March 1273
William de BeauieuMay 1273 – 18 May 1291
Tibald Gaudin1291 – 16 April 1293
Jacques de Molay1293 – 18 March 1314
REGRA PRIMITIVA
Aqui começa o Prólogo da Regra do Templo
1 – Falamos inicialmente àqueles que secretamente desprezam sua própria vontade e com estudado cuidado, desejam usar e usar permanentemente a mui nobre armadura da obediência. Portanto, advertimo-lo a você que até agora levou a vida dos Cavaleiros seculares, para quem Jesus Cristo não era a motivação, mas que você abraçou por favor humano somente, a seguir àqueles a quem Deus escolheu dentre a massa de perdição e a quem ordenou, através de sua misericórdia plena de graça, que defendessem a Igreja Sagrada, e que você se apresse por juntar-se a eles para sempre. 
Jacques de Molay
O último Grão Mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários Jacques de Molay
2 – Acima de tudo, quem for um Cavaleiro de Cristo, escolhendo tais Ordens Sagradas, deverá em sua profissão de fé unir para diligência e firme perseverança, que é tão misericórdia e sagrada, e é sabidamente tão nobre, que se for preservada intocada para sempre, fá-lo-á merecer a estar em companhia dos mártires que deram sua alma por Jesus Cristo. Nesta Ordem religiosa floresceu e está revitalizada a Ordem da Cavalaria. Esta Cavalaria desprezou o amor pela justiça que constitui seus deveres, não fez o que deveria, ou seja, defender os pobres, as viúvas, órfãos e as Igrejas, mas esforçou-se por saquear, espoliar e matar. Deus está conosco e nosso Salvador, Jesus Cristo; Ele enviou seus amigos da Sagrada Cidade de Jerusalém para os limites da França e Burgundy, que, por nossa salvação e a disseminação da verdadeira fé, não cessam de oferecer suas almas a Deus, um sacrifício bem-vindo. 
3 – Então nós, com toda a alegria e irmandade plena, a pedido do Mestre Hugues de Payens, por quem a retrocitada Cavalaria foi fundada pela graça do Espírito Santo, reunidos em Troyes de diversas províncias além das montanhas na festa de meu senhor São Hilário, no ano da encarnação 1.128 de Jesus Cristo, no nono ano depois da fundação da referida Cavalaria. Sobre a condução e origens da Ordem da Cavalaria ouvimos em Capítulo Comum, dos lábios do mestre mencionado, Irmão Hugues de Payens: e de acordo coma as limitações do nosso entendimento, o que nos pareceu e benefício nós apreciamos, e o  que nos pareceu errado nós evitamos. 
4 – E tudo que ocorreu no Concílio não pode ser contado nem relatado; e de forma que não fosse assumido descomprometidamente por nós, mas considerado com grande com pureza sábia deixamo-lo para a discreção dos honoráveis pai São Honorius e ao patriarca de Jerusalém, Stephen, que conheceu os deveres do leste e dos Pobres  Cavaleiros de Cristo, por cuja recomendação do Concílio Comum, aprovamos por unanimidade. Embora um grande número de irmãos religiosos que se reuniram no Concílio aprovaram a autoridade de nossas palavras, não poderíamos passar silentes pelas sentenças verdadeiras e juízos que emitiram. 
5 – Portanto eu, Jean Michel, a quem foi confiado o divino ofício, por graça de Deus, servi como humilde escriba do presente documento por Ordem do Concílio e do venerável padre Bernardo, abade de Clairvaux.
NOME DOS PADRES QUE VIERAM AO CONCÍLIO
6 – Primeiramente foi Mateus, bispo de Albano, pela graça de Deus, legado da Igreja Sagrada de Roma; Renand, arcebispo de Reins; Henri, arcebispo de Sens; e seus partidários: Gocelin, bispo de Soissons; o bispo de Paris; o bispo de Troyes; o bispo de Orleans; o bispo de Auxerre; o bispo de Meaux; o bispo de Chalons; o bispo de Saon; o bispo de Beauvais; o abade de Vèzelay, que depois foi feito arcebispo de Lyon e legado da Igreja de Roma; o abade de Cîteaux; o abade de Pontigny; o abade de Trois-Fontaines; o abade de Saint Denis de Reins; o abade de St-Etiemne de Dijon; o abade de Molesmes; o acima citado Bernard abade de Clairvaux; cujas palavras os supra citados apreciaram livremente.
Também presentes estavam o Mestre Aubri de Reims; Mestre Fulches e muitos outros quem seria tedioso registrar. E dos demais que não foram listados seria proveitoso fornecer garantias neste aspecto, que são amantes da verdade: são o Conde Theobald; o Conde de Nevers, André de Baude Monk. Estes estiveram no Concílio e agiram de maneira que, por estudo cuidadoso, buscaram o que é bom e desaprovaram o que não parecia certo. 
7 – E também presente estava Irmão Hugues de Payens, Mestre da Cavalaria, com alguns de seus Irmãos, que ele trouxera com ele. Eram eles Irmão Roland, Irmão Godefroy e Irmão Geoffroi Bisot, Irmão Payen de Montdidier, Irmão Archambaut de Saint-Amand. O próprio Mestre Hugues, com seus seguidores, relatou aos supramencionados padres os costumes e observância de seus humildes princípios e daquele que diz: “Eu que falo a vós sou o princípio”, de acordo com o que é lembrado. 
8 – Agradou ao Concílio que as deliberações que foram feitas lá e as considerações para com as Escrituras Sagradas, que foram diligentemente examinadas com a sabedoria de meu Senhor Honorius, papa da Sagrada Igreja de Roma, e patriarca de Jerusalém e com o assentimento do Capítulo, com a concordância dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo que está em Jerusalém, deveriam ser registradas por escrito e não ser esquecidas, estritamente mantidas de modo que na vida superior pudesse chegar ao Criador compaixão de cujo Deus é mais doce que o mel quando comparada com Deus, cuja misericórdia lembra (OINE) e nos permite chegar a Ele a  quem queremos servir. Por todos os séculos dos séculos Amém.
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AQUI COMEÇA A REGRA DOS POBRES CAVALEIROS DO TEMPLO
9 – Você que renuncia à sua própria vontade, e vocês que servem o Rei Soberano com cavalos e armas, pela salvação de suas almas, por um compromisso assumido, esforcem-se em todo o lugar com desejo puro de ouvir cantos matinais e a servidão integral de acordo com a lei canônica e os costumes dos Mestres da Sagrada Caridade de Jerusalém. Oh vós veneráveis irmãos, do mesmo modo Deus esteja convosco, se prometerem desprezar o mundo ilusório por perpétuo amor a Deus e afastar as tentações de seu corpo: sustentados pelo alimento de Deus e saciados e instruídos nos mandamentos do Senhor, ao fim do ofício divino, nenhum de vós temeria ir à batalha se ele envergar por conseguinte a (tonsure)
10 -  Mas se algum irmão é enviado pelo serviço da cada da Cristandade ao Leste algo que cremos ocorrerá freqüentemente e não puder ouvir o ofício divino, deverá dizer treze pai-nossos, sete a cada hora e nove à tarde. E juntamente todos hes ordenamos a fazê-lo. Mas aqueles que forem enviados por tal razão e não puderem chegar às horas fixadas para escutar o santo ofício, se possível tais horas não deveriam ser omitidas, com o fito de dedicar a Deus o que lhe é devido.
A MANEIRA PELA QUAL OS IRMÃOS DEVEM SER RECEBIDOS
11 – Se algum cavaleiro secular, ou outro homem, deseja deixar a massa da perdição e abandonar essa vida secular e escolher sua vida comunitária, não consinta em recebê-lo imediatamente, pois assim disse São Paulo: Teste a alma para ver se vem de Deus.  Ademais, se a companhia dos irmãos e para ser aceito por ele, leia-se a Regra para ele, e se ele deseja estudadamente obedecer aos mandamentos da Regra, se agradar aos Mestres e aos irmãos recebê-lo, deixe-o revelar seus desejos frente a todos os irmãos reunidos em  Capítulo e deixe-o fazer seu pedido com o coração puro.
SOBRE CAVALEIROS EXCOMUNGADOS
12 – Se você conhece Cavaleiros dispersos a serem reunidos, então lhe ordenamos a ir, se alguém lá deseja juntar-se à Ordem da Cavalaria de regiões d´além mar, não leve em conta o ganho neste mundo tanto quanto a salvação eterna da alma alheia. Nós ordenamo-lhe a ser recebido sob a condição de que se apresente ao bispo da respectiva província e torne sua intenção dele conhecida. E quando o bispo o tiver ouvido e absolvido, ele deverá envia-lo ao Mestre e aos irmãos do Templo, e se sua intenção for honesta e merecedora de sua companhia, se ele parecer bom ao Mestre e irmãos recebam-no: se ele morrer nesse ínterim, pela angústia e tormento sofridos, dar-se-lhe-ão todos os benefícios da irmandade devidos a um dos Pobres Cavaleiros do Templo.
13 – Sob nenhuma outra circunstância compartilharão os irmãos do Templo a companhia de um homem obviamente nem se pegará suas coisas e isto proibimos fortemente porque seria temerário se fossem excomungados como ele. Mas se ele está proibido apenas de estar no ofício diurno, é certamente possível manter sua companhia e tomar sua propriedade por caridade com a permissão de seus comandantes.
SOBRE NÃO RECEBER CRIANÇAS 
14 – Embora a Regra dos padres sagrados permita receber crianças na vida religiosa nós os aconselhamos a não o fazer, pois ele que deseja dar a sua criança definitivamente à Ordem da Cavalaria, deveria criá-lo até a época em que estivesse capacitado a portar armas com vigor e livrar a terra dos inimigos de Jesus Cristo. Então deixe a mãe e o pai conduzi-lo a casa e tornar seu pedido conhecido dos irmãos; e é melhor se ele não fizer o voto quando criança, mas sim quando mais velho, e é melhor se ele não se magoar do que se magoar. Portanto, deixe ser posto à prova de acordo com a sabedoria do Mestre e irmãos e de acordo com a honestidade da vida de quem pede para ser admitido na irmandade.
SOBRE IRMÃOS QUE PERMANECEM DEMAIS NA CAPELA
15 – Tornai-se conhecido para nós e o ouvimos de testemunhos verdadeiros que sem moderação e sem restrição você ouça o serviço divino enquanto em pé. Não ordenamos a se comportar desse modo, pelo contrário, desaprovamo-la. Mas ordenamos que os fortes, tanto quanto os fracos, para evitar confusão, cantem os Salmos chamado Venite, com a preparação e o hino sentados, e digam suas preces em silêncio, suavemente e não em alta voz para não perturbar as preces dos outros irmãos.
16 – Mas ao fim dos Salmos, quando o Gloria Pater é entoado, em reverência à Santíssima Trindade, você se levantará e inclinará em direção ao altar, enquanto os fracos e doentes inclinarão suas cabeças. Assim determinamos; e quando a explanação dos Evangelhos for finda, e o Te Deum Laudamus for cantado, e enquanto todos os cantos são entoados, e  as Matinas terminarem, você estará de pé. Desse modo determinamo-lhe ficar de pé quando da cantigas matinais e a todas as horas de Nossa Senhora.
SOBRE A INDUMENTÁRIA DOS IRMÃOS
17 – Nós determinamos que os trajes de todos os irmãos deverão ser de uma cor, ou seja branco, negro ou marrom. E nós a todos os irmãos Cavaleiros no inverno e se possível no verão, mantos brancos; e ninguém que não pertença aos mencionados Cavaleiros de Cristo terá permissão de ter um manto branco, de modo a que aqueles que abandonaram a vida da escuridão reconhecerão uns aos outros como estando reconciliados com o Criador pelo sinal dos hábitos brancos; que significa pureza e castidade completa. Castidade é certeza no coração e saúde para o corpo. Pois se algum irmão não assumir o voto de castidade, não poderá ter o descanso eterno nem ver a Deus, pela promessa do apóstolo que disse: “ Empenhe-se em trazer paz para todos, mantenha a castidade, sem a qual ninguém vê Deus”.
18 – Mas estas roupas não deverão ostentar qualquer requinte de orgulho. E então ordenamos que nenhum irmão terá um pedaço de (Fur) em suas roupas, nem algo que pertença às lides do corpo, nem mesmo um lençol a menos que seja um de lã de cordeiro ou ovelha.. Ordenamo-lhes que todos os irmãos tenham a mesma, de modo a vestir-se e desvestir-se e por e tirar suas botas facilmente.  E o (Draper) ou o que estiver em seu lugar deverá estudadamente refletir e cuidar  de ter a recompensa de Deus em todas as coisas supramencionadas, de modo a que os olhos dos invejosos e as más línguas não possam notar que as roupas são muito longas ou demasiado curtas; mas que ele as distribua de modo que se ajustem a quem as envergar, de acordo com o tamanho de cada um.
19 – Se algum irmão por orgulho ou arrogância desejar um traje mais fino, que lhe seja dado o pior. E quem receber roupas novas deverá imediatamente devolver as velhas, para serem dadas aos escudeiros e sargentos e freqüentemente aos pobres, de acordo com o que parecer melhor ao encarregado.
SOBRE AS CAMISAS
20 – Entre as outras coisas, determinamos misericordiosamente que, devido à grande intensidade do calor que há no Leste, da Páscoa a Todos os Santos, por compaixão e de modo algum como direito, uma camisa de linho será dada a qualquer irmão que desejar usa-la.
SOBRE LINHO DE CAMA
21 – Determinamos por consenso que cada homem terá roupas de cama de acordo com a descrição do Mestre. É nossa intenção que exceto o colchão, um travesseiro e um lençol será suficiente para cada um; e aquele que não tiver alguns destes, poderá ter um tapete um tapete e poderá usar um lençol de linho em todos os tempos, com um travesseiro macio. E dormirão sempre vestidos com camisas, calções, sapatos e cintos, e onde dormirem estará iluminado até a manhã. E o (Draper) certificar-se-á de que os irmãos estão bem tonsurados que poderão ser examinados pela frente e por trás; e determinamo-lhes a firmemente aderir à mesma conduta com respeito à barba e bigodes, de modo que nenhum excesso seja notado em seus corpos.
SOBRE SAPATOS DE PONTA E LAÇOS DE SAPATO 
22 – Proibimos sapatos de ponta e cordões de sapatos e proibimos qualquer irmão de usa-los; nem os permitimos aqueles que servem a causa por um período fixo; mais do que isso, proibimo-los de ter sapatos com pontas ou cordão sob qualquer circunstância. Isto porque é manifesto e bem conhecido que estas coisas abomináveis pertencem a pagãos. Nem deverão usar seus cabelos ou seus trajes muito longos. Pois aqueles que servem o Criador soberano tem que vir ao mundo pela promessa do próprio Deus que disse: “Nasça conforme eu nasci” .
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COMO DEVERÃO SE ALIMENTAR
23 – No palácio, ou mais propriamente o refeitório, eles deverão comer juntos. Mas se você  necessita de algo por falta de hábito aos sinais usados por outros homens da fé, quieta e privadamente deverão pedir pelo que necessitam na mesa, com toda a humildade e submissão. Pois, o apóstolo disse: “ Coma seu pão em silêncio” . E o salmista: “Segure sua língua” o que significa: “Eu pensei que minha língua me traia” ou seja: “ Segurei minha língua para não dizer maldade”.
SOBRE A LEITURA DO ENSINAMENTO
 24 – Sempre, no jantar do convento e na refeição, leia-se a Sagrada Escritura, se possível se amamos a Deus e a todas as suas palavras sagradas e seus Mandamentos Sagrados,  desejaríamos ouvi-los atentamente: o leitor do texto dir-lhe-á para manter silêncio antes de começar a ler.
25 – Devido a vasilhas em falta, os irmãos comerão aos pares, de modo a que um possa estudar o outro mais proximamente, e para que nem a austeridade nem abstinência secreta seja introduzida na refeição coletiva. Nos parece justo que cada irmão deva ter a mesma porção de vinho em sua taça .
SOBRE A INGESTÃO DE CARNE 
26 – Deverá ser suficiente para você comer carne 3 vezes por semana, exceto no Natal, Todos os Santos, Assunção e festa dos Doze Apóstolos. Pois é compreendido que o costume de comer carne corrompe o corpo. Mas se uma festa em que se deva esquecer a carne cair em uma Terça-feira, no próximo dia, que seja dada aos irmãos em abundância. E aos domingos, todos os irmãos do Templo, os capelães e escribas terão duas refeições de carne em honra à sagrada ressurreição de Jesus Cristo. E o resto dos corpos agregados, ou seja, escudeiros e sargentos ficarão contentes com uma refeição e serão agradecidos a Deus por isso.
SOBRE REFEIÇÕES DURANTE A SEMANA
27 – Nos outros dias da semana, Segunda-feira, Quarta-feira e Sábados, os irmãos terão duas ou três refeições de vegetais ou outros pratos comidos com pão; e pretendemos que isto seja suficiente e que se faça assim. Pois quem não tiver uma refeição, terá a outra.
SOBRE REFEIÇÕES ÀS SEXTAS-FEIRAS
28 – Às sextas que seja dada carne quaresmal comunalmente a toda a congregação, como reverência à paixão de Jesus Cristo: e jejuarão de todos os Santos até a Páscoa, exceto no Natal, Ascensão e na festa dos Doze Apóstolos. Mas irmãos fracos e doentes não necessitarão observa-lo. Da Páscoa até Todos os Santos, poderão comer por 2 vezes, conquanto que não haja jejum geral.
SOBRE AGRADECIMENTO
29 – Sempre após cada jantar e refeição, todos os irmãos deverão dar graças a Deus em silêncio, se a Igreja é próxima ao refeitório, e se não o for, no próprio local. Com o coração humilde deverão agradecer a Jesus Cristo que é Senhor Provedor. Deixe-se os restos do pão para os pobre e bolos inteiros sejam conservados. Embora a recompensa dos pobres que é o reino dos céus, deva ser dada sem hesitação, e a fé cristã sem dúvida o reconheça entre eles, ordenamo-lhe que a décima parte do pão seja dada a seu (Almoner).
DO RECEBIMENTO DA COLAÇÃO 
30 – Quando a luz do dia se vai e a noite cai, escute o sinal do sino ou o chamado para a oração, de acordo com os costumes do país,  e todos dirijam-se a (Compline). Mas nós determinamo-lhes primeiramente a tomar pequena refeição, embora deixemos esta refeição leve sob arbítrio e discreção do Mestre. Quando ele quiser água e quando ele ordena, vinho diluído, que lhe seja dado. Verdadeiramente, ele não deve ser tomado em excesso, e  sim com moderação. Pois Salomão disse: “O vinho corrompe os sábios”.
SOBRE MANTER SILÊNCIO 
31 – Quando os irmãos voltam da (Compline) não tem permissão de falar abertamente exceto em uma emergência. Mas deixe cada um ir para o seu leito quieta e silenciosamente, e se ele necessitar falar com seu escudeiro ele deverá falar quieta e suavemente. Mas se por acaso, conforme voltam do (Compline) a Cavalaria ou a casa tiver um problema sério que necessite de solução antes do amanhecer, nós pensamos que o Mestre ou um grupo de irmãos mais velhos que governem a Ordem sob o Mestre, possam falar apropriadamente. E é por isso que determinamos que deve ser feito nesta maneira.
32 – Porque está escrito: Quem fala demais não está em pecado? E um outro dito: “ Vida e morte estão no poder das línguas” . E durante essa conversa nós terminantemente proibimos palavras chulas e explosões de risos. E se algo é dito na conversa que não devesse ser dito, quando você for para o leito, ordenamo-lhe a dizer a oração do Pai Nosso com toda humildade e pura devoção.
SOBRE IRMÃOS
33 – Irmãos que sofram de doença durante a lide na casa terão permissão de manter-se em pé durante cantigas matinais com a permissão do Mestre ou daqueles encarregados do oficio. Mas deverão dizer em vez das cantigas matinais, 13 pai-nosso conforme estabelecido acima, de maneira a que as palavras reflitam o que há no coração. Assim disse David: “Cantem com sabedoria”. E em outro lugar, o mesmo David disse: “Cantarei a vós perante os anjos” . E deixe assim ser sempre segundo o Mestre ou aqueles encarregados daquele ofício.
SOBRE A VIDA COMUNITÁRIA 
34 – Lê-se nas Sagradas Escrituras: A cada um é dado conforme suas necessidades. Por esta razão dizemos que ninguém será elevado entre vós, mas todos cuidarão dos doentes; e aquele que estiver menos doente deveria agradecer a Deus e não se inquietar; e que aquele que estiver pior, humilhe-se através de sua enfermidade e não se torne orgulhoso através da piedade. Assim, todos os membros viverão em paz. É proibido a qualquer um que se agarre a abstinência excessiva; e sim que mantenha a vida comunitária.
SOBRE O MESTRE 
35 – O Mestre pode dar a quem quer que lhe agrade, o cavalo e a armadura e o que quiser de outro irmão, e este irmão a quem a coisa dada pertence, não deverá se tornar nervoso ou  vexado, pois fique certo que se enervar estará indo contra Deus.
36 – Somente aqueles irmãos que o Mestre reconhece que darão conselhos sábios e benéficos serão chamados para o concílio; pois isto, determinamos, e de modo algum diverso alguém será escolhido. Porque quando ocorrer de quererem tratar de assuntos sérios como a doação de terra comum ou falar sobre assuntos da casa, ou receber um irmão, então se o Mestre desejar, é apropriado reunir a congregação completa para ouvir o conselho do Capítulo todo; e o que parecer melhor ao Mestre e mais benéfico, que o faça.
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SOBRE IRMÃOS ENVIADOS PARA ALÉM-MAR 
37 – Irmãos enviados por países ultramar dedicar-se-ão a manter as determinações da Regra, de acordo com sua capacidade, e viver irrepreensivelmente com relação a carne, vinho, etc. de modo que serão bem recomendados pelos estrangeiros e não denegrirão por atos ou palavras os preceitos da Ordem, de modo a deixar exemplo de boas atitudes e sabedoria; sobretudo de modo a que aqueles a quem se associarem e que os hospedarem sejam honrados. Se possível, a casa onde dormirem terá luz à noite, de modo a que a sombra de seus inimigos não os conduza a fraqueza, que Deus lhes proíbe.
SOBRE MANTER A PAZ
38 – Cada irmão certificar-se-á que não incitará outro irmão à cólera ou raiva pois a misericórdia soberana de Deus se mantém igualmente sobre o irmão, seja ele fraco ou forte, em nome da caridade.
COMO OS IRMÃOS SE COMPORTARÃO
39 – Afim de se desincumbir de seus deveres e ganhar a glória da Alegria de Deus e fugir ao fogo do Inferno, é necessário que todos os irmãos estritamente obedeçam a seu Mestre. Pois não é mais caro a Jesus Cristo do que a obediência . Pois tão logo algo é determinado pelo Mestre ou por aquele a quem o Mestre delegou autoridade, deverá ser feito sem demora como se o próprio Cristo o tivesse determinado. Pois assim disse Jesus, pela boca de David e é verdadeiro: “Ele obedeceu tão logo me ouviu”.
40 – Por esta razão rogamos e firmemente determinamos aos irmãos Cavaleiros que abandonaram sua própria vontade e a todos os que servem por um período fixo que não ousem sair à noite rumo a cidade sem a permissão do Mestre ou de quem estiver encarregado, exceto a noite ao Sepulcro e lugares de oração que estejam dentro dos muros da cidade de Jerusalém.
41 – Lá irmãos podem ir em pares, mas doutro modo, não poderão ir seja á noite ou de dia e quando pararem em um posto, nenhum irmão nem (Squire) nem sargento poderá ir a outra hospedaria para ver ou falar-lhe sem permissão, conforme dito acima. Determinamos por consenso, que nesta Ordem regida por Deus, nenhum irmão lutará ou descansará por sua própria vontade, mas de acordo com as ordens do Mestre, a quem se submeterão, para seguir a lição de Jesus Cristo que disse: “Não vim para fazer a minha vontade, mas a vontade do Meu Pai que me enviou”.
42 – Sem permissão do Mestre ou encarregado, não se efetuará trocas, a não ser de pequenas coisas.
COMO DEVERÃO EFETUAR UMA TROCA 
43 – Sem permissão do Mestre ou de quem esteja encarregado do ofício, nenhum irmão possuirá mala ou (Purse) com tranca mas comandantes de casas ou províncias e Mestres não se aterão a isto. Sem o consentimento do seu Mestre ou Comandante, nenhum irmão terá cartas de seus parentes ou outra pessoa: mas se tiver permissão, e se agradar ao Mestre ou comandante, cartas ser-lhe-ão elidas.
SOBRE DOAÇÕES SECULARES
44 – Se algo não pode ser conservado, como carne, for dada a algum irmão por um secular em agradecimento, deverá presentea-la ao Mestre ou Comandante de(Virtuals). Mas se acontecer a algum de seus parentes ou amigos tem algo a dar somente a ele, não o tome sem a permissão do Mestre ou daquele encarregado daquele ofício. Além disso, se o irmão receber algo mais de seus parentes, não o tome sem permissão do Mestre ou do encarregado daquele ofício. Não  desejamos que os comandantes ou baillis, que estão especialmente encarregados deste ofício, de se aterem a regra supramencionada.
SOBRE FALTAS
45 – Se algum irmão, falando ou militando ou outra maneira cometer um pecado leve, ele mesmo por sua vontade tornar-lo-á conhecido do Mestre, para reparar sua falta com coração puro. E se ele não falha usualmente desse modo, que lhe seja aplicada uma leve pena, mas se a falta for muito grave que se afaste da companhia dos irmãos sem comer ou beber com eles, e sim só; e deverá se submeter à misericórdia e julgamento do Mestre e irmãos, que ele seja salvo no Dia do Julgamento.
SOBRE FALTAS GRAVES
46 – Sobre todas as coisas, devemos nos assegurar de que nenhum irmão, poderoso ou não, forte ou fraco, que deseje se promover e tornar-se orgulhoso e defender sua falta, permaneça sem punição. Mas se ele não desejar pagar por isto, que lhe seja dada uma punição mais severa. E se oram piedosamente por ele a Deus, e ele não quiser se corrigir, e sim insistir no erro, que seja desligado do grupo, conforme o apóstolo diz: “Remova o mau dentre vós”. É necessário que renovais a ovelha negra da companhia de irmãos fiéis.
47 – Ademais o Mestre, que deve manter a equipe sob controle e (Rod) equipe com a qual sustentará as fraquezas e força dos demais; o (Rod) com o qual vencerá os vícios dos que  pecam – por amor à justiça por conselho do patriarca, deverá cuidar em faze-lo. Mas também, como meu Senhor Santo Máximo disse: “Que a complacência não seja maior que a falta; nem que a punição excessiva cause a volta do pecador a lide com o mal.
SOBRE RUMORES
48 – Determinamo-lhe por conselho divino a evitar uma praga: inveja, fofoca, (Spite),(Slander). Portanto, cada um deve zelosamente guardar-se quanto ao que disse o Apóstolo: “Não acuse ou maldiga o povo de Deus!” Mas quando um irmão sabe com certeza que seu irmão companheiro pecou, quietamente e com misericórdia fraternal, que seja castigado privadamente entre ambos e se ele não quiser ouvir, outro irmão deverá ser chamado, e se ele se rebela perante ambos, ele deverá submeter-se abertamente perante todo o grupo. Os que não se afinam com os demais sofrem de terrível cegueira e muitos são cheios de tristeza que não protegem contra a inveja que se aporta contra os outros, e pela qual serão levados nas maldades antigas do demônio.
QUE NINGUÉM SE ORGULHE DE SUAS FALTAS
49 – Embora todas as palavras vulgares estejam reconhecidamente cheias de pecado, serão ditas por aqueles que se orgulham de seus pecados perante o juiz astuto Jesus Cristo, o que demonstrado por Davi ao dizer: Deve-se evitar de falar até  sobre o bem e calar.  Da mesma forma, deve-se guardar de falar o mal, para escapar à penalidade do pecado. Proibimos firmemente todo irmão de relatar a outro irmão ou a quem quer que seja, os bravos feitos da vida secular, que antes deveriam ser chamados de loucuras cometidas na execução dos deveres como cavaleiro, e os prazeres da carne que teve com mulheres imorais; e se ocorrer que as ouça sendo contadas por outro irmão, deverá imediatamente silencia-lo; não o conseguindo, deverá incontinente deixar o lugar e não deixar seu coração ouvir a música da podridão.
50 – Este hábito entre outros determinamo-lhes a seguir  estrita e firmemente: que nenhum irmão peça explicitamente o cavalo ou armadura do outro. Será portanto, feito desta maneira: quando da enfermidade do irmão ou a fragilidade de seus animais ou armadura é sabidamente tal que o irmão não pode sair para fazer seu trabalho sem perigo, que vá ao Mestre ou a quem ocupa o seu lugar naquele grupo, e torne a situação conhecida por ele em pura fé e verdadeira fraternidade, e portanto permaneça à disposição do Mestre ou de quem controla o grupo.
SOBRE ANIMAIS E ESCUDEIROS
51 – Cada irmão cavaleiro poderá ter três cavalos e não mais, sem permissão do Mestre, devido à grande pobreza existente no tempo atual na Casa de Deus e do Templo de Salomão.  A cada cavaleiro permitimos um escudeiro e três cavalos e se o escudeiro voluntariamente serve à caridade, o irmão não deverá puni-lo por algum pecado que ele cometa.
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QUE NENHUM IRMÃO POSSA TER UM BRIDÃO ORNADO
52 – Terminantemente proibimos que um irmão possua um ouro ou prata em seus arreios, nem em seus estribos ou em suas esporas. Isto é, se os comprar; mas se ocorrer que um arreio lhe seja dado por caridade e que esteja tão velho que o ouro ou a prata esteja manchada, de modo a que a beleza resplandecente não seja vista pelos demais nem orgulho derive deles, então ele poderá tê-los. Mas se equipamento novo lhe for dado, que o Mestre lide com isso como achar adequado.
SOBRE CAPAS PARA LANÇAS
53 – Que nenhum irmão possua capa em seu escudo ou lança, pois nisso não há vantagem, ao contrario, pensamos que seria prejudicial.
SOBRE BOLSAS PARA ALIMENTOS
54 – Esta Ordem que por nós é estabelecida é benéfica para todos manterem e por essa razão ordenamos que a cumpram, que nenhum irmão possa fazer uma mala de alimentos de linho ou principalmente, ou qualquer coisa além de um (Profinel).
SOBRE CAÇAR
55 – Nós em conjunto proibimos qualquer irmão de caçar um pássaro com outro pássaro. Não é adequado para um homem de fé ceder a prazeres, e sim determinadamente seguir os mandamentos de Deus, estar freqüentemente em oração e a cada dia confessar em prantos a Deus em suas preces, os pecados cometidos. Nenhum irmão atrever-se-á acompanhar um homem que caça um pássaro com outro. Na verdade, é adequado para todo homem religioso portar-se simples e humildemente sem risadas ou conversas demais, ponderadamente, sem elevar a voz e por isso ordenamos especialmente que os irmãos todos não se lancem à floresta com arco longo ou cruzado para caçar animais e nem acompanhem quem o faça, exceto para salva-lo dos pagãos infiéis. Nem deverás tu seguir cães, nem gritar ou imitar sons de animais nem esporar sobre um cavalo para capturar uma fera selvagem.
56 – É verdadeiro que estás especialmente encarregado do dever de dar sua alma pelos seus irmãos, conforme o fez Jesus Cristo,  e de defender a terra dos pagãos descrentes que são inimigos do filho de Virgem Maria. Esta supramencionada proibição de caçar de modo algum pretendo incluir o leão, pois ele vem cercando e procurando pelo que possa devorar, inimigo mortal dos homens.
SOBRE COMO POSSUIR TERRAS E HOMENS
57 – Este tipo de nova Ordem nasceu, cremos, das Sagradas Escrituras e divina Providência na Sagrada Terra da Provação. Isto significa que esta companhia armada de Cavaleiros pode matar os inimigos da cruz sem pecar. Por esta razão julgamos que vocês são acertadamente  chamados Cavaleiros do Templo, com duplo mérito e beleza pela probidade e que podem ter terras e homens, vilas e campos e governa-los justamente, e ter seu direito a eles conforme especificamente estabelecido.
SOBRE TÍTULOS
58 – Você que abandonou os prazeres do mundo acreditamos Ter voluntariamente submetido a si mesmo à pobreza, portanto, decidimos que você que vive a vida comunitária pode receber títulos: se o bispo do lugar, a quem o título deverá ser dedicado por direito, deseja outorga-lo a você por caridade, com o consentimento do Capítulo, ele pode dar aqueles títulos que a Igreja possui. Além disso, se algum homem mantém títulos de seu patrimônio em seu detrimento e contra a Igreja, e deseja deixa-los a você, ele pode faze-lo com a permissão do prelado e de seu Capítulo.
SOBRE JULGAMENTO
59 – Sabemos, por havermos visto, que perseguidores e pessoas que gostam de querelas e se dedicam a cruelmente atormentar aqueles que são fiéis à Santa Igreja e seus amigos, são sem número. Pelo julgamento claro de nosso conselho, determinamos que se houver alguém nas regiões do Leste ou em qualquer outro lugar que lhes peça algo, pelos homens fiéis e amar à verdade, você deverá ponderar sobre o pedido se a outra parte desejar permiti-lo. Esta mesma Ordem deverá ser mantida sempre, quando algo lhes for roubado.
SOBRE IRMÃOS MAIS VELHOS
60 – Determinamos por pio concelho que irmãos mais velhos e fracos sejam honrados com diligência e lhes seja dispensada consideração de acordo com sua fragilidade e que sejam mantidos bem pela autoridade da Regra, naquelas coisas que são necessários à sua condição física.
SOBRE IRMÃOS DOENTES
61 – Que seja dada consideração e cuidados aos irmãos doentes e que sejam servidos de acordo com o dizer do evangelista e de Jesus Cristo: “Eu estava doente e tu me visitaste” e que isto não seja esquecido. Pois aqueles irmãos que estão combalidos devem ser tratados quietamente e com cuidado, por puro serviço, levando avante sem hesitação, você ganhará o reino do céu. Portanto, determinamos ao Enfermeiro a estudadamente e fielmente providenciar ou avisar que são necessários aos muitos irmãos doentes, comer carne, vísceras, pássaros e todos os alimentos que tragam boa saúde com os meios e possibilidades da casa.
SOBRE IRMÃOS FERIDOS
62 – Quando algum irmão passa da vida para a morte, algo de que ninguém está isento, determinamo-lhes a cantar por sua alma com coração puro, e que o ofício divino seja executado pelos prelados que servem o rei soberano e vós que servem à caridade por um período fixo e todos os irmãos presentes onde jaz o corpo e que servem por um período fixo, deverão rezar cem pai-nosso nos próximos sete dias. E todos os irmãos sob o comando da casa em que se deu o passamento do irmão, deverão rezar os cem pai-nosso, conforme dito acima, após a morte do irmão ser noticiada, pela misericórdia divina. Também rezamos e determinamos por autoridade pastoral que um pobre seja alimentado com carne e vinho por quarenta dias em memória do irmão morto, como se estivesse ainda vivo. Expressamente proibimos todos as outras ofertas que costumeiramente eram voluntariamente e sem discussão feitas pelos Pobres Cavaleiros do Templo pela morte dos irmãos, na festa de Páscoa e outras festas.
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63 – Além disso você deve professar a sua fé com coração puro noite e dia, a ponto de ser comparado a este respeito com o mais sábio dos profetas, que disse: “Tomarei o cálice da salvação” que significa: Consignarei à Morte de Jesus Cristo minha morte. Pois tal como Jesus Cristo deu seu corpo por mim, esto preparado para dar minha alma do mesmo modo pelos meus irmãos. Este é um sacrifício adequado: um sacrifício vivo e muito agradável a Deus.
SOBRE PRELADOS E OFICIAIS QUE SERVEM À CARIDADE 
64 – O conjunto do conselho comum determina-lhes a dedicar ofertas e todas as almas em qualquer maneira possível, aos capelães e oficiais e aos outros que permanecem na caridade por um período fixo. De acordo com a autoridade do Senhor Deus, os servidores da Igreja somente podem Ter roupa e comida, e não devem pretender nada mais a menos que o Mestre deseje dar-lhe algo voluntariamente por caridade.
SOBRE CAVALEIROS SECULARES
65 – Aqueles que servem por piedade e permanecem conosco por um período fixo são Cavaleiros da casa de Deus e do Templo de Salomão; portanto por piedade rogamos e por fim determinamos que se durante sua permanência Deus leva algum deles, por amor a Deus e por misericórdia fraterna, um pobre será alimentado por sete dias pela sorte de sua alma e cada irmão naquela casa, rezará 30 pai-nosso.
SOBRE CAVALEIROS SECULARES QUE SERVEM POR UM PERÍODO FIXO
66 – Determinamos a todos os Cavaleiros seculares que desejem com coração puro servir a Jesus Cristo e a casa do Templo de Salomão por um período fixo a fielmente comprar um cavalo adequado e armas, e tudo o que for necessário para tal trabalho. Além disso, determinamos a ambas as partes a colocar um preço no cavalo e coloca-lo por escrito para não o esquecer: e que tudo de que o cavaleiro, seu escudeiro e seu cavalo necessitam, mesmo sapatos para o cavalo, seja dado de acordo com as possibilidades da casa por caridade fraternal. Se, durante o período fixado, acontecer por acaso que o cavalo morra no serviço da casa, se a casa puder faze-lo, o Mestre deverá substituí-lo. Se ao fim de seu prazo, o cavaleiro quiser retornar ao seu próprio país, ele deverá deixar por caridade, metade do preço do cavalo e outra metade se ele quiser, receberá das almas da casa.
SOBRE A NOMEAÇÃO DE SARGENTOS
67 – Dado que os escudeiros e sargentos que desejam servia a caridade na casa do Templo da Salvação pela salvação de suas almas por um período fixo, vem de regiões decaídas, parece-nos benéfico que seus votos sejam recebidos de modo que o invejoso inimigo não coloque em seus corações arrepender-se ou renunciar a suas boas intenções.
SOBRE MANTOS BRANCOS
68 –  Por conselho comum de todo o Capítulo proibimos e ordenamos expulsão, por vício comum, de qualquer que sem discreção estive na casa de Deus e dos Cavaleiros do Templo: mesmo os sargentos e escudeiros não deverão ter hábitos brancos, de cujo uso grande malefício adveio à causa: pois nas regiões além das montanhas irmãos falsos, homens casados e outros que se diziam irmãos do Templo costumavam fazer juramento enquanto eram do mundo. Trouxeram tanta vergonha para nós e mal à Ordem da Cavalaria que mesmo escudeiros zombavam dela; por esta razão muitos escândalos surgiam. Portanto, dêem-lhes assiduamente mantos pretos; mas se não puderem ser achados ser-lhes-á dado o que tiver, disponível na província: ou o que é menos caro, ou seja (Burell) .
SOBRE IRMÃOS CASADOS
69 – Se homens casados solicitam admissão na fraternidade, benefício e devoções da casa, permitimo-lhes recebe-los nas seguintes condições: que depois de sua morte deixem-lhes parte de seu patrimônio e de tudo o que tiverem obtido daí em diante. Enquanto isso, deverão levar vidas honestas e dedicarem-se a agir bem com os irmãos. Mas não deverão usar mantos ou casacos brancos: além disso, se o senhor tiver que morrer antes da sua senhora, os irmãos deverão tomar parte de suas posses e deixar que a dama tenha o resto para sustenta-la pelo seu tempo de vida; pois não nos parece correto que tais consortes devam viver em uma casa com irmãos que prometeram castidade a Deus.
SOBRE IRMÃS
70 – A companhia de mulheres é uma coisa perigosa, pois foi através delas que o Velho Diabo tirou a muitos do caminho reto para o Paraíso. Portanto, não permitam que irmãs sejam admitidas na casa do Templo; isto é o porque, caros irmãos, por isso não é adequado seguir este costume, que a flor da castidade seja sempre mantida entre vós.
QUE NÃO POSSUAM FAMILIARIDADE COM MULHERES
71 – Acreditamos ser uma coisa perigosa para cada religioso olhar demais para a face de uma mulher. Por esta razão, nenhum de vós deverá presumir de beijar uma mulher, seja viúva, jovem, mãe, tia ou qualquer outra; e portanto, a Cavalaria de Jesus Cristo deverá evitar a todo custo, abraços de mulheres, por meio dos quais homens pereceram por muitas vezes, para que possam permanecer eternamente frente à face de Deus com a consciência pura e vida segura.
NÃO SER PADRINHO
72 – Proibimos a todos os irmãos de ousar criar crianças e nenhum deverá se envergonhar de recusar em ser padrinho; esta vergonha traz mais glória que pecado.
SOBRE OS MANDAMENTOS
73 – Todos os mandamentos que estão escritos e mencionados acima nesta Regra estão a critério e julgamento do Mestre. Estes são os dias festivos e de jejum que todos os irmãos deverão celebrar e observar:
74 – Que seja conhecido de todos os Irmãos do Templo presentes ou futuros que deverão jejuar nas vigílias dos doze apóstolos. Isto quer dizer: São Pedro e São Paulo; Santo André; São Thiago e São Felipe; São Thomé, São Bartholomeu; São Sião e São Judas; São Matheus. A vigília de São João Batista, da ascensão e os dois dias anteriores, os dias de rogação; a vigília de Pentecostes; os dias de (Ember); a vigília de Epifanie. E deverão jejuar em todos os dias retro mencionados de acordo com os mandamentos do Papa Inocêncio no Concílio de Pisa. E se algum dos dias supra mencionados cair na 2ª feira, deverão jejuar no Sábado precedente . Se o Natal de Nosso Senhor cair numa 6ª feira, os irmãos deverão comer carne em honra da festa. Mas deverão jejuar na festa de São Marco, devido à (Litany), pois está estabelecido por Roma pela mortalidade dos homens. Contudo, se cair durante a semana de Páscoa, deverão não jejuar.
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ESTAS SÃO AS FESTAS QUE DEVERÃO SER OBSERVADAS NA CASA DO TEMPLO
75 – O Natal do Senhor; a festa de Santo Estevão; São João Evangelista; Os Inocentes Sagrados; o oitavo do Natal, que é o dia de Ano Novo; Epifania; Santa Maria Candlemas; São Mathias Apostolo, Anunciação de Nossa Senhora em março; Páscoa e os três dias seguintes; São Jorge; São Felipe e Thiago; apóstolos; a descoberta da Cruz Sagrada; Ascenção do Nosso Senhor; Pentecostes e os dois dias seguintes; São João Batista; São Pedro e São Paulo; Santa Maria Madalena; São Thiago o Apóstolo; São Lourenço;, Ascenção de Nossa Senhora; Exaltação da Sagrada Cruz; Natividade de Nossa Senhora; São Mateus; São Michel; São Simão e Judas; a festa de Todos os Santos; São Martins no Inverno; Santa Catarina no Inverno; Santo André; São Nicolau no Inverno; São Tomé Apóstolo.
76 – Nenhuma das festas menores deverá ser cultuada na casa do Templo. E desejamos e aconselhamos que seja mantido e aceito que todos os Irmãos do Templo, deverão jejuar do Sábado antes de São Martin à natividade de Nosso Senhor, a menos que alguma doença os impeça. E se acontecer que a festa de São Martin cair num Domingo, os irmãos deverão manter-se sem carne no Domingo precedente.

Fonte: 

Chelsea 1 x 3 Atletico Madrid Champions League 2014

(AUDIOBOOK) CASA VELHA [MACHADO DE ASSIS]


Machado de Assis nunca chegou a ver Casa Velha  publicado em formato de livro, sua publicação somente ocorreu em 1944. Lançado em 25 episódios entre 1885 e 1886 na revista carioca A Estação, este texto sempre foi um enigma para estudiosos e leitores. Classificado ora como romance, ora como conto, Casa Velha narra a polêmica história de um amor incestuoso a partir das lembranças de um padre, que faz um balanço das perdas e ganhos dessa paixão. Por meio dessa obra, Machado de Assis sugere que há um grande paralelo entre as esferas públicas e privadas da vida e mostra como um drama familiar pode ser um retrato acurado do Brasil do século XIX.
O AudioBook esta em MP3


Fonte: TOP Livros

Revista Arquitetura e Urbanismo - Edição 239 (02/2014)



Download RollerCoaster Tycoon 2 (PC)


Rollercoaster Tycoon 2 é um excitante jogo de simulação em que você pode construir seu próprio parque de atrações para entreter seus convidados e ganhar muito dinheiro. Construa montanhas-russas, atrações na água, trilhos de trem, carros de bate-bate e muitas outras atividades divertidas.
O game deixa você em controle de todos os aspestos do parque. Plante árvores e construa jardins, barracas de comida e bebida, caixas eletrônicos, banheiros e balcões de informação. Escolha estátuas, contrate funcionários e construa o melhor parque da Terra.
REQUISITOS MÍNIMOS
Processador: Intel Pentium ou AMD equivalente
Velocidade Processador: 1 GHz
Memória RAM: 128Mb RAM
Vídeo: VGA – 32Mb
Direct3D: Sim
Compatibilidade: Windows XP, Vista e Seven 7 e 8
Espaço: 700 MB livres em disco
Fabricante: Atari
Lançamento: 2002
Estilo: Simulador
Idioma: Inglês
Tamanho: 93,32Mb
Plataforma: PC


O Reino dos Deuses Serpentes (Z. Sitchin)

Quando Tenochtitlán atingiu seu período áureo, a capital tolteca de Tuia já tinha sido lembrada como a lendária Tollán. E quando os toltecas construíram sua cidade, Teotihuacán já estava envolvida em mitos. Seu nome significara “Lugar dos Deuses”. Segundo as narrativas astecas, era exatamente isso que o local tinha sido.
Diziam elas que, no tempo em que as calamidades se abateram sobre a Terra e a Terra ficou na escuridão porque o Sol não apareceu, apenas em Teotihuacán havia luz, pois uma chama divina permanecia queimando lá. Os deuses, preocupados com o fenômeno, reuniram-se em Teotihuacán, para decidir o que fazer. “Quem governará e dirigirá o mundo?”, perguntavam uns aos outros. Para responder, em seguida, “…a menos que possamos fazer o Sol aparecer”.
Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Livro, OS REINOS PERDIDOS (The Lost Realms), da série de livros Crônicas da Terra, número IV, de Zecharia Sitchin
Capítulos 1 e 2 em: 
  1. http://thoth3126.com.br/os-reinos-perdidos-z-sitchin/
  2. http://thoth3126.com.br/o-reino-perdido-de-caim-z-sitchin/
Capítulo III -  O REINO DOS  DEUSES SERPENTES 
Pediram, então, um voluntário entre os deuses para se jogar sobre a chama divina e com esse sacrifício trazer de volta o sol. O deus Tecuciztecatl se ofereceu como voluntário. Envergando seu traje brilhante ele avançou para a chama, mas a cada vez que se aproximava do fogo, recuava, perdendo a coragem. O deus Nanauatzin se ofereceu para tomar seu lugar e sem hesitar saltou sobre a chama. Envergonhado, Tecuciztecatl seguiu atrás, mas caiu apenas na fímbria da chama. Enquanto os deuses eram consumidos pelo fogo, o Sol e a Lua reapareceram no céu.
Porém, embora pudessem ser vistas, as duas fontes de luz permaneciam imóveis no céu. Segundo uma das versões, o Sol começou a mover-se depois de uma boa flechada. Outra, no entanto, diz que o astro retomou o movimento quando o Deus do Vento soprou sobre ele. Depois que o Sol terminou seu movi­mento, a Lua também começou a mover-se. Assim, o ciclo do dia e da noite recomeçou e a Terra foi salva.
A história está intimamente ligada com os monumentos mais renomados de Teotíhuacán, a Pirâmide do Sol e a Pirâmide da Lua. Uma versão diz que as duas pirâmides foram construídas para homenagear os dois deuses que se sacrificaram; outra versão afirma que as pirâmides já existiam quando o evento aconteceu e que os deuses saltaram para o fogo divino do alto das pirâmides.
Qualquer que seja a lenda, o fato é que a Pirâmide do Sol e a Pirâmide da Lua ainda estão lá. O que há poucas décadas eram montes cobertos de vegetação, agora erguem-se majesto­samente a apenas 50 quilômetros ao norte da Cidade do México, transformando-se em atração turística. Estas pirâmides, elevan­do-se num vale cujas montanhas circundantes agem como pano de fundo para um cenário eterno, forçam os olhos dos visitantes a seguir além. Os monumentos sugerem poder, sabedoria, engenhosidade; revelam uma linha entre a Terra e o Céu. Ninguém fica indiferente, é impossível deixar de perceber o sen­tido de história, a presença de um passado glorioso. 
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Piramide do Sol, em Teotihuacan
Quanto tempo atrás? Os arqueólogos inicialmente presumiram que Teotíhuacán fora fundada nos primeiros séculos da Era Cris­tã. Porém, a data vem se alterando com o tempo. Alguns estudos feitos no local indicaram que o centro cerimonial da cidade já Ocupava 11,6 quilômetros quadrados por volta de 200 a.C. Na década de 50, um famoso arqueólogo, M. Covarrubias, admitiu com incredulidade que a datação por carbono dava ao local a “quase impossível época de 900 a.C” (Indian Art of México and Central America -”A Arte Indígena do México e da América Cen­tral”). Na verdade, datações mais recentes fornecem uma data de 1474 a.C. (com pequena margem de erro). Atualmente, acei­ta-se a datação de cerca de 1400 a.C. Foi quando os olmecas, que podem ser sido o povo que trabalhou na construção das estruturas monumentais de Teotihuacán, estavam fundando grandes “centros cerimoniais” em outros lugares do México.
Teotihuacán passou nitidamente por várias fases de constru­ção. Suas pirâmides revelam evidências de estruturas internas mais antigas. Alguns estudiosos lêem nas ruínas uma história que pode ter começado 6000 anos atrás — no quarto milênio a.C. Isso se encaixa com as lendas astecas que falavam sobre esse “Lugar dos Deuses” como existindo no Quarto Sol. Então, quando o dia da “escuridão” aconteceu, por volta de 1400 a.C., as duas pirâmides foram erguidas até suas dimensões monumentais.
A Pirâmide da Lua eleva-se ao norte desse centro cerimonial, flanqueada por estruturas auxiliares, com uma grande praça na frente. De lá, uma avenida larga corre na direção sul até onde a vista alcança. E’ ladeada por santuários, templos e outras es­truturas baixas, que se acredita serem túmulos. Por isso, esta avenida recebeu o nome de Avenida dos Mortos. Cerca de 600 metros para o sul, a Avenida dos Mortos chega à Pirâmide do Sol, que se eleva no lado oriental, ao lado de uma série de santuários e outras estruturas.
Além da Pirâmide do Sol, mais 900 metros para o sul, chega-se à Ciudadela, um quadrilátero que contém, no lado oriental, a ter­ceira pirâmide de Teotihuacán, chamada a Pirâmide de Quetzalcoatl. Sabe-se hoje que em frente à Ciudadela, do outro lado da Avenida dos Mortos, existia mais um quadrilátero. Ele servia como centro administrativo e comercial. A avenida continua em direção sul. O mapeamento de Teotihuacán encontrou, ao sul da Pirâmide do Sol, uma marca cinzelada nas rochas na forma de uma cruz no interior de dois círculos concêntricos; outra marca similar foi encontrada a três quilômetros para o oeste, na encosta de uma montanha. Uma linha unindo as duas marcas indica precisamente a direção do eixo leste-oeste; os outros braços da cruz recaem na orientação norte-sul. Os pesquisadores concluí­ram que eram as marcas utilizadas pêlos construtores da cidade, mas não ofereceram explicações sobre os instrumentos utilizados na Antiguidade para traçar uma linha entre dois locais tão dis­tantes. 
Outros fatos evidenciam que o centro cerimonial foi orientado projetado intencionalmente. O primeiro deles é que o rio Sanffijan, que corre pelo vale de Teotihuacán, teve seu curso desviado deliberadamente no local onde cruza o centro cerimonial. Os canais artificiais que desviaram suas águas para a Ciudadela, ao longo do quadrilátero, seguem paralelos ao eixo leste-oeste e, depois de duas curvas em ângulos retos, voltam-se para a avenida que corre para oeste.
O segundo, é que os dois eixos não coincidem diretamente com os pontos cardeais. Eles apresentam um desvio para su­doeste de 15,5 graus. Estudos demonstraram que isso não foi acidente, ou erro de cálculo dos antigos construtores. A. F. Aveni (Astronomy in Ancient Mesoamerica - “Astronomia na América Central Antiga”), chamou de “orientação sagrada” esse desvio. Tanto que centros cerimoniais mais recentes, como o de Tuia, e outros, também mostram essa orientação, ainda que ela não fizesse sentido em seus locais de construção. Sua conclusão é de que ela foi seguida na construção de Teotihuacan para per­mitir observações no céu em determinadas datas importantes do calendário.
Zelia Nutal, num documento apresentado ao vigésimo-segundo Congresso Internacional de Americanistas (Roma, 1926), sugeriu que essa orientação fora determinada pela pas­sagem do Sol pelo zênite do observador, fenômeno que ocorre duas vezes por ano, quando o sol parece deslocar-se de norte para sul, depois retorna. Se o propósito das pirâmides fosse a observação astronômica, seu formato — pirâmides com de­graus, equipadas com escadarias, levando a presumíveis templos-observatórios na plataforma do cimo — faria sentido. En­tretanto, como fortes evidências sugerem que o que conhece­mos atualmente são as camadas exteriores, mais recentes, das duas maiores pirâmides (como foram descobertas pêlos arqueólogos) não se pode afirmar, com certeza, que o propósito original dessas pirâmides fosse esse. A possibilidade, e até mesmo a probabilidade, de que as escadarias fossem uma adi­ção posterior pode ser confirmada pelo fato de que o primeiro estágio da grande escadaria da Pirâmide do Sol é inclinado e não alinhado com a orientação da pirâmide.
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Das três pirâmides de Teotihuacán, a menor é a de Quetzal-coatl, na Ciudadela. Uma adição posterior foi parcialmente es­cavada para revelar a construção original em degraus. A fachada parcialmente exposta mostra decorações esculpidas, nas quais o símbolo da serpente de Quetzalcoatl se alterna com o rosto es­tilizado de Tlaloc contra um fundo de águas onduladas. Essa pirâmide remonta ao tempo dos toltecas, e é parecida com muitas pirâmides mexicanas. 
As duas pirâmides maiores, ao contrário, apresentam ausência total de adornos. São de tamanho e formas diferentes, destacan­do-se pela solidez e antiguidade. Em todos os aspectos lembram as grandes pirâmides de Gize, que também diferem de todas as pirâmides egípcias subsequentes; as últimas foram construídas pêlos faraós, enquanto as de Gize foram construídas pelos “deu­ses”. Talvez seja o caso de Teotihuacán, pois as evidências ar­queológicas apóiam as lendas sobre como a Pirâmide do Sol e a Pirâmide da Lua surgiram.
Embora as duas grandes pirâmides de Teotihuacán, para per­mitir seu uso como observatório, tenham sido construídas com degraus, encimadas por plataformas e equipadas com escadarias (como os zigurates mesopotâmicos), não há dúvida que seus arquitetos estavam familiarizados com as pirâmides de Gize no Egito. Exceto pelo ajuste da forma exterior, estas construções imitam as pirâmides peculiares de Gize. Há uma semelhança im­pressionante. A Segunda Pirâmide em Gizé, é menor do que a Grande Pirâmide. Mas seus picos se elevam à mesma altura em relação ao nível do mar, porque a Segunda Pirâmide foi construída em terreno mais elevado. O mesmo se dá em Teotihuacán, onde a Pirâmide da Lua, menor, foi construída em terreno cerca de dez metros mais elevado que a Pirâmide do Sol, fazendo com que os picos de ambas estejam na mesma altura em relação ao nível do mar.
As semelhanças são mais fortes, ainda, entre as duas pirâmides maiores. Ambas foram construídas sobre plataformas artificiais. Os lados possuem quase a mesma medida: cerca de 230 metros, em Gize, e 227 metros, em Teotihuacán. A última caberia exatamente na primeira . 
Embora essas correspondências sugiram uma ligação oculta entre os dois conjuntos de pirâmides, não podemos ignorar, as diferenças consideráveis entre elas. Na Grande Pirâmide de Gizé foram usados grandes blocos de pedra, cuidadosamente traba­lhados e unidos sem argamassa, pesando um total de 7 milhões de toneladas e apresentando um volume de 2 milhões e 604.000 metros cúbicos. A Pirâmide do Sol foi construída com tijolos de argila, adobe, pedregulhos e cascalho, unidos por uma camada de pedras brutas e estuque, apresentando um volume de apenas 280.000 metros cúbicos. A Pirâmide de Gize contém um complexo interno de corredores, galerias e câmeras preciso e delicado. A pirâmide de Teotihuacán não parece apresentar estruturas inter­nas. A pirâmide egípcia eleva-se a uma altura de 146 metros, enquanto a Pirâmide do Sol atinge apenas 76 metros. A Grande Pirâmide possui quatro lados triangulares que se elevam num ângulo difícil de 52 graus. As duas em Teotihuacán, foram cons­truídas em estágios, apoiados um sobre o outro, com lados que se inclinam para dentro, começando com uma inclinação de 43,5 graus.
As significativas diferenças refletem os diferentes períodos e propósitos de cada conjunto de pirâmides. Mas na última delas, fato não percebido pêlos pesquisadores anteriores, está a chave para a resolução de alguns enigmas.
O ângulo inclinado de 52 graus existe no Egito apenas nas pirâmides de Gize, que não foram construídas por Quéops, ou outro faraó (como ficou provado nos livros anteriores das Cró­nicas Terrestres), mas pêlos deuses do antigo Oriente Médio como faróis de aterrissagem no espaçoporto da península do Sinai. Todas as outras pirâmides egípcias — menores, menos impo­nentes, em ruínas, ou destruídas — foram construídas por faraós, milênios depois, numa imitação da “escadaria para o céu” dos deuses. Porém, nenhuma atingiu o ângulo perfeito de 52 graus e sempre que isso foi tentado, a construção terminou ruindo.
A lição foi aprendida quando o faraó Sneferu (cerca de 2650 a.C.) iniciou sua tentativa de glória monumental. Numa análise brilhante desses acontecimentos antigos, K. Mendelssohn (The Riddle of the Pyramids – “O Enigma das Pirâmides”) diz que os arquitetos de Sneferu estavam construindo a segunda pirâmide em Dahshur quando a primeira, construída em Maidum, em ân­gulo de 52 graus, desabou. Eles, então, apressadamente, altera­ram o ângulo de inclinação da pirâmide de Dahshur para um patamar mais seguro de 43,5 graus, no meio da construção. Isso resultou num formato estranho, originando o nome Pirâmide Torta. Ainda determinado a deixar para a posteridade uma verdadeira pirâmide, Sneferu mandou construir uma ter­ceira pirâmide nas cercanias. Ela é agora chamada de Pirâmide Vermelha, pela cor de suas pedras, e eleva-se em ângulo de 43,5 graus.
Mas, nesse recuo para a segurança, os arquitetos de Sneferu voltaram a utilizar uma escolha feita mais de um século antes, cerca de 2700 a.C., pelo faraó Zoser. Sua pirâmide, a mais antiga construída pelos faraós (que pode ser vista ainda hoje emSakara), era construída em seis degraus com ângulo de 43,5 graus. 
Seria apenas coincidência que a Pirâmide do Sol e a Grande Pirâmide de Gizé tenham as mesmas medidas na base? Talvez. Seria puro acaso que o ângulo preciso de 43,5 graus, adotado pelo faraó Zoser, e aperfeiçoado em sua pirâmide de degraus, fosse o mesmo em Teotihuacán? Duvidamos. Enquanto um ân­gulo mais inclinado, vamos dizer 45 graus, poderia ter sido obtido por um arquiteto não sofisticado, dividindo em duas partes o ângulo reto, o ângulo de 43,5 graus resultou, no Egito, de um sofisticado cálculo, baseado no fator Pi (3,1415…da Geometria Sagrada), que é a relação do perímetro de um círculo com seu diâmetro.
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Sobreposição: Seria apenas coincidência que a Pirâmide do Sol e a Grande Pirâmide de Gizé tenham as mesmas medidas na base?
O ângulo de 52 graus das pirâmides de Gize exigiam fami­liaridade com esse fator; era obtido conferindo à pirâmide uma altura (H) igual à metade do lado (S) dividido por Pi e multi­plicado por quatro (230 dividido por 2 = 115, dividido por 3,14 = 36,5 x 4 = 146 metros de altura). O ângulo de 43,5 graus foi obtido reduzindo-se a altura de um múltiplo de 4 para um múltiplo de 3. Em ambos os casos, seria necessário o conhecimento de Pi. Nada indica que os povos da América Central tinham esse co­nhecimento. Como, então, surgiu o ângulo de 43,5 graus nas estruturas das duas singulares pirâmides de Teotihuacán (na América Central), a não ser através de alguém familiarizado com as pirâmides do Egito?
As pirâmides do Egito, com exceção da singular Grande Pirâmide de Gize, estavam equipadas com uma passagem inferior, que geralmente se inicia na borda, ou perto da base, e continua sob elas. Alguém atribuiria a uma simples coincidência o fato de que existe tal passagem sob a Pirâmide do Sol?
A descoberta acidental foi feita em 1971, depois de chuvas torrenciais. Bem em frente à escadaria central da pirâmide, uma passagem subterrânea aflorou. Continha degraus antigos que conduziam cerca de seis metros para baixo, para a entrada de uma passagem horizontal. Os escavadores concluíram que era uma caverna natural, artificialmente alargada e melhorada, cor­rendo por sobre o leito de pedra onde a pirâmide fora construída. Esses melhoramentos intencionais são evidenciados pelo fato de que o teto é feito de blocos de pedra sólida e que as paredes dos túneis foram uniformizadas com gesso. Em vários pontos, ao longo dessa passagem subterrânea, paredes de adobe dirigem o trajeto em ângulos agudos.
A cerca de 50 metros dessa antiga escadaria, o túnel se trans­forma em duas câmaras alongadas, como asas estendidas; é um local situado exatamente sob o primeiro degrau da pirâmide. De lá, a passagem, com aproximadamente dois metros de altura, continua por mais de 60 metros. Nessa parte interna a cons­trução fica mais complexa, com o uso de materiais diversos; o assoalho, disposto em segmentos, era feito pelo homem; canos para drenagem eram dispostos para um propósito desconhecido (talvez ligando-se com algum curso subterrâneo, agora extinto). Finalmente, o túnel termina sob o quarto estágio da pirâmide numa área oca que parece uma folha de trevo, apoiada por co­lunas de adobe e blocos de basalto.
Qual seria o propósito dessa estrutura subterrânea? Desde que as paredes de segmentação foram danificadas antes da descoberta em nossos tempos modernos, não é possível dizer se os restos de vasos de cerâmica, lâminas de obsidiana e cinzas de carvão pertencem à fase mais antiga do uso do túnel. Mas o questionamento sobre as finalidades de Teotihuacán, além da observação do céu, foi reforçado com outras descobertas.
A Avenida dos Mortos parece estender-se como uma pista homogênea, desde a praça da Pirâmide da Lua até o horizonte sul. Porém, esse curso uniforme é interrompido numa secção situada entre a Pirâmide do Sol e o rio San Juan. A inclinação geral da Pirâmide da Lua para a Pirâmide do Sol é ainda mais acentuada nesse ponto da avenida. Estudos feitos no local mos­traram que essa inclinação foi conseguida com o corte deliberado da rocha original; além do mais, o desnível entre a Pirâmide da Lua até um ponto além da Ciudadela é de cerca de 30 metros. Ali, seis fragmentos foram criados pela adição de muros duplos, perpendiculares à avenida. A cavidade da avenida é mais adiante alinhada com paredes e estruturas mais baixas, resultando em seis compartimentos semi-subterrâneos, abertos para o céu. As paredes perpendiculares são dotadas de comportas ao nível do solo. Tudo indica que todo o complexo servia para canalizar a água, que fluía ao longo da avenida. O fluxo poderia ter sua origem na Pirâmide da Lua (onde um túnel subterrâneo foi en­contrado ao redor da estrutura), ligado de alguma maneira ao túnel subterrâneo da Pirâmide do Sol. A série de compartimentos retinha, e eventualmente liberava, a água de um para o outro até que o fluxo atingisse o canal desviado do rio San Juan.
Chalchiuhtlicue, a deusa das águas e esposa de Tlaloc, o deus da chuva
Poderia esse fluxo artificial de águas correntes ter sido o mo­tivo pelo qual a decoração da fachada da pirâmide de Quetzalcoatl fosse como águas onduladas, numa região situada no in­terior, a centenas de quilômetros de qualquer oceano?
A associação desse local com a água foi corroborada pela descoberta de uma grande estátua em pedra deChalchiuhtlicue, a deusa das águas e esposa de Tlaloc, o deus da chuva. A estátua, que pode ser vista agora no Museu Nacional de An­tropologia, na Cidade do México, foi descoberta no centro da praça da Pirâmide da Lua. Em suas representações, a deusa, cujo nome significa “Dama das Águas”, geralmente é mostrada usando uma saia de jade decorada com conchas marítimas. Seus adornos eram brincos de turquesa, colar de jade, ou de outras pedras verde-azuladas, de onde pendia um medalhão de ouro. A estátua repete esses trajes e elementos decorativos e parece ter portado um medalhão de ouro, incrustado na cavidade apropriada, que teria sido removido por ladrões. Suas representações frequentemente a mostravam usando uma coroa de serpentes, ou enfeitada com elas, indicando que ela teria sido um dos deuses-serpente dos mexicanos. 
Teria sido Teotihuacán construída como um tipo de instalação para distribuir água utilizada em algum processo? Antes de res­ponder a esta pergunta, vamos mencionar outra descoberta in­trigante.
Juntamente com o terceiro segmento da Pirâmide do Sol, es­cavações de uma série de câmaras subterrâneas interligadas, re­velaram que alguns dos pisos eram cobertos com camadas gros­sas de mica, um tipo de silício mineral que possui propriedades especiais de resistência à água, calor e correntes elétricas. Tem sido utilizado como isolante em vários processos químicos, elétricos,  eletrônicos, e mais recentemente, em tecnologia nuclear e espacial.
pirâmide da lua
Vista aérea da Pirâmide da Lua
As propriedades particulares da mica dependem, até certo ponto, do seu conteúdo de outros elementos minerais e, portanto, da sua origem geográfica. Segundo peritos, a mica encontrada em Teotihuacán é de um tipo existente no distante Brasil. Traços dessa mica também foram encontrados em restos removidos da Pirâmide do Sol, quando estava sendo desenterrada no começo do século. Qual seria o uso desse material isolante em Teotihua­cán?
Nossa impressão é que tudo ali — a presença do Senhor e da Dama das Águas, juntamente com a divindade principal, Quetzalcoatl; a avenida lamacenta; a série de estruturas, câmaras sub­terrâneas, túneis; o rio desviado; as secções semi-subterrâneas com suas comportas; os compartimentos sob o chão recoberto de mica — fazia parte de um projeto cientificamente concebido para a separação, refinamento, ou purificação, de substâncias minerais.
  1. E’ possível que alguém que conhecia os segredos da construção de pirâmides, na metade do primeiro milênio a.C, ou mais pro­vavelmente na metade do segundo milênio a.C., tenha chegado ao vale e, igualmente versado nas ciências físicas, tenha utilizado os materiais disponíveis para montar uma instalação sofisticada de processamento. Estaria essa pessoa à procura de ouro, como teria sugerido o medalhão da Dama da Água, ou de algum mi­neral mais raro?
  2. E se não foi o homem teriam sido seus deuses, como as lendas a respeito de Teotihuacán e o próprio nome têm sugerido?
  3. Quem, além dos deuses, foram os ocupantes originais de Teo­tihuacán?
  4. Quem carregou as pedras e a argamassa para elevar as primeiras pirâmides?
  5. Quem canalizou a água e operou as comportas?
Os que dizem não ser Teotihuacán mais antiga do que alguns séculos antes de Cristo apresentam uma resposta simples: os toltecas. Aqueles que agora se inclinam na direção de um início mais antigo, começam a apontar os olmecas, um povo enigmático, que apareceu no cenário centro-americano na metade do segundo milênio a.C Os próprios olmecas apresentam muitos enigmas, pois parecem ter sido africanos negros, o que constitui um aná­tema para aqueles que não conseguem aceitar travessias pelo Atlântico há vários milênios.
Mesmo que a origem de Teotihuacán e de seus construtores esteja envolta em mistério, é quase certo que nos séculos que precederam a era cristã, as tribos toltecas começaram a chegar. A princípio, realizavam tarefas com as mãos; gradualmente, po­rém, aprenderam as habilidades da cidade e adotaram a cultura de seus mestres, incluindo a escrita pictórica, os segredos da ourivesaria, o conhecimento sobre astronomia e calendário, a ado­ração dos deuses. Cerca de 200 d.C., quem quer que tenha do­minado Teotihuacán apanhou o que queria e partiu. A cidade tornou-se tolteca. Durante séculos se destacou por suas ferra­mentas, armas, artefatos feitos de obsidiaria e por sua influência cultural. Então, mil anos depois de terem chegado, os toltecas também partiram. Ninguém sabe os motivos. Mas o êxodo foi total. Teotihuacán tornou-se um lugar desolado, vivendo apenas nas lembranças de um passado dourado.
piramides-gize
Alguns acreditam que o evento coincidiu com o estabeleci­mento de Tollán como a capital dos toltecas, em cerca de 700 a.C., construída às margens do rio Tuia como uma mini-Teotihuacán. Os códices e o folclore descrevem Tollán como uma ci­dade legendária, um centro de artes e artesanato, com templos e palácios resplandecentes, cheios de ouro e pedras preciosas. Porém, por muito tempo os estudiosos questionaram a própria existência da cidade. Hoje não há mais dúvidas de que Tollán existiu realmente num local chamado Tuia, a cerca de oitenta quilômetros a noroeste da Cidade do México.
A redescoberta de Tollán ocorreu no final do século 19. Tudo começou com a viagem à região da francesa Désiré Charnay (Lês andennes villes du nouveau monde – “As cidades antigas do Novo Mundo”). Um trabalho sério de escavação, no entanto, só come­çou no início dos anos 40, sob a liderança do arqueólogo mexicano Jorge R. Acosta. Os trabalhos de escavação e restauração con­centraram-se no complexo cerimonial mais importante, conhecido como Tuia Grande. Trabalhos posteriores, como o das equipes da Universidade do Mississipi, expandiram a área de escavações.
As descobertas confirmaram não apenas a existência da cidade, mas também sua história narrada em vários códices, especial­mente no que ficou conhecido como Andes de Cuauhtitlan. Sabe-se, agora, que Tollán foi governada por uma dinastia de reis-sacerdotes, considerados descendentes do deus Quetzalcoatl; por­tanto, além do próprio nome, eles também usavam o nome divino como patronímico — um costume usual entre os faraós egípcios. Alguns desses reis-sacerdotes eram guerreiros, dedicados a ex­pandir o domínio tolteca. Na segunda metade do século 10 a.C, o governante era Ce Acatl Topiltzin-Quetzalcoatl. Seu nome e sua época foram determinados por meio de um retrato, acom­panhado por uma data equivalente a 968 a.C., que ainda pode ser observado numa pedra junto à cidade.
Foi no seu reinado que irrompeu um conflito religioso entre os toltecas. Parece que as divergências diziam respeito à exigência do soberano em introduzir sacrifícios humanos para apaziguar o Deus da Guerra. No ano 987 a.C. Topiltzin-Quetzalcoatl e seus seguidores deixaram Tollán e migraram para o leste, simulando a partida anterior do divino Quetzalcoatl. Estabeleceram-se no Yucatán.
Dois séculos mais tarde, calamidades naturais e assassinatos no seio da tribo arrasaram os toltecas. As calamidades eram sinais de cólera divina, prenunciando o fim da cidade. Segundo o cro­nista Sahagún, o rei, que muitos acreditam chamar-se Huemac, mas também usava o patronímico Quetzalcoatl, convenceu os toltecas a abandonar Tollán. “E assim eles partiram sob o seu comando, embora tenham ali vivido muitos anos e construído casas grandes e belas, templos, e palácios [...]
Ao final, tiveram de partir deixando os lares, as terras, a cidade e suas riquezas. Como não podiam levar os valores, enterraram muitas coisas e até hoje algumas são desenterradas, não sem admiração por sua be­leza e arte”. Assim, foi no ano 1168 a.C., ou por volta dessa data, que Tollán se tornou uma cidade desolada, abandonada para de­sintegrar-se sob os efeitos do tempo. Conta-se que quando o primeiro chefe asteca colocou os olhos nas ruínas da cidade, chorou amargamente. As forças destrutivas da natureza foram ajudadas por invasores, saqueadores e assaltantes, que despiram os templos, destruíram monumentos e danificaram tudo o que estava em seu alcance. Assim, Tollán, arrasada até o solo, e esquecida, tor­nou-se uma lenda.
O que se sabe sobre Tollán, oito séculos depois, atesta a tra­dução do nome, que significa “lugar de muitas vizinhanças”. Efe-tivamente, ela parece ter sido formada por muitas vizinhanças e áreas sagradas, que ocupavam uma superfície de 18 quilômetros quadrados. Assim como em Teotihuacán (que seus construtores tentaram imitar), o coração de Tollán era uma área sagrada, que se estendia ao longo do eixo norte-sul, flanqueada por centros cerimoniais, construídos com uma orientação perpendicular leste-oeste. Como já observamos, as orientações apresentavam o “desvio sagrado” de Teotihuacán, embora não fizesse mais sen­tido a finalidade de observação astronômica naquele período e localização geográfica.
Onde deveria ter sido o limite norte da área sagrada, foram encontradas ruínas de uma estrutura incomum. Sua frente fora construída como uma pirâmide comum, com degraus e uma escadaria, porém a parte traseira do edifício apresentava uma estrutura circular, provavelmente encimada por uma torre. Esta construção pode ter sido utilizada como observatório e, possi­velmente, serviu de modelo para o templo de Quetzalcoatl, em Tenochtitlán, mais recente, e para outras pirâmides com obser­vatórios circulares no México.
O conjunto cerimonial principal, cerca de um quilômetro e meio para o sul, foi disposto ao redor de uma enorme praça central, no meio da qual se erguia o Grande Altar. O templo principal localizava-se no alto de uma pirâmide de cinco estágios, na parte oriental da praça. Uma pirâmide menor de cinco estágios serviu como plataforma elevada para outro templo. Ela era flan­queada por construções de vários aposentos, que conservaram evidências de fogo, indicando a possibilidade de ter sido utilizada para algum propósito industrial. Construções alongadas, ou ves­tíbulos, cujos temidos apoiavam-se em fileiras de pilares, ligavam as duas pirâmides e também limitavam a parte sul da área sagrada. Um campo esportivo para a prática do jogo sagrado tlachtlicompletava a parte oeste da praça (ilustração elaborada com base nos dados do arqueólogo P. Salazar Ortegon). 
Tuia Grande
Entre este conjunto de Tuia Grande e o limite norte da área sagrada, evidentemente existiam outras estruturas e grupos de edifícios; uma nova quadra de jogo foi descoberta. Nos edifícios, porém, foram encontradas poucas estátuas em pedra. Entre elas, incluíam-se algumas imagens de animais, como o familiar coiote, uma espécie desconhecida de tigre, além de um deus reclinado, chamado Chacmool. Os toltecas também esculpiam es­tátuas de seus líderes, representando-os como homens de baixa estatura. Outros, trajados como guerreiros, segurando na mão esquerda o aïl-aíl, um tipo de arma (um lançador curvo de setas ou lanças), foram representados em relevos na face de colunas de secção quadrada, tanto de perfil, quanto de costas. 
Quando Jorge R. Acosta começou um trabalho arqueológico metódico e constante, na década de 40, dirigiu sua atenção para a Grande Pirâmide. Localizada em frente ao altar principal, era óbvio o seu uso para astronomia. O que gerou dúvidas, na época, foi o nome dado pelos trabalhadores nativos ao monte desolado que a abrigava: El Tesoro (“O Tesouro”). Porém, quando vários objetos de ouro foram descobertos, após o início das escavações, os trabalhadores nativos, insistindo que a pirâmide se elevava sobre um “campo de ouro”, recusaram-se a continuar. “Realidade ou superstição, o resultado é que os trabalhos cessaram e nunca mais foram retomados”, escreveu Acosta.
As atenções, então, se voltaram para a pirâmide menor, cha­mada, no início, de Pirâmide da Lua, depois de Pirâmide “B” e, ultimamente, de Pirâmide de Quetzalcoatl. Essa designação se originou do longo nome nativo dado ao monte, “Senhor da Estrela da Manhã”, presumivelmente, um dos epítetos de Quet­zalcoatl, que poderia ser comprovado, também, pêlos restos de gesso colorido e baixos relevos adornando a pirâmide, cujos motivos principais referiam-se à Serpente Emplumada. Os ar­queólogos, ao encontrar fragmentos de duas colunas circulares, com a imagem da Serpente Emplumada, concluíram também que elas poderiam ter servido como portal de entrada do templo sobre essa pirâmide.
O maior tesouro arqueológico, no entanto, foi localizado quando Acosta percebeu que o lado norte da pirâmide fora mexido antes da chegada dos espanhóis. Um agregado em forma de rampa pa­recia correr pelo meio da face, em lugar da inclinação em degraus. Escavando ali, os arqueólogos descobriram que uma vala fora cor­tada naquela face, penetrando no interior da construção. A vala, tão profunda quanto a pirâmide, fora usada para enterrar grande número de esculturas em pedra. Ao serem retiradas e montadas, foram encontrados: fragmentos das colunas circulares do portal, quatro colunas quadradas, que se acredita serem suportes do te­lhado do templo sobre a pirâmide, e quatro estátuas humanas co­lossais, com mais de cinco metros de altura, conhecidas como os Atlantes. Acredita-se que tenham servido como cariátides (esculturas utilizadas como pilastras para segurar o teto ou as suas vigas) e foram reerguidas pêlos arqueólogos sobre a pirâmide quan­do se completou o trabalho de restauração. 
Cada um dos Atlantes, apresenta quatro secções esculpidas para se encaixarem. A parte superior formava a cabeça da estátua, representando os gigantes usando um cocar de penas, mantidas juntas por uma faixa decorada com motivos estelares, com dois objetos alongados cobrindo as orelhas. Os traços fisionômicos não foram identificados e até hoje desafiam comparações com quaisquer tipos raciais conhecidos. Porém, em­bora as quatro faces apresentem a mesma expressão distante, um exame mais acurado revela diferenças individuais sutis.
O torso é composto por duas secções. A parte superior do tórax apresenta como característica principal um protetor peitoral cuja forma foi comparada com a da borboleta. A parte inferior tem seu aspecto principal nas costas, um disco com um rosto humano no centro, cercado por símbolos não decifrados e, na opinião de alguns, uma grinalda de duas serpentes entrelaçadas. A parte inferior mos­tra as coxas, as pernas e os pés, providos de sandálias amarradas com faixas. Pulseiras nos braços, nos tornozelos, e uma tanga tam­bém podem ser vistos nas vestes elaboradas. 
Quem essas estátuas gigantes representam? Seus primeiros descobridores as chamaram de “ídolos”, certos de que representavam divindades. Escritores populares utilizaram o nome de Atlantes, o que implica em sentido duplo, como descendentes da deusa Atlatona, “Aquela Que Brilha na Água”, ou que eles teriam vindo da lendária Atlântida. Estudiosos menos imaginativos as nomearam simplesmente de guerreiros toltecas, pois levam, na mão direita um atl-atl. Essa interpretação talvez não esteja correta, pois as “flechas” na mão esquerda não são retas, e sim curvas; vimos que a arma na mão esquerda era o atl-atl, mas a arma na mão direita não é curva como oatl-atl. Então o que seria?
ChacMool
Chacmool
O significado da descoberta de Levet pode ir além da própria teoria proposta por ele. Desde que monólitos e esculturas de pedra foram encontrados por toda a América Central, como produto de seus artistas nativos, não é necessário procurar ferramentas de alta tecnologia para explicar as esculturas na pedra. For outro lado, a ferramenta representada nas estátuas gigantes pode servir para explicar outro aspecto enigmático de Tollán.
Enquanto examinavam o subterrâneo da pirâmide, depois de terem removido o solo da rampa, os arqueólogos desco­briram que a contrução externa e visível fora erguida sobre uma pirâmide mais antiga, cujos degraus ficavam a dois me­tros e quarenta centímetros de cada lado da parede interna. Também descobriram restos de paredes verticais, que suge­rem a existência de câmaras interiores e passagens dentro da pirâmide mais antiga (porém não seguiram essas pistas). Encontraram algo extraordinário — um tubo de pedra feito de secções circulares perfeitamente encaixadas com um diâmetro interno de cerca de 45 centímetros. O longo tubo estava instalado no interior da pirâmide no mesmo ân­gulo da inclinação original e corria do alto até a parte de baixo.
Acosta e seus colaboradores presumiram que o tubo servia para drenar a água da chuva. Mas isso poderia ter sido con­seguido sem uma estrutura interna tão elaborada e com tu­bos mais simples de argila, em vez de secções de pedra es­culpida com precisão. A posição e inclinação dessa tubulação incomum, se não única, fazia parte do projeto original da pirâmide e estava integrada ao propósito original da estru­tura. As ruínas de várias câmaras e vários andares sugere que ali se desenvolveu algum tipo de processo industrial. Também o fato de que as águas do rio Tuia foram canali­zadas para fluir através dessas construções indica a possi­bilidade de ter existido, nesse local, assim corno em Teotihuacán, algum processo de purificação ou refinamento numa época muito remota. 
O que vem à mente é o seguinte: seria a ferramenta não identificada um tipo de instrumento não para esculpir pedras, mas para retirá-las das jazidas? Seria, em outras palavras, uma sofisticada ferramenta de mineração? E qual seria o minério procurado? Ouro?
A posse de ferramentas de alta tecnologia pêlos Atlantes há mais de mil anos no centro do México levanta a questão sobre a identidade deles. A julgar pelas feições do rosto, certamente não são centro-americanos. É provável que sejam “deuses”, e não simples mortais, se o tamanho das estátuas for uma indicação de veneração, pois junto a elas havia nas colunas representações dos soberanos toltecas em tamanho normal. O fato de que nos tempos pré-hispânicos as imagens colossais foram desmembra­das e cuidadosamente colocadas nas profundezas da pirâmide para ali serem enterradas, implica uma atitude de veneração. Na verdade, confirma-se o que descreveu Sahagún, que afirma terem os toltecas, ao abandonar Tollán, enterrado “muitas coisas”, al­gumas das quais, mesmo na época de Sahagún, “foram trazidas de sob a terra, não sem admiração pela sua beleza e trabalho artístico”.
Os arqueólogos acreditam que os quatro Atlantes ficavam no topo da pirâmide de Quetzalcoatl, suportando o teto do templo sobre a pirâmide, como se estivessem segurando a Cúpula Ce­lestial. Esse é o papel desempenhado pêlos quatro filhos de Horus, na mitologia egípcia, que seguravam o céu em seus pontos cardeais. Segundo o antigo Livro dos Mortos dos egípcios, eram esses quatro deuses que faziam a ligação entre Céu e Terra e acompanhavam o faraó falecido até uma escadaria sagrada por onde ele poderia subir para a vida eterna. Essa escadaria para o Céu foi representada por meio de hieróglifos como escadas simples ou duplas, essa última representando urna pirâmide com degraus. Seria apenas coincidência que o símbolo da escadaria decorasse os muros ao redor da pirâmide de Tollán e tivesse se transformado em importante símbolo iconográfico para os astecas ?
atlantes
Os Atlantes
No centro de todo o simbolismo e das crenças religiosas dos povos nahuatl estava seu deus-herói, doador de toda a sabedoria, Quetzalcoatl, “A Serpente Emplumada”. Porém, o que era uma serpente emplumada, se não uma serpente, que a exemplo dos pássaros, tivesse asas e voasse? 
Se isso é verdadeiro, o conceito de Quetzalcoatl como “Serpente Emplumada” remete ao conceito egípcio da “Serpente Alada” (fig. 25), que facilitava a transfiguração do faraó falecido para o reino dos deuses eternos.
Além de Quetzalcoatl, os povos nahuatl tinham inúmeras di­vindades associadas a serpentes. Cihuacoatl era a “Serpente Fê­mea”. Coatlicue era “Aquela Com a Saia de Serpentes”. Chicomecoatl era a “Serpente Sete”. Ehecacoamixtli era a “Nuvem de Serpentes do Vento”, e assim por diante. O grande deus Tlaloc era freqüentemente representado com a máscara de uma serpente dupla.
Embora inaceitável para os estudiosos tradicionais, na verda­de, a mitologia, a arqueologia e o simbolismo levam à conclusão inevitável de que o planalto central do México, e até mesmo toda a América Central, eram o reino dos deuses-serpentes — os deuses do antigo Egito

Revista Veja - Edição 2359 (05/02/2014)



SEU FUTURO SEGUNDO OS TARÔS - GIOVANNI SCIUTO


Este livro possui a vantagem, não somente de revelar as simbologias do antigo Tarô de Marselha, do Grande Etteilla (Tarô Egípcio), do Sibila dos Salões, além de alguns outros, mas também de elucidar os mistérios fundamentais da própria cartomancia.


Revista Playstation - Brasil - Edição 186 (02/2014)



Revista Superinteressante - Edição 329 (02/2014)



Em nota oficial, Nobre rebate Aidar: 'Arrogância causa miopia'




Palmeiras e São Paulo parecem travar uma batalha de palavras fora dos gramados. Em coletiva de imprensa realizada ontem, na Academia de Futebol, Paulo Nobre confirmou que Alan Kardec não faz mais parte do Verdão e aproveitou para criticar duramente a postura do São Paulo, futuro time do atacante, em relação ao negócio.




Nesta manhã, Carlos Miguel Aidar, presidente do Tricolor, também em coletiva, rebateu as acusações do mandatário palmeirense e alfinetou o rival, afirmando que o Palmeiras "se apequena com manifestações dessa natureza" e que as declarações do dirigente em relação a saída de Kardec eram “patéticas”.

Diante das declarações de Aidar, Paulo Nobre voltou a defender o seu clube e divulgou uma nota oficial para rebater o cartola e cortar qualquer tipo de relação entre as diretorias.



Em nome da Sociedade Esportiva Palmeiras e dos seus 16 milhões de torcedores venho a público lamentar e repudiar a postura arrogante do presidente do São Paulo Futebol Clube, Carlos Miguel Aidar, ao tentar diminuir o nosso alviverde.

As afirmações em relação ao Palmeiras e que o SPFC “desperta ciúmes dos coirmãos” ratificam a conhecida e repetida conduta de suas diretorias em relação aos demais clubes. Esquece o infeliz dirigente que, no passado, para não fechar as portas, seu time já foi ajudado financeiramente por várias torcidas, inclusive a nossa.

Jamais aceitaremos que alguém ouse se dirigir à nossa S.E.P. de tal forma e, portanto, rompemos qualquer relação política com o São Paulo enquanto o Sr. Aidar estiver à frente da entidade.

O presidente do SPFC não tem ideia do tamanho do Palmeiras. Ele, como presidente de uma agremiação que também é muito grande, deveria saber. Infelizmente, a arrogância causa miopia. 

Paulo Nobre
Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras

Via Sacra Escola Estadual Professora Maria Amália Campos 2014

"..... Por que, diga porque? Que mais eu devia fazer por você que não fiz?" A fé cristã afirma que fomos criados por Deus e para Deus, de modo que n'Ele nossa vida tem sentido; n'Ele, que se revelou a nós no rosto humano de Jesus, nosso desejo de vida eterna e feliz tem resposta.
Como tradição em nossa escola, saímos pelas ruas do bairro evangelizando com nossos alunos estes últimos passos de Cristo.... Sem Deus, não somos nada. Não cultuamos o deus da morte, mas relembramos este fato pois Ele se doou para nos salvar e RESSUSCITOU!

 


Fonte: Youtube 
Via Márcio Jhow

REAL MADRID 4 x 0 BAYER DE MUNIQUE SEMI FINAL MELHORES MOMENTOS 29/04/2014 UEFA Champions League

POPULAÇÃO REVOLTADA EXPULSA INVASORES DO MST

Já era hora da população começar a agir uma vez que os politicos nada fazem e a policia fica impedida pelos tais direitos humanos e afins.


Você conhece o Paraguai ?

Desde o inicio do ano passado grandes mudanças ocorreram no Paraguai.


São muitas as empresas que deixaram e deixam nosso País e mudam-se para lá.
Eles tiveram o bom senso de não participar da corja bolivariana, que estão destruindo tudo o que tocam.


Assistam por favor, é rápido e curto.


Esse vídeo não deixa de ser uma surpresa e uma vergonha para o Brasil mas cada povo tem os politicos que bem merece !!!!

Cerimonia de Encerramento Expo Shangai