sexta-feira, 10 de maio de 2013

Barca tricolor tem ex-badalados, antigas promessas e até 'meteoro'



A barca saiu cheia do São Paulo nesta sexta-feira. Bruno Cortez, Wallyson, Fabrício,Marcelo Cañete, João Filipe, além dos garotos Luiz Eduardo e Henrique Miranda, estão fora dos planos para o restante de 2013. A medida da diretoria é um reflexo da baixa produtividade dos atletas, deixados de lado pelo técnico Ney Franco em boa parte do semestre. Agora, servirão de moeda de troca para possíveis chegadas de reforços.
Cortez foi o único que conseguiu jogar com frequência neste início de ano. Em alta pelo bom desempenho em 2012, o lateral começou como titular, mas atuando muito abaixo do que já rendeu. Aos poucos, perdeu espaço para Carleto, outro que também não se firmou como esperado, e chegou a ficar até fora do banco de reservas.
Agora, a direção tenta recuperar o alto investimento de R$ 7 milhões feito para contratá-lo. A intenção é envolvê-lo em alguma negociação que possa trazer outro atleta ao Morumbi ou vender parte dos direitos. O Cruzeiro já surgiu como um possível interessado. Ele realizou 91 partidas pelo Tricolor, marcando apenas dois gols - o contrato vai até 31 de dezembro de 2016.


Já Fabrício sofreu seguidas lesões e não se acertou. Depois de quase um ano ausente, retornou no início de 2013 como um provável titular. Não passou disso. Além de atuações irregulares, voltou a frequentar o departamento médico e entrou em atrito com Ney Franco após reclamar ao ser substituído contra o Botafogo, em Ribeirão Preto. Fez apenas 16 partidas pelo clube - pertence ao Tricolor até o fim de 2014.

10/05/2013 16h25 - Atualizado em 10/05/2013 16h25
Barca tricolor tem ex-badalados, antigas promessas e até 'meteoro'
São Paulo gastou R$ 13 milhões só com Cortez e Cañete. Fabrício não superou lesões, João Filipe passeou em 2013 e Wallyson...ninguém viu
Por Carlos Augusto Ferrari
São Paulo


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Ney Franco e Juvenal anunciaram mudanças no
São Paulo (Foto: Moisés Nascimento/Agif/AE)
A barca saiu cheia do São Paulo nesta sexta-feira. Bruno Cortez, Wallyson, Fabrício, Marcelo Cañete, João Filipe, além dos garotos Luiz Eduardo e Henrique Miranda, estão fora dos planos para o restante de 2013. A medida da diretoria é um reflexo da baixa produtividade dos atletas, deixados de lado pelo técnico Ney Franco em boa parte do semestre. Agora, servirão de moeda de troca para possíveis chegadas de reforços.
Cortez foi o único que conseguiu jogar com frequência neste início de ano. Em alta pelo bom desempenho em 2012, o lateral começou como titular, mas atuando muito abaixo do que já rendeu. Aos poucos, perdeu espaço para Carleto, outro que também não se firmou como esperado, e chegou a ficar até fora do banco de reservas.
Agora, a direção tenta recuperar o alto investimento de R$ 7 milhões feito para contratá-lo. A intenção é envolvê-lo em alguma negociação que possa trazer outro atleta ao Morumbi ou vender parte dos direitos. O Cruzeiro já surgiu como um possível interessado. Ele realizou 91 partidas pelo Tricolor, marcando apenas dois gols - o contrato vai até 31 de dezembro de 2016.
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Os R$ 6 milhões injetados para tirar Cañete do Boca Juniors também são lamentados pelos tricolores. O “novo Riquelme” ficou só no apelido. Dentro de campo, o meio-campista não agradou ao treinador após se recuperar de problemas físicos. Para piorar, sem ser aproveitado, engordou e viu suas chances desaparecerem. Em 21 partidas com a camisa tricolor, anotou somente um gol - está vinculado até 31 de dezembro de 2015.
Já Fabrício sofreu seguidas lesões e não se acertou. Depois de quase um ano ausente, retornou no início de 2013 como um provável titular. Não passou disso. Além de atuações irregulares, voltou a frequentar o departamento médico e entrou em atrito com Ney Franco após reclamar ao ser substituído contra o Botafogo, em Ribeirão Preto. Fez apenas 16 partidas pelo clube - pertence ao Tricolor até o fim de 2014.

Contratado no fim de 2011, Fabrício atuou apenas 16 vezes pelo Tricolor (Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC)
Wallyson pode ser considerado um meteoro. Passou tão rápido pelo clube que quase não foi notado. Chegou no início do ano para tentar suprir a saída de Lucas, mas esteve bem longe disso com suas atuações ruins e pouco empenho nos treinamentos. Era considerado indolente pela comissão técnica, e agora terá de procurar um novo clube. Fez 11 jogos. Nenhum gol - o contrato vai até o encerramento de 2013.
João Filipe era a última opção de Ney Franco para a zaga, tanto que entrou apenas duas vezes em partidas da equipe reserva. Um dia, porém, empolgou os dirigentes. Contratado do Botafogo em 2011, chegou a fazer boas atuações, mas logo despencou de rendimento e passou a ser reserva. De luxo, por causa dos altos salários. Saiu pela porta dos fundos, com 46 atuações - é do São Paulo até 31 de julho de 2015.
O zagueiro Luiz Eduardo e o lateral-esquerdo Henrique Miranda tiveram pouco tempo para mostrar serviço. Os dois subiram da base como boas apostas, contudo, não evoluíram como o esperado. Eles fizeram 18 e 11 jogos, respectivamente, e serão emprestados para ganhar experiência. Voltar ao Tricolor não é garantido - os contratos vão até 30 de junho de 2016 e 20 de julho de 2016.


Fonte: GloboEsporte

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